Importante contrato será assinado no dia 30!
WTorre e Traffic assinam contrato dia 30
Acerto será realizado na sede do Palmeiras e definirá a exploração comercial da praça esportiva a ser construida
MARCELO DAMATO
SÃO PAULO
A WTorre e a Traffic assinarão na próxima quarta-feira ao meio-dia, na sede do Palmeiras, um contrato para exploração comercial da Arena Palmeiras. A Traffic será responsável por gerenciar desde os camarotes até os naming rights do estádio, passando pelo estacionamento e pelos auditórios que ficarão embaixo das arquibancadas.
A escolha da Traffic já tinha sido feita há alguns meses, mas, com o contrato, a parceria ganha contornos definitivos.
O próximo passo será o lançamento da pedra fundamental, que deve ocorrer entre novembro e dezembro. Juntamente deverá ser iniciada a pré-venda das propriedades, inclusive os camarotes e as cativas. A ideia inicial é que tanto uns como outras sejam alugadas por períodos de dois anos. Os preços não estão definidos, segundo disse há três dias Julio Mariz, presidente executivo da Traffic.
Pelo acordo entre a WTorre e o Palmeiras, o clube ficará com uma porcentagem menor da exploração comercial do estádio, mas essa porcentagem irá crescendo pelos próximos 30 anos, quando o complexo passará completamente às mãos do Palmeiras.
A WTorre deverá investir entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões no estádio e em prédios para a administração e diversos esportes, e irá recuperar o investimento justamente com a exploração comercial do estádio. Pelo plano de negócios apresentados, o Palmeiras deverá ter ganho de receitas desde o primeiro ano.
Fonte: Lancenet
Os rumores sobre essa parceria que já estava sendo comentando há algum tempo, nessa próxima quarta-feira devemos ter a assinatura definitiva do contrato entre Palmeiras/WTorre e Traffic.
Agora você me pergunta, o que nós vamos ganhar com isso?
Teremos uma experiente empresa de marketing profissional tomando conta de vários pontos estratégicos da Arena Palestra Itália. Será muito importante para o Palmeiras que a Traffic consiga comercializar por um bom valor o Naming Rights da nossa Arena. Essa é uma das inúmeras fontes de receita que ajudarão a parceria a atingir o sucesso que nós imaginamos.
Os camarotes e cadeiras cativas são também outra fonte importante de renda para o Palmeiras/WTorre; venho sentindo uma grande expectativa pela nossa torcida em comprar esses espaços na Arena. Se a Traffic trabalhar direitinho, tenho a absoluta certeza de que vamos ter muitos torcedores ficando de fora em razão da grande demanda que vai existir por essas cadeiras cativas e camarotes.
Fiquei apenas com uma interrogação sobre a Traffic explorar os auditórios! Normalmente quem explora esse segmento são hotéis que utilizam salas de convenções e auditórios para encontros de empresas e outros tipos de eventos. Pelo o que eu conheço desse mercado a existência de um hotel é essencial para dar suporte a esses espaços que ficarão dentro do clube e da Arena. Será que existe um plano da WTorre construir um hotel nas imediações do Palestra Itália?
Esse é mais um passo rumo a profissionalização do clube, onde serão contratados profissionais especializados na área e que vão trabalhar full time no complexo para gerar uma boa receita para todos os envolvidos.
Mais notícias da parceria WTorre e Traffic
“WTorre fecha com Traffic Arenas
ERICH BETING
Da Máquina do Esporte, em São Paulo
A nova arena do Palmeiras ainda não saiu do papel, mas a construtora WTorre já fechou contrato para a comercialização do estádio, que deverá começar a ser construído em 2010. A Traffic Arenas, braço do grupo comandado por J. Hawilla, foi contratada para vender propriedades comerciais da arena.
O acordo foi confirmado por Mauro Holzmann, diretor da Traffic Arenas, durante palestra sobre gestão de arenas na II Semana de Marketing Esportivo, organizada pela Máquina do Esporte em conjunto com a Empresa Júnior da Escola de Educação Física e Esporte da USP.
Segundo o executivo, as duas empresas já estão trabalhando em conjunto sobre o projeto palmeirense. Inclusive a Traffic já sugeriu algumas alterações, com o objetivo de aumentar o potencial de venda da arena, tornando-a mais rentável.
“Esse é o trabalho que devemos realizar. Dar esse olhar comercial para os projetos”, afirmou Holzmann durante sua apresentação na USP.
Criado no início do ano pela Traffic, o departamento de arenas primordialmente trabalhará na comercialização de propriedades nos novos estádios que deverão ser construídos no país nos próximos anos. O maior objetivo é a venda de camarotes corporativos e de patrocínios.
Holzmann, porém, diz que a empresa já começa a estudar se não será importante trabalhar também na gestão dos estádios de futebol. De acordo com o executivo, uma gestão pouco profissional da arena pode colocar por terra toda o projeto de comercialização do estádio.
“Nosso expertise é a comercialização de estádios, e não a gestão. Só que, se não houver uma gestão profissional do estádio, esse trabalho não renderá frutos. A gestão é muito importante. Nós estamos fazendo estudos para ver como a Traffic poderá estar presente nessa gestão. Como não é nosso negócio, a gente olha parcerias que podem ser feitas”, disse.
