October
9

WTorre e Coritiba

por Junior Gottardi

Parceria com empreiteira começa a tirar do papel o novo Couto Pereira

Coritiba deu ontem à noite o primeiro passo para construir seu novo estádio. O Conselho Deliberativo do clube foi oficialmente informado do início da negociação com a empresa de engenharia W Torre (a mesma que irá atuar na obra da Arena Palestra, nova casa do Palmeiras). Uma comissão de cinco experientes conselheiros foi formada para discutir o assunto junto a membros do G9, grupo que administra o Alviverde.

Conforme a reportagem apurou, já existe até um protocolo de intenções. Os pontos mais polêmicos a serem tratados são: o prazo que a empresa e um investidor (ainda indefinido) terão para administrar a nova praça de esportes (a proposta inicial é de 30 anos) e o local onde o empreendimento será erguido, se onde hoje está o Couto Pereira ou em outro ponto da cidade.

Alviverdes
Aniversário

Os festejos pelos 99 anos do Coritiba ocorrerão no domingo e na segunda-feira. Domingo, aproveitando que também é celebrado o Dia das Crianças, o Alviverde promoverá festa nas dependências do Estádio Couto Pereira. Os interessados devem comparecer, a partir de hoje, no espaço Eternamente Coxa, anexo ao Couto, para se cadastrar gratuitamente. Já no dia seguinte ocorre o jantar de aniversário no restaurante Madalosso. O ingresso para o evento custa R$ 30.

Prestação de contas

A reunião do Conselho Deliberativo alviverde, realizada ontem, também discutiu a parte financeira da atual administração. Há o costume da prestação de contas ser feita a cada três meses, porém, alegando dificuldades pela mudança da contabilidade (de um escritório terceirizado para dentro do clube) foi tolerada a demora para a apresentação do primeiro trimestre de 2008.

“Sou a favor de um consenso (sobre o local) para se resolver o que é melhor para o Coritiba”, diz Francisco Araújo, um dos integrantes do G9 consultado pela Gazeta do Povo.

Dentro do Conselho há alas que defendem a derrubada do atual estádio para se construir um complexo esportivo totalmente novo, mas na área do Alto da Glória. Essa proposta é defendida também W Torre, que começaria a obra já no ano que vem.

Entretanto, há os que querem apenas uma ampla reforma, temendo que quando o Couto estiver derrubado, não haja garantias para nova construção. Existe ainda, uma terceira via, que deseja o empreendimento em outro espaço.

Os integrantes do grupo que irá participar mais ativamente da discussão são necessariamente conselheiros de muita experiência no Verdão e que de preferência atuem na área de engenharia e construção – até o início da noite de ontem os nomes não estavam definidos. “Mas não há nada sacramentado ou assinado. Por ora é tudo muito incipiente”, assegura o presidente do Conselho Deliberativo, o chamado Conselhão, Tico Fontoura, dono de uma construtora e que não fará parte da “comissão permanente” por já estar em um cargo efetivo no clube.

Conversas rotineiras têm ocorrido sobre o tema, com a participação da cúpula coxa-branca. Porém, segundo Fontoura, não há data e nem local definido para um novo debate. “Absolutamente não. Tenho participado das conversas, mas no momento não há nada de novo em relação ao que já foi noticiado”, despista.

O presidente Jair Cirino, que está na Inglaterra, e os representantes da W Torre não foram encontrados pela reportagem. Contudo, já não é mais segredo que um dos projetos do centenário do Coritiba (completa 99 anos no domingo) é reconstruir – ou no mínimo remodelar – a sua casa

Fonte: WTorre

August
12

A empresa de engenharia WTorre, que tem contrato com o Palmeiras de parceria para a construção na nova arena Palestra Itália, negou ajuda ao São Paulo. A diretoria do time do Morumbi tentou agendar uma reunião com representantes da empresa no sentido de tentar um acordo para a construção de um edifício-garagem (estacionamento) nas proximidades do estádio. Há uma forte briga nos bastidores entre palmeirenses e são-paulinos pela sede dos jogos da Copa de 2014, na capital paulista. Como já existe um contrato assinado com o Palmeiras para os próximos 30 anos, a WTorre não quis sequer se reunir com os dirigentes do tricolor.

