December
5

Vamos por partes…

por Junior Gottardi

Seguro – A minha situação é igual a de vocês, não estou conseguindo ter nenhuma informação correta sobre o seguro da Arena! :-( Fico preocupado sobre esse caso do nosso patrimonio não estar protegido em uma fase que já demoliram boa parte do clube, mas por outro lado confio na competência do Marcelo Terra (advogado responsável) que está defendendo o interesse do Palmeiras! Tomara que resolvam esse drama até o final do ano…

Naming Rights – Muito se falou sobre a Unimed ser a empresa que comprou o Naming Rights da Arena Palestra Itália, mas a Visa e um banco ainda estão na briga por essa propriedade. Os valores são muito bons, até em comparação aos estádios europeus, entre 7 à 10 milhões de reais por ano (o Palmeiras fica com 5% disso nos próximos 5 anos).

Fotos – Não estou conseguindo ir no clube, mas graças ao pessoal da Pró Palmeiras e o blog Chiqueiro Verde, estamos conseguindo acompanhar toda a obra no clube social e no estádio! ;-) Para ver as fotos pelo site da Pró Palmeiras clique aqui e se você quiser ver pelo Chiqueiro Verde clique aqui!

Hotsite – A minha informação é de que era para o hotsite estar pronto até o final do mês de Novembro, mas infelizmente isso não aconteceu. Parece que estão querendo lançá-lo junto com a apresentação do Naming Rights, para dar uma boa exposição para a futura marca que ganhar a concorrência!

Copa 2014 – As nossas chances de sediar os jogos da próxima Copa do Mundo aumentaram muito, com o problema da sede de Natal (leia mais aqui), temos boas possibilidades de ser o segundo estádio de SP se o Itaquerão sair… Falando no estádio do SCCP estou achando que eles não vão estar com o estádio pronto até 2014, a cada dia que passa fica mais apertado para eles cumprirem o cronograma. A forma de retornar o investimento através do Naming Rights para a Odebrecht cada vez mais não me convence; quem vai pagar 30 ou 35 milhões de reais se nem na Europa se consegue estes valores???

Já nos lados de Jardim Leonor a coisa está pior ainda… A vergonha da Linha 17 está com os dias contados, uma associação de bairro já está conseguindo decisões favoráveis contra o projeto, parece que a loucura de investir mais de 3 bilhões de reais apenas para colocar um estacionamento e um transporte de média capacidade na porta do Morumbi está chegando ao final! Leia mais aqui.

November
23

Enquanto o hotsite não fica pronto uma fonte segura e séria continua sendo o Danilo Lavieri do IG, ele conversou com o José Cyrillo Jr. sobre a implosão das arquibancadas e o seguro da obra.

Time precisa de aval de subprefeitura para derrubar parte do estádio; obras, no entanto, seguem normalmente

Danilo Lavieri, iG São Paulo

Palmeiras e WTorre aguardam por mais uma autorização para as obras da Arena. A luta contra a burocracia, dessa vez, fica por conta da autorização da subprefeitura da Lapa para poder demolir as arquibancadas Limão e parte das numeradas. O prazo inicial de essa etapa da obra acontecer no dia 27 de novembro deve ser alongado. A implosão deve ser feita apenas entre os dias 4 e 5 de dezembro.

A autorização da entidade se faz necessária pelo uso de dinamite nas obras. A técnica de implosão obriga que o trânsito da região seja interditado por um tempo para evitar problemas.

“A gente precisa da autorização da subprefeitura. Algumas demoras no processo fazem a gente acreditar que isso só vai sair no outro fim de semana, não no que estava previsto.

A prefeitura está perto de nos dar a autorização, mas a preparação leva um tempo. E se quiséssemos fazer neste fim de semana poderia ficar muito em cima da hora. A implosão é um processo que precisa de um tempo”, disse o diretor administrativo do clube, José Cyrillo Junior.

A implosão, como todos os processos relativos à obra, dependem da marcação de uma data pela WTorre. A empresa de engenharia, aliás, finalmente satisfez todas as vontades do Palmeiras. Assim como noticiado no último dia 16 de novembro pelo iG, a companhia duplicou o seguro de perfomance, colocando um o Palmeiras como o beneficiário e o Banco do Brasil no outro.

A apólice foi entregue ao Palmeiras na última sexta-feira. O advogado do Palmeiras analisará a documentação para finalmente oficializar a assinatura do documento.

A demora no processo, no entanto, já era esperada pela diretoria e as obras estão dentro do cronograma traçado inicialmente. Até mesmo a lentidão na hora de implodir a arquibancada não atrapalha a continuidade da Arena. As obras continuam normalmente, segundo o dirigente.