O executivo, porém, é cético em relação à entrada de grandes grupos internacionais para trabalharem como gestores de arenas. Para ele, a realidade de público e de fontes de receita no Brasil é diferente do que acontece nos Estados Unidos e na Europa, o que pode fazer com que o investidor estrangeiro tenha dificuldades na gestão da arena no país.
“Eu não acredito nesse sonho da vinda das multinacionais e das pessoas de fora que vêm fazer a gestão de estádios no Brasil. E há até um motivo simples, que mostra como aqui é diferente: como pode um estrangeiro entender que aqui você corre o risco de ter o seu estádio vendido inteiro com meia-entrada? Sua previsão de receita cai pela metade”, exemplificou.
A palestra de Holzmann encerrou o segundo dia da II Semana de Marketing Esportivo organizada pela Máquina do Esporte em conjunto com a Empresa Júnior da Escola de Educação Física e Esporte da USP. Na quarta-feira o seminário prossegue com duas palestras.
Às 9h haverá a apresentação de Marco Siqueira, sócio-diretor da Gol de Ouro, agência de marketing esportivo especializada na área de licenciamento esportivo. Siqueira falará sobre o mercado de licenciamento no esporte. Na sequência, é a vez de Fabiano Redondo, diretor de marketing da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), falar sobre o marketing de uma das principais modalidades esportivas do país.
Fonte: Máquina do Esporte“
Quem vem acompanhando o blog já sabia que a Traffic seria a empresa que comercializaria os camarotes, cadeiras cativas e o Naming Rights da Arena.
O Mauro Holzmann comentou que não acredita em uma empresa multinacional gerindo uma arena multi uso aqui no Brasil, em razão da diferença da nossa cultura com os países europeus. Eu não concordo com o ponto de vista dele nesse assunto, pois mesmo na Europa essas empresas estão acostumadas a trabalhar com culturas completamente diferentes e não seria muito difícil uma adaptação por parte delas para gerir um complexo desses no nosso país.
Esse assunto é um dos que mais me preocupa no projeto da nossa Arena, eu sempre comento com o Tchiro e o Claudio Baptista Jr. sobre a necessidade do Palmeiras ter um Project Manager estrangeiro contratado pelo clube para fiscalizar a obra e passar a experiência de gestão de um estádio europeu para nós aqui no Brasil. Infelizmente temos poucas pessoas com experiência nessa área atuando na America do Sul, o meu amigo Ricardo Araujo é um deles.
Traffic Arenas
“Traffic cria braço para arenas
ERICH BETING
Da Máquina do Esporte, em São Paulo
A Traffic Marketing Esportivo oficializou nesta terça-feira a criação de mais um braço de atuação dentro do futebol. A empresa acertou a contratação de Mauro Holzmann, ex-Atlético Paranaense, para ser um dos coordenadores da Traffic Arenas.
Essa nova área da agência funcionará na comercialização de propriedades nas arenas que deverão ser construídas para a Copa do Mundo. Holzmann, que até o final do ano era diretor de marketing do Atlético, atuará na venda dessas propriedades.
“Trabalharemos as propriedades de marketing nas arenas. Tudo o que for produto de marketing e merchandising será comercializado por nós”, afirmou Holzmann.
Mesmo sem as sedes da Copa do Mundo de 2014 definidas, a Traffic Arenas deverá trabalhar na comercialização de novos estádios que possam surgir, independentemente do Mundial. O primeiro deles poderá ser a nova arena do Palmeiras, que a partir deste ano será erguida pela construtora WTorre
Fonte: Maquina do Esporte“
A Traffic oficializou a sua atuação na área de venda de produtos relacionados a arenas e estádios em geral. Pelo que eu estou sabendo a Traffic é quem vai negociar o “Naming Rights” da Arena Palestra Itália e fará a comercialização dos camarotes e cadeiras cativas do nosso futuro estádio.
Pelos boatos que li na imprensa há um tempo atrás, os números da venda do nome da nossa Arena são assustadores para a realidade atual do futebol brasileiro! Falam em um contrato de 10 anos por 200 milhões de reais, ou seja 20 milhões de reais por ano! Se esse acordo for realmente concretizado vai superar todos os contratos de publicidade em camisa das equipes brasileiras, lembrando que o Palmeiras tem uma boa porcentagem sobre o valor bruto que for feita a negociação!
Mais sobre Traffic e WTorre
Mais informações sobre a parceria da Traffic e WTorre para a exploração dos camarotes da Arena Palestra Itália.
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Traffic vai comercializar os camarotes da Arena
Traffic estuda investimento em camarotes no Parque
Parceira do Verdão tem o interesse de comercializar os camarotes do Palestra
Parceira do Verdão na contratação de jogadores, a Traffic também já sondou a diretoria com a possibilidade de comercializar os camarotes da Arena Palestra Itália.
A empresa seria a responsável por atrair interessados a adquirir os espaços do estádio e ficaria com parte do lucro. Júlio Mariz, presidente da Traffic, tratou do tema com a diretoria de planejamento.
Os camarotes serão uma das principais fontes de receita no projeto da Arena. Em 30 anos de parceria com a WTorre, as rendas patrimoniais do clube (“naming right”, camarotes e cadeiras) são estimadas em R$ 321 milhões, de acordo com levantamento da Pluricorp, que assessorou o Palmeiras nos estudos para finalizar o projeto.
As receitas operacionais, relacionadas aos eventos e aluguel para área de restaurantes, por exemplo, são estimadas em R$ 185 milhões ao longo de toda a parceria
Fonte: Lance




