October
3

Mais um passo importante no projeto da Arena Palestra Itália foi dado nessa última quarta-feira com assinatura do contrato de comercialização de propriedades comerciais do estádio com a Traffic.

Hoje a Traffic é a empresa mais respeitada na área de marketing esportivo na América Latina, ela detém o direito de exploração de placas de publicidade em diversos torneios sul americanos e mais recentemente começou a explorar a exportação de jogadores brasileiros para o resto mundo, copiando a nossa cesta de jogadores.

Algumas pessoas ficaram na dúvida sobre como seria essa parceria entre o Palmeiras/WTorre e a empresa de marketing esportivo. Vou explicar um pouco de como ela irá funcionar na prática.

Como a empresa hoje é referência na área, ela é sempre a primeira opção quando alguma grande empresa pensa em entrar no mundo do futebol, qualquer diretor de marketing de um anunciante sabe que a Traffic é a principal opção no segmento.

Com isso o Palmeiras/WTorre terá a segurança de que as propriedades da Arena que serão vendidas pela Traffic estão em mãos de bons profissionais que tentarão sempre atingir o valor máximo por cada propriedade da Arena.

Um exemplo que eu posso dar é que hoje a venda de camarotes e cativas no Palmeiras é feita pelo próprio Palmeiras, mas quando a Arena estiver pronta teremos uma equipe especializada no assunto para dar a atenção necessária ao futuro comprador do espaço ou cadeira, mudando completamente a relação entre o torcedor e clube. Esse é um passo gigantesco no futebol brasileiro e que será excelente para o Palmeiras, porque sairemos de uma situação de relacionamento precária para um nível de qualidade nunca visto por nós!

Essa terceirização também será importante na venda do Naming Rights do Palestra Itália, porque pela primeira vez no Brasil, conseguiremos atingir um número muito próximo do que os europeus recebem em suas arenas. Estamos falando em R$ 15 milhões de reais ou R$ 20 milhões de reais por ano para a parceria! Um valor antes impossível de se conseguir sem ter um equipamento como a Arena Palestra Itália. Vale lembrar que o Atlético PR já teve um contrato desses na Arena da Baixada, mas que pagava muito menos do que esses valores que estão sendo cogitados, tudo isso tem haver com o potencial do nosso estádio, localização e estar atrelado à marca Palmeiras.

Então palmeirense, essa foi mais uma bola dentro do professor Belluzzo e da diretoria de planejamento do Palmeiras em conjunto com a WTorre. Podemos ficar sossegados que nessa área estaremos muito bem servidos!

September
27

WTorre e Traffic assinam contrato dia 30

Acerto será realizado na sede do Palmeiras e definirá a exploração comercial da praça esportiva a ser construida

MARCELO DAMATO
SÃO PAULO

A WTorre e a Traffic assinarão na próxima quarta-feira ao meio-dia, na sede do Palmeiras, um contrato para exploração comercial da Arena Palmeiras. A Traffic será responsável por gerenciar desde os camarotes até os naming rights do estádio, passando pelo estacionamento e pelos auditórios que ficarão embaixo das arquibancadas.

A escolha da Traffic já tinha sido feita há alguns meses, mas, com o contrato, a parceria ganha contornos definitivos.

O próximo passo será o lançamento da pedra fundamental, que deve ocorrer entre novembro e dezembro. Juntamente deverá ser iniciada a pré-venda das propriedades, inclusive os camarotes e as cativas. A ideia inicial é que tanto uns como outras sejam alugadas por períodos de dois anos. Os preços não estão definidos, segundo disse há três dias Julio Mariz, presidente executivo da Traffic.

Pelo acordo entre a WTorre e o Palmeiras, o clube ficará com uma porcentagem menor da exploração comercial do estádio, mas essa porcentagem irá crescendo pelos próximos 30 anos, quando o complexo passará completamente às mãos do Palmeiras.

A WTorre deverá investir entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões no estádio e em prédios para a administração e diversos esportes, e irá recuperar o investimento justamente com a exploração comercial do estádio. Pelo plano de negócios apresentados, o Palmeiras deverá ter ganho de receitas desde o primeiro ano.

Fonte: Lancenet

Os rumores sobre essa parceria que já estava sendo comentando há algum tempo, nessa próxima quarta-feira devemos ter a assinatura definitiva do contrato entre Palmeiras/WTorre e Traffic.

Agora você me pergunta, o que nós vamos ganhar com isso?

Teremos uma experiente empresa de marketing profissional tomando conta de vários pontos estratégicos da Arena Palestra Itália. Será muito importante para o Palmeiras que a Traffic consiga comercializar por um bom valor o Naming Rights da nossa Arena. Essa é uma das inúmeras fontes de receita que ajudarão a parceria a atingir o sucesso que nós imaginamos.