Entre os conselheiros no Palestra Itália, há um otimismo até exagerado de que o rival não conseguirá se adaptar a todas as exigências do caderno de encargos da Fifa. Tem engenheiro que garante que o estádio Cícero Pompeu de Toledo tem 8 mil pontos cegos (lugares em que o espectador não consegue ter a visão total do campo), e outros graves problemas que não seriam solucionados a tempo.

O novo cronograma da arena Palestra Itália marca o início das obras (na parte social) no mês de setembro. No próximo dia 30 vai ocorrer a assembléia para os sócios. Está previsto para abril de 2009, o início das obras no estádio e a partir daí o Palmeiras terá que mandar, por um bom tempo, seus jogos fora de casa. A entrega da nova arena deverá ocorrer em dezembro de 2010. O projeto final não prevê o teto retrátil, pelo auto custo (cerca de R$ 60 milhões). Apenas o campo de jogo não estará livre das chuvas, já que os 40.000 torcedores terão o conforto da cobertura.

O Corinthians, que num primeiro momento teve a oportunidade de fechar contrato para a construção do sonhado estádio, procurou a WTorre, recentemente. E a negativa foi a mesma dada ao São Paulo. Entretanto, a empresa pretende ainda construir mais quatro ou cinco arenas pelo Brasil, após o término das obras no Palestra Itália.

Você que ainda não conhece o projeto da nova arena Palestra Itália pode conferir no hot site:www.palmeiras.com.br

Fonte: Blog do Di Lallo – ESPN

July
18

Agora é a vez do Tiago Soares do Observatório Verde que me passou o link dessa ótima reportagem que a revista Carta Capital fez sobre a nossa Arena:

Chegamos à era das arenas?

A seis anos de receber a Copa do Mundo, o Brasil parece estar muito distante da realidade do chamado padrão Fifa em seus estádios. Mesmo o primeiro que pode atingi-lo em território brasileiro não está entre os pré-selecionados pelo comitê organizador da Copa de 2014, mas pode ajudar o País a entrar na era das arenas multiuso que vêm substituindo os estádios mundo afora.

Se tudo correr como estão estabelecidos os planos, o Palmeiras será o primeiro clube brasileiro a ter um equipamento –para usar um termo mais moderno– compatível com os padrões estabelecidos pela entidade que comanda o futebol no mundo. A Arena Palestra Itália, nome que o estádio Parque Antarctica receberá após a conclusão de sua reforma, prevista para acabar em dezembro de 2010, poderá receber até 45 mil espectadores, todos acomodados em assentos numerados –42 mil se for abrigar um evento Fifa. Nenhum desses lugares será de arquibancada, setor identificado com o torcedor mais popular.

Após passar 14 anos procurando a melhor maneira de modernizar o seu estádio, o clube paulistano fechou uma parceria com a WTorre Arenas para concretizar a Arena Palestra Itália. O Palmeiras e a empresa do setor imobiliário assinaram um contrato que prevê investimento de 250 milhões de reais em reformas que não se limitam ao antigo estádio, mas se estendem a melhorias na área social do clube, como a construção de quadras poliesportivas e de tênis, além de uma nova sede administrativa.

Acordos desse tipo, firmados entre a iniciativa privada e clubes esportivos, são fechados às dezenas ao redor do globo. Mesmo no Brasil, onde nenhum projeto deslanchou de maneira substancial, é possível listar alguns times que se dizem no caminho de ter um estádio moderno: Grêmio (fundou uma empresa apenas para cuidar do projeto), Figueirense, Atlético Paranaense (que parecia ser o primeiro que chegaria a ter um equipamento multiuso de fato, mas não consegue concluir o projeto integral da Arena da Baixada) e a Ponte Preta (que assinou um acordo que prevê a demolição do Moisés Lucarelli).