“Recebemos a apólice na última sexta-feira à noite e foi enviado para o advogado do Palmeiras ainda na segunda-feira. Agora, aguardamos a manifestação dele. Já chegamos a um denominador. Mas tudo está dentro do tempo normal. São pequenos problemas que vão sendo solucionados aos poucos. Nada que nos preocupe com o andamento da obra, que continua normal”, concluiu Cyrillo.

O Palmeiras deve ter seu novo estádio pronto em meados de 2013, pronto para ser usado na Copa dos Confederações. O custo de R$ 330 milhões está sob a responsabilidade da WTorre, que já conseguiu o financiamento de metade da obra com o Banco do Brasil.

Fonte: IG

November
16

O Danilo Lavieri do IG é o jornalista que está fazendo o melhor trabalho de cobertura da Arena Palestra Itália, diferente de alguns jornalistas ligados aos nossos rivais que apenas tentam aterrorizar a nossa torcida!

Não aguento mais de ansiedade para ver o hotsite da Arena que deve ficar pronto até o final do mês! ;-)

Presidente da WTorre comemora fim da novela do seguro e diz que fim de eleições acabarão com obstáculos ao estádio

Danilo Lavieri, iG São Paulo

“A WTorre está muito empolgada com a Arena do Palmeiras”. Essa é a frase de Walter Torre Junior, presidente da empresa responsável pela construção do novo estádio palmeirense.

Comemorando o desfecho da novela sobre o seguro de perfomance, Walter afirmou que não para de pensar em novidades para a reforma.

“Estão dizendo muita coisa, falam de tudo, que a obra vai parar, que a WTorre vai sair.

Enquanto não acontecer logo essa eleição, a gente não vai ter paz. Mas a Arena e a WTorre estão firmes e fortes. Em um mês, vamos ter muitas novidades para o torcedor”, disse Walter em tom de mistério.

Nesta terça-feira, o Palmeiras confirmou que a WTorre fará um novo seguro para o time como forma de segurança. A UBF, seguradora que já fez a apólice com o Banco do Brasil como beneficiário, também será responsável pelo novo documento.

A apólice com o nome do Palmeiras, no entanto, deve sair só nos próximos dias. Uma reunião para esta quarta-feira está marcada entre os diretores para confirmar que tudo oferecido pela empresa de engenharia está de acordo. Pelas inúmeras reuniões entre companhia e clube, o acerto deve sair sem problemas.

Fonte: IG

November
15

Conselho fiscal exigiu que WTorre mudasse termo da primeira apólice de seguro e o prazo dado foi o dia 16, terça-feira. Clube garante que respeitará a data

Danilo Lavieri, iG São Paulo

O Palmeiras deve conseguir resolver o último problema burocrático da Arena exatamente no último dia possível. A WTorre fará um segundo seguro de perfomance e colocará o clube como beneficiário. O prazo dado pelo COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) para que o documento apareça é o dia 16 de novembro.

Como o próximo dia útil é exatamente terça-feira, dia 16, a solução virá em cima da hora. Caso a regularização não saia a tempo, a obra é paralisada, fato que não assusta a diretoria do Palmeiras.

“Esse seguro está na saindo do forno. Acredito que não há motivos para nos preocupar. O COF vai ter o seguro na data estipulada”, disse o diretor de planejamento do Palmeiras, José Cyrillo Júnior.

O impasse já dura cerca de um mês e só aconteceu por causa da primeira apólice que foi feita pela empresa de engenharia. No documento, constava que o beneficiário era o Banco do Brasil, que financiará a primeira metade das obras. Dirigentes do clube consideravam perigoso aceitar este tipo de acordo e exigiram que o Palmeiras que recebesse a verba caso algo desse errado.

Representado por um advogado indicado pelo presidente do COF, Augusto Pompeu de Toledo, o Palmeiras conversou durante vários dias com o setor jurídico da WTorre para tentar mudar o contrato, mas isso não foi possível.

Segundo o vice-presidente da seguradora UBF, Luiz Alberto Pestana, assim que for dado o “ok” da WTorre, a apólice do seguro é emitida em um dia.

Mesmo sem o seguro, a WTorre já havia começado as obras, o que gerou muitas críticas dentro do clube, principalmente da oposição. O principal ginásio do clube, casas vizinhas, torres de iluminação e metade do gramado já passaram pelas obras.

A previsão é de que o estádio fique pronto em meados de 2013 e será usado para a Copa das Confederações. O orçamento está em R$ 330 milhões, mas o Palmeiras não usará dinheiro de sua verba. Em troca disso, a WTorre explorará os direitos comerciais do local por 30 anos.

*colaborou Bruno Winckler

Fonte: IG

November
5

O Palmeiras Todo Dia, através de seu colunista Junior Gottardi, entrevistou o presidente do COF (Conselho de Orientação Fiscal), Antonio Augusto Pompeu de Toledo, a fim de esclarecer as especulações geradas pelo documento que foi elaborado pelo órgão e que chegará nas mãos do presidente interino Salvador Hugo Palaia.