Os camarotes e cadeiras cativas são também outra fonte importante de renda para o Palmeiras/WTorre; venho sentindo uma grande expectativa pela nossa torcida em comprar esses espaços na Arena. Se a Traffic trabalhar direitinho, tenho a absoluta certeza de que vamos ter muitos torcedores ficando de fora em razão da grande demanda que vai existir por essas cadeiras cativas e camarotes.

Fiquei apenas com uma interrogação sobre a Traffic explorar os auditórios! Normalmente quem explora esse segmento são hotéis que utilizam salas de convenções e auditórios para encontros de empresas e outros tipos de eventos. Pelo o que eu conheço desse mercado a existência de um hotel é essencial para dar suporte a esses espaços que ficarão dentro do clube e da Arena. Será que existe um plano da WTorre construir um hotel nas imediações do Palestra Itália?

Esse é mais um passo rumo a profissionalização do clube, onde serão contratados profissionais especializados na área e que vão trabalhar full time no complexo para gerar uma boa receita para todos os envolvidos.

July
1

“WTorre fecha com Traffic Arenas

ERICH BETING
Da Máquina do Esporte, em São Paulo

A nova arena do Palmeiras ainda não saiu do papel, mas a construtora WTorre já fechou contrato para a comercialização do estádio, que deverá começar a ser construído em 2010. A Traffic Arenas, braço do grupo comandado por J. Hawilla, foi contratada para vender propriedades comerciais da arena.

O acordo foi confirmado por Mauro Holzmann, diretor da Traffic Arenas, durante palestra sobre gestão de arenas na II Semana de Marketing Esportivo, organizada pela Máquina do Esporte em conjunto com a Empresa Júnior da Escola de Educação Física e Esporte da USP.

Segundo o executivo, as duas empresas já estão trabalhando em conjunto sobre o projeto palmeirense. Inclusive a Traffic já sugeriu algumas alterações, com o objetivo de aumentar o potencial de venda da arena, tornando-a mais rentável.

“Esse é o trabalho que devemos realizar. Dar esse olhar comercial para os projetos”, afirmou Holzmann durante sua apresentação na USP.

Criado no início do ano pela Traffic, o departamento de arenas primordialmente trabalhará na comercialização de propriedades nos novos estádios que deverão ser construídos no país nos próximos anos. O maior objetivo é a venda de camarotes corporativos e de patrocínios.

Holzmann, porém, diz que a empresa já começa a estudar se não será importante trabalhar também na gestão dos estádios de futebol. De acordo com o executivo, uma gestão pouco profissional da arena pode colocar por terra toda o projeto de comercialização do estádio.

“Nosso expertise é a comercialização de estádios, e não a gestão. Só que, se não houver uma gestão profissional do estádio, esse trabalho não renderá frutos. A gestão é muito importante. Nós estamos fazendo estudos para ver como a Traffic poderá estar presente nessa gestão. Como não é nosso negócio, a gente olha parcerias que podem ser feitas”, disse.

O executivo, porém, é cético em relação à entrada de grandes grupos internacionais para trabalharem como gestores de arenas. Para ele, a realidade de público e de fontes de receita no Brasil é diferente do que acontece nos Estados Unidos e na Europa, o que pode fazer com que o investidor estrangeiro tenha dificuldades na gestão da arena no país.

“Eu não acredito nesse sonho da vinda das multinacionais e das pessoas de fora que vêm fazer a gestão de estádios no Brasil. E há até um motivo simples, que mostra como aqui é diferente: como pode um estrangeiro entender que aqui você corre o risco de ter o seu estádio vendido inteiro com meia-entrada? Sua previsão de receita cai pela metade”, exemplificou.

A palestra de Holzmann encerrou o segundo dia da II Semana de Marketing Esportivo organizada pela Máquina do Esporte em conjunto com a Empresa Júnior da Escola de Educação Física e Esporte da USP. Na quarta-feira o seminário prossegue com duas palestras.

Às 9h haverá a apresentação de Marco Siqueira, sócio-diretor da Gol de Ouro, agência de marketing esportivo especializada na área de licenciamento esportivo. Siqueira falará sobre o mercado de licenciamento no esporte. Na sequência, é a vez de Fabiano Redondo, diretor de marketing da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), falar sobre o marketing de uma das principais modalidades esportivas do país.


Fonte:
Máquina do Esporte

Quem vem acompanhando o blog já sabia que a Traffic seria a empresa que comercializaria os camarotes, cadeiras cativas e o Naming Rights da Arena.