Mas a parceria fechada entre Palmeiras e WTorre causou espécie por um detalhe bastante peculiar: a empresa de empreendimentos imobiliários arcará com cada centavo dos 250 milhões de reais previstos para entregar pronta o reformado estádio do time alviverde. Em contrapartida, ganha o direito de explorar comercialmente por 30 anos a arena multiuso.

“O que chama a atenção é que a WTorre vai bancar toda a despesa, e isso não é nada comum quando se trata da construção de estádios”, diz Tomaz Alves, colunista da revista Trivela, especializada em futebol internacional. “Já vimos o contrário acontecer, como fez o Arsenal (time da primeira divisão do Campeonato Inglês), que bancou toda a construção da Emirates Arena com recursos próprios, mas tinham um plano de arrecadação para pagar, que contava com a arrecadação, por exemplo, da venda de camarotes, da comercialização antecipada de carnês.”

Alves reproduz a pergunta que ecoou nos meios de comunicação, que é a grande dúvida quando se trata da parceria: “Qual vai ser a parcela da WTorre na venda de ingressos, na comercialização de camarotes, na realização de eventos, nos direitos de nome do estádio, que são as grandes fontes de receita de uma arena multiuso?”

“Nós temos dois tipos de produtos nesta parceria com o Palmeiras. Os primeiros são aqueles vinculados às áreas patrimoniais, como a comercialização das cadeiras cativas, de camarotes”, explica Luis Fernando Davantel, executivo da WTorre Arenas. “Esta ‘família’ de produtos dará 5% das receitas líquidas, livre de impostos, nos primeiros cinco anos, com acréscimo de 5 pontos percentuais nesta receita a cada cinco anos. Assim, no fim do período de 30 anos estabelecido em contrato, o Palmeiras terá 30% das receitas líquidas destes produtos”.

A outra ‘família’ de produtos, que Davantel chama de operacionais, como a receita arrecadada com a realização de shows, feiras, palestras, congressos, festas e a exploração de estacionamentos, praças de alimentação e lojas, começa com 20% da receita para o Palmeiras. E segue o mesmo mecanismo de acréscimo a cada cinco anos dos produtos patrimoniais, chegando aos 45% ao fim do contrato.

O modelo é visto com bons olhos pelos dirigentes palestrinos, porque prevê a participação na receita gerada, não nos resultados atingidos. “Isso muda totalmente o negócio porque quando você participa da receita, tanto faz a operação. Se der lucro ou prejuízo, o problema é do investidor”, diz João Mansur, que trabalha no departamento de planejamento do Palmeiras. “Quando você participa do resultado, pode ter uma série de ingerências do parceiro. Isso foi um cuidado muito grande que foi tomado pelo Palmeiras porque ter que ingerência durante 30 anos é uma coisa, participar da receita é outra”.

A parceria parece ser realmente benéfica ao Palmeiras, ainda mais se for levado em conta que a parte da receita que caberá à WTorre vem apenas do que a empresa chama de “atuação patrimonialista”, ou a exploração do aluguel do espaço. “Se vier um produtor de shows que vá trazer a Madonna para o Brasil e ele fala que o melhor local para este show é a arena multiuso do Palestra Itália, a WTorre cobrará aluguel desse promotor e ele ficará com a receita da venda de ingressos”, explica Davantel. “A mesma coisa acontece em relação ao Palmeiras, que é o promotor dos jogos: toda a bilheteria do futebol, qual é o valor do ingresso, se ele cobra o setor vermelho 100 reais ou nada, são decisões exclusivamente do clube”.