PTD – Conforme veiculado pela imprensa, o COF protocolou um documento questionando algumas ações tomadas pela gestão interina. Quais são as dúvidas que Conselho tenta esclarecer?

AG – Basicamente, na reunião do último dia 21, ficou deliberado que a Presidência do Executivo deveria ser alertada de que: (i) a demolição das instalações do Clube deveria ser interrompida enquanto não fosse aprovado os termos da apólice do seguro performance (Performance Bond) que a WTorre tem obrigação de apresentar até o próximo dia 15 de novembro; (ii) a Diretoria de Marketing deveria apresentar dados esclarecedores quanto à rescisão do contrato com a empresa que administra o Projeto Avanti; (iii) o contrato com a Outplan não deveria ser rescindido sem que houvesse a devida  apreciação pelo COF, uma vez que sua contratação se deu em concorrência entre diversas empresas, homologada pelo COF; (iv) fossem evitadas novas contratações que pudessem comprometer gestões futuras; e (v) principalmente que se regularizasse a quitação dos empréstimos  pré-existentes, nos termos da reestruturação da dívida, aprovada pelo COF.

PTD – O COF pediu a paralisação das obras da Arena? Caso sim, por que?

AG – De maneira alguma. A deliberação do COF reproduzida na carta protocolada junto à Presidência recomendou a paralisação das DEMOLIÇÕES das instalações do Clube, enquanto não regularizada a garantia. E isto porque,  se não for aprovada esta garantia, a escritura de concessão do direito de superfície se resolverá (ou seja se tornará ineficaz) e, nesta hipótese, não existe qualquer garantia ou responsabilidade quanto às demolições efetuadas. Em outras palavras: ficaremos sem a Arena e sem as instalações anteriormente existentes. Entendemos que a autorização para estas demolições foi um ato de gestão temerária, assim como já tinha sido a demolição do Ginásio II. É importante frisar que, caso seja apresentada esta garantia a contento, nenhum problema haverá, pois a escritura será eficaz e a responsabilidade da WTorre estará clara quanto a todas as obras e demolições realizadas. Temos convicção de  que a WTorre, como empresa séria que é, dará a solução adequada para esta questão.

PTD – Qual é o risco na sua visão se as obras continuarem sem o seguro “Performance Bond”?

AG – Como foi dito acima, este ato de gestão temerária poderá gerar prejuízos ao patrimônio do Clube, caso a escritura com a WTorre não se aperfeiçoe.

PTD – Sobre o Avanti, há pouco reformulado, algum ‘problema’ observado pelo Conselho?

AG – Ainda não temos conhecimento oficial da existência de problemas. Apenas suposições, pois a Diretoria de Marketing não apresentou à Comissão do COF os dados solicitados, dentre eles o valor das receitas auferidas, dos gastos correspondentes, além das razões do pagamento de multa rescisória para a empresa que alegadamente não cumpriu com o avençado com o Clube.

PTD – E sobre a comercialização dos ingressos? O suposto rompimento com a Outplan e a volta da BWA? A atual gestão manifestou-se nesse sentido? O que de fato aconteceu para que o Conselho a questionasse?

AG – Também neste caso nada nos foi comunicado pela Diretoria Executiva. Porém, em razão das diversas manifestações no sentido de que a atual Diretoria pretendia rescindir este contrato, entendemos que a Presidência não deve contratar uma empresa que, na concorrência realizada, foi descartada pelo COF. A recomendação dada é no sentido de que este assunto seja trazido à análise do COF com todas as justificativas a respeito, o que – acreditamos – deverá acontecer em face do solicitado na carta endereçada à Presidência do Executivo.

PTD – Pela proximidade das eleições, é inevitável a pergunta: o que o Conselho pretende com este documento? Há motivações políticas?

AG – Procuramos manter o COF inteiramente isento das questões políticas. É inegável que muitas decisões podem ser adotadas com um reflexo político direto no Clube. Mas no COF, todos os integrantes, sempre apresentam as devidas justificativas para seus votos. Em muitas ocasiões, tivemos os membros que integram a chamada oposição votando a favor da aprovação de contas e da gestão do futebol, por exemplo. Em outros momentos, severas críticas. Atualmente, as contas foram rejeitadas nos últimos dois meses por unanimidade, o que comprova que o COF mantém critérios eminentemente técnicos e do interesse da SEP nas suas deliberações. A última reunião (dia 21/10, que originou a carta) demorou 4:30 horas, com debates de alto nível, deixando evidente que o órgão tem como principal objetivo orientar e fiscalizar os atos da Diretoria Executiva, pois se houvesse motivações políticas, todas as deliberações poderiam ter sido adotadas em menor lapso de tempo.

Fonte: PTD

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