June
30

Guardem muito bem os nomes dos vereadores que participaram dessa vergonha com o nosso $$$ e que vai privilegiar o SCCP/ODEBRECHT.

Confira como cada vereador votou na votação desta quarta-feira:

Sim

Adolfo Quintas (PSDB) <- Palmeirense
Agnaldo Timóteo (PR)
Alfredinho (PT)
Anibal de Freitas (PSDB)
Atílio Francisco (PRB)
Claudinho (PSDB)
Claudio Prado (PDT)
Dalton Silvano (sem partido)
Domingos Dissei (DEM) <- Palmeirense
Edir Sales (DEM)
Eliseu Gabriel (PSB)
Francisco Chagas (PT)
Gilson Barreto (PSDB)
Goulart (PMDB)
Ítalo Cardoso (PT)
Jamil Murad (PCdoB)
José Américo (PT)
José Police Neto (sem partido)
José Rolim (PSDB)
Juliana Cardoso (PT)
Juscelino Gadelha (sem partido)
Marta Costa (DEM)
Milton Leite (DEM)
Natalini (sem partido)
Netinho de Paula (PCdoB)
Noemi Nonato (PSB)
Paulo Frange (PTB)
Quito Formiga (PR)
Ricardo Teixeira (sem partido)
Roberto Tripoli (PV) <- Palmeirense
Salomão (PSDB)
Senival Moura (PT) <- Palmeirense
Souza Santos (sem partido)
Toninho Paiva (PR)
Ushitaro Kamia (DEM)
Wadih Mutran (PP)

Não

Adilson Amadeu (PTB)
Arselino Tatto (PT)
Attila Russomanno (PP)
Aurelio Miguel (PR)
Aurélio Nomura (PV)
Carlos Neder (PT)
Chico Macena (PT)
Claudio Fonseca (PPS)
José Ferreira, o Zelão (PT) <- Palmeirense
Marco Aurélio Cunha (DEM)
Sandra Tadeu (DEM) <- Palmeirense
Tião Farias (PSDB)

Abstenções

Abou Anni (PV) <- Palmeirense
Antonio Carlos Rodrigues (PR) <- Palmeirense
Donato (PT) <- Palmeirense

Não votaram

Carlos Apolinário (DEM) <- Palmeirense
Celso Jatene (PTB)
David Soares (PSC)
Milton Ferreira (PPS)

Fonte: Terra e Jornal Agora (os vereadores palmeirenses)

June
19

Sansacional!

por Junior