Mesmo em relação à exploração dos camarotes e das cadeiras cativas, que pareciam ser uma fonte de renda exclusiva da empresa que vai reformar o Palestra, o clube paulistano terá garantida uma fonte de renda no mínimo igual à de qualquer outro clube que promova um jogo de futebol. “Nós vamos alugar camarotes por um período de dois, três, quatro, cinco anos, assim como as cadeiras cativas”, diz o executivo da WTorre. “Agora, independentemente de você ter um camarote, você terá que comprar um ingresso para ir ao evento. O aluguel te dá acesso àquele espaço, mas para cada evento promovido no espaço, é preciso comprar um ingresso. E sempre que o promotor do evento for o Palmeiras, os valores arrecadados na bilheteria são 100% do Palmeiras”.

Como pode se observar, os números indicam uma perspectiva favorável ao provável futuro bem-sucedido daquela que deve ser a primeira arena multiuso em terras brasileiras. Tanto é que, sem ao menos ter colocado a primeira pedra do novo Palestra Itália no ar, a WTorre já vê com boas perspectivas a possibilidade de construir novas arenas multiuso. “Ainda não há contrato assinado, mas sim conversas bastante adiantadas, em fase de pré-assinatura, para pelo menos outros três clubes”, revela Davantel.

Estas possibilidades, somadas às iniciativas de novas arenas multiuso já citadas no início, estejam no estágio em que estiverem, trazem à tona uma questão que está longe de ser respondida: o Brasil comportará diversos equipamentos desse tipo, ancorados em clubes de futebol, quando tem um campeonato nacional cuja média mal ultrapassou as 17 mil pessoas por jogo na edição de 2007?

Fonte: Carta Capital

July
6

WTorre vai modernizar estádio do Palmeiras

De olho na candidatura do País à Copa do Mundo, projeto de R$ 300 milhões vai transformar o estádio do Palestra Itália em arena multiuso dentro dos padrões exigidos pela Fifa

Rafael Frank

A WTorre Arenas, do grupo WTorre, assinou acordo com a Sociedade Esportiva Palmeiras para reformar e ampliar o estádio Palestra Itália, em São Paulo. O projeto de uma arena multiuso de 100 mil m², estipulado em R$ 300 milhões, terá os padrões exigidos pela Fifa (Federação Internacional de Futebol). A arena terá 100 mil m² no total. As obras iniciam-se em julho e têm previsão de término para o final de 2010.

Entre 18 de julho e 1° de dezembro de 2008 será executado um edifício de três pavimentos, dotados de seis quadras de tênis, seis quadras poliesportivas, um campo de society oficial e uma pista para caminhada. O complexo estará localizado na atual área do Palácio das Quadras – entre as quadras e o Ginásio 2. A primeira fase da obra não afetará os jogos de futebol.

Na área das quadras de tênis, após a conclusão do prédio esportivo, será construído um edifício de cinco pavimentos. Serão quatro pisos destinados a atividades sociais e esportivas, com área de 12.600 m², que abrigarão um auditório com capacidade para até 2 mil ocupantes e um anfiteatro para até 25 mil pessoas. As áreas comerciais e administrativas ficarão no térreo e a diretoria, no quinto andar. O prazo de entrega é 1° de agosto de 2009. Os dois edifícios serão executados com o sistema tilt-up. Haverá ainda benfeitorias e reformas no clube, como as piscinas.

A interdição do estádio ocorrerá apenas em abril de 2009, já que equipamentos como guindastes ficarão posicionados no campo. Luis Fernando Davantel, executivo da WTorre Arenas, estima que 70% da estrutura atual será aproveitada. Serão executados dois aneis e o atual desenho de ferradura do estádio será substituído por um retângulo arredondado. “Para fechar, por causa do ângulo, teremos que demolir alguns trechos”, explica. Apesar de toda a área para o público ser coberta, o gramado receberá cobertura apenas até a linha do gol no lado da avenida Francisco Matarazzo. “Haverá uma preparação para que a estrutura receba, posteriormente, um teto retrátil. Não considero essa solução interessante para o nosso País por causa da grama, conforto térmico do público e por ser limitante para certos eventos,” opina Davantel.