O Mauro Holzmann comentou que não acredita em uma empresa multinacional gerindo uma arena multi uso aqui no Brasil, em razão da diferença da nossa cultura com os países europeus. Eu não concordo com o ponto de vista dele nesse assunto, pois mesmo na Europa essas empresas estão acostumadas a trabalhar com culturas completamente diferentes e não seria muito difícil uma adaptação por parte delas para gerir um complexo desses no nosso país.

Esse assunto é um dos que mais me preocupa no projeto da nossa Arena, eu sempre comento com o Tchiro e o Claudio Baptista Jr. sobre a necessidade do Palmeiras ter um Project Manager estrangeiro contratado pelo clube para fiscalizar a obra e passar a experiência de gestão de um estádio europeu para nós aqui no Brasil. Infelizmente temos poucas pessoas com experiência nessa área atuando na America do Sul, o meu amigo Ricardo Araujo é um deles.

June
29

“A WTorre fez um acordo com um shopping vizinho ao clube, para aumentar a oferta de vagas de estacionamento em dias de jogo, quando a Arena Palestra estiver pronta. A construtora erguerá um prédio-garagem na frente do estádio, mas já percebeu que ele não será suficiente para atender à demanda.

Fonte: Lance

Essa noticia é da semana passada, mas vale a pena publicar para quem ainda não leu. No projeto da Arena Palestra Itália teremos dentro do clube 1500 vagas que irão ajudar bastante o nosso torcedor em dias de jogos e o pessoal que irá frequentar o complexo nos shows e eventos.

Eu não sabia desse projeto da WTorre de construir um prédio de estacionamento para ampliar ainda mais o bom numero de vagas que já temos contando com o Bourbon e o West Plaza. Seria bom eles construírem esse prédio na avenida Matarazzo para desafogar um pouco a circulação da Rua Turiaçu em dias de jogos.

Vou tentar me informar melhor sobre o assunto e depois eu publico aqui no blog.

June
22

“Alvo de dúvidas e discussões nos últimos meses, a Arena Palestra Itália estará pronta em 2012. Quem garante é Solano Neiva, presidente da WTorre, a construtora responsável pela reforma. E ainda por cima, ele procura abafar uma preocupação dos palmeirenses ao anunciar: as alterações realizadas no projeto deixarão o complexo do estádio ainda melhor.

“Fizemos algumas modificações com base no que as autoridades nos pediram”, afirma Solano Neiva, em resposta a críticas de conselheiros alviverdes. “O projeto ficou melhor, tem uma área verde maior ao associado do Palmeiras, beneficiou o conjunto de quadras do clube. O ginásio também será totalmente reformado”, emenda.

Em entrevista exclusiva à GE.Net, Solano Neiva também encerrou com todas as dúvidas sobre a demora no início das reformas, que tinham o início previsto para o ano passado. Na aprovação do projeto, a parceria Palmeiras-WTorre reclama da burocracia encontrada junto a órgãos municipais.

Segundo Solano Neiva, o investimento nas modificações da futura casa palmeirense chega a R$ 300 milhões. A promessa é de um estádio moderno, totalmente adequado às exigências da Fifa. Contudo, a WTorre quer que a arena continue atendendo a todos os segmentos sociais: ricos e pobres.

“Haverá diferentes tipos de lugares, desde os mais refinados, com restaurantes, opções diversas, mas não esqueceremos das cadeiras populares”, promete o presidente da construtora.

GE.Net: Por que houve tanto atraso nas obras da Arena?

Solano: É uma história longa e que precisa ser esclarecida. Há 12 anos, o Palmeiras conseguiu a aprovação de um projeto que tratava de uma arena para as necessidades da época. Dentro daquela lei, a aprovação deveria ser atualizada a cada ano. O Palmeiras conseguiu isso com a alegação de que fazia as obras lentamente, um pouco a cada ano. Só que na gestão da prefeita Marta Suplicy, houve uma mudança na legislação, com um novo plano diretor para São Paulo, novas leis para uso e ocupação do solo, uma revisão no Código de Obras. Nós achávamos que a autorização antiga era válida, mas fomos obrigados a começar a coletar documentos e provas para mostrar que o Palmeiras tinha um direito adquirido, por isso foi necessário um tempo de espera.

GE.Net: O Palmeiras agora espera o aval da prefeitura para começar a obra. Qual a previsão?

Solano: São Paulo é uma cidade mais complexa do que as outras, os assuntos passam por diversas instâncias que são extremamente separadas, você conversa com as secretarias de forma separada. Em nosso entendimento, esse projeto estará completamente licenciado entre outubro e dezembro deste ano.