O projeto será totalmente definido entre 60 e 90 dias. Ainda há questões a definir, como o aspecto sustentável. “Estamos pensando na co-geração de energia, em células fotovoltaicas. O sistema de reuso da água também será empregado, apesar de não haver uma definição ainda da forma”, diz o executivo.

O estádio terá capacidade para 45 mil pessoas. Para eventos da Fifa, 42 mil pessoas poderão ocupar o estádio, sendo 2 mil jornalistas. Já em eventos múltiplos, o número de visitantes alcança os 60 mil. Haverá 250 camarotes, lanchonetes e quatro restaurantes. “Um deles será panorâmico e voltado para o campo. Será como um auditório, com desníveis, para que todas as mesas observarem os jogos”, explica Davantel. No estádio, haverá espaço para 1.400 vagas de carros. No total, serão 8,5 mil vagas cobertas, distribuídas entre o complexo e o entorno. A inauguração da arena está prevista para 15 de dezembro de 2010.

A concepção do projeto inicial foi dos arquitetos Ferro & Tallat. A readequação para os novos padrões exigidos pela Fifa ficou a cargo de Tomás Taveira, responsável pelo Estádio Sporting (Portugal), pelos centros comerciais e residenciais de Amoreiras e de Olaias, em Lisboa (Portugal).

Administração do Arena

A Sociedade Esportiva Palmeiras estabeleceu um acordo imobiliário com a WTorre. O time de futebol cedeu o terreno em detrimento das reformas e construções de novos edifícios.”Estamos estudando a questão financeira. A WTorre está recebendo propostas de bancos, fundos e grupos, inclusive internacionais, que desejam participar do projeto. Entretanto, a empresa possui condições para realizar o investimento (de R$ 300 milhões) sozinha”, afirma Davantel. Outra possibilidade que o executivo cita é o uso de recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) por meio da linha de crédito para estádios.

A WTorre administrará a arena nos próximos 30 anos e o Palmeiras terá participação nas receitas. Haverá duas receitas, patrimonial (jogos) e operacional (shows, aluguéis de espaços). No caso de jogos, isso significa 5% da receita líquida que aumentará 5% a cada cinco anos, tendo um teto máximo de 30%. A participação do clube esportivo nas receitas dos demais eventos e nos diversos espaços da arena será de 20% nos primeiros cinco anos com acréscimos de 5% a cada cinco anos – podendo chegar até 45%. Com a reforma do Palestra Itália, o estádio se torna apto para sediar eventos da Copa de 2014.

Fonte: Piniweb

June
18

Na manhã desta segunda-feira, Genaro Marino, diretor de futebol do Palmeiras confirmou a visita da construtora WTorre, para dar andamento aos projetos da Arena do clube e do Centro de Excelência que será contruído na Academia de Futebol.

A intenção é demolir o ginásio do centro de treinamento para conseguir modernizar o local, com equipamentos para recuperação física dos atletas, além de um hotel para a concentração dos atletas antes dos jogos.

“Acreditamos que isso seja viável e estamos com um projeto simultâneo com a Arena. Inicia-se o projeto de Arena e também do nosso Centro de Excelência aqui”, afirmou Genaro Marino.

No próximo dia 30, haverá nova reunião para definir as obras da Arena do Palestra, e assim que houver esta aprovação, o projeto de construção do Centro de Excelência no ginásio palmeirense será discutido. A intenção é de que ambas as obras tenham início no segundo semestre de 2008.

“Temos uma pequena amostra de como esse ginásio pode ser aproveitado, uma área de altura excelente para isso, e podemos fazer dois andares ou até três lá dentro. A tendência é de que agora em julho nós tenhamos boas notícias para o palmeirense”, afirmou o dirigente.

O Centro de Excelência terá espaço para concentração de atletas, hotel, refeitório e departamento médico.

Os jogadores da equipe alviverde também estão na expectativa do novo CT do clube. Leandro, lateral-esquerdo do Verdão, fez seu comentário sobre o projeto. “Com certeza esse projeto vai sair logo e vai ser seis estrelas”, declarou.

Fonte: Terra

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