GE.Net: O presidente Belluzzo chegou a dizer que poderia procurar até o prefeito Gilberto Kassab para agilizar o processo. Isso é possível?

Solano: O prefeito pode reunir todos os secretários e pedir urgência na aprovação. Se isso ocorrer, a gente iniciaria as obras em 30 dias.

GE.Net: No Palmeiras, conselheiros fizeram críticas fortes a essa nova arena. Eles alegaram que o projeto inicial tinha problemas graves, não era compatível com a área disponível. Isso é verdade?

Solano: Não é verdade. Fizemos algumas alterações com base no que as autoridades nos pediram. Trocamos alguns detalhes. Para se entender melhor, é como se você trocasse de lugar uma janela na construção de uma casa. Mas o projeto ficou melhor, tem uma área verde maior ao associado do Palmeiras, beneficiou o conjunto de quadras do clube. O ginásio será totalmente reformado, com uma quadra dentro das normas da Fifa. Poderemos receber, por exemplo, a seleção brasileira de futsal.

GE.Net: Você esteve recentemente no Palmeiras em uma reunião do Conselho Deliberativo para prestar esclarecimentos do projeto. O que foi discutido? A parte política do clube é uma preocupação da WTorre?

Solano: Na assembléia, ficou discutido que haverá uma série de reuniões setoriais públicas em um intervalo de 25, 30 dias, com a presença do nosso corpo técnico. Estamos à disposição para qualquer esclarecimento. Se for necessário, irei outras vezes ao Palmeiras para conversar. Sobre a política do Palmeiras, é uma situação que não nos pertence.

GE.Net: O ex-presidente Mustafá Contursi fez uma crítica de que a atual administração de Luiz Gonzaga Belluzzo está dando o patrimônio do Palmeiras a terceiros. Como você encara essa afirmação?

Solano: O Mustafá está equivocado. Todo time moderno deve mudar seu patamar para ter seu patrimônio atualizado. Isso ocorre no mundo inteiro. O Palmeiras será o primeiro clube brasileiro dotado de uma arena dentro das normas exigidas pela Fifa. Atualmente, não há ninguém com esse desenvolvimento.

GE.Net: Então o contrato é vantajoso ao Palmeiras?

Solano: O contrato é confiável para o clube. Qualquer analista econômico aprovaria. Desde o momento zero do contrato, o Palmeiras ganha uma porcentagem. Vamos explorar a Arena Palestra Itália por 30 anos. Mas, a cada ano, a participação do Palmeiras vai aumentando.

GE.Net: E para os investidores, quais as vantagens?

Solano: A ideia é ter uma remuneração de mercado, com 14% ou 15% de rentabilidade. É claro que existe um risco em todo esse investimento. Ninguém garante que as comercializações feitas na arena serão pelos preços que estamos estimando.

GE.Net: A torcida do Palmeiras teme que a Arena mude o perfil dentro do estádio, beneficiando aqueles com maior renda. Os torcedores mais humildes serão prejudicados?

Solano: Com certeza, o estádio não deixará de ser popular. O que a arena pretende trazer são espaços para um público que atualmente não frequenta as partidas por falta de estrutura dos locais. Haverá diferentes tipos de lugares, desde os mais refinados, com restaurantes, opções diversas, mas não esqueceremos das cadeiras populares, já que o futebol é um esporte de massa.

GE.Net: Sobre a Copa do Mundo de 2014, a Fifa já se mostrou preocupada com o projeto de reforma do Morumbi. A Arena Palestra Itália pode rivalizar com o estádio do São Paulo para ser o palco dos jogos na capital paulista?

Solano: Se precisar, a Arena Palestra Itália está aí, com um investimento que chegará a R$ 300 milhões. Não comportaria o jogo de abertura, por exemplo, como quer o São Paulo. Até onde eu sei, o projeto do Morumbi foi rejeitado. Mas deixo claro que o novo estádio é parte da obrigação que temos com o Palmeiras, atendendo ao caderno de encargos da Fifa, para receber um público de 42 mil pessoas.

Fonte: Gazeta Esportiva

Basicamente o que o Solano falou a gente já sabia, mas foi interessante alguns comentários dele sobre o projeto.

Eu achei legal e passou muita transparência ele passar a informação sobre a possibilidade do Kassab(se tiver vontade) poder acelerar o processo de aprovação da obra nos diversos departamentos da prefeitura de SP.

Também vale ressaltar ele comentando que a futura Arena Palestra Itália será um estádio para todo o palmeirense, desde o mais rico até o mais pobre!

Já não estamos mais aguentando de tanta ansiedade para o inicio das obras, espero que dessa vez esse cronograma seja cumprido e que a obra comece ainda nesse ano!

Get Adobe Flash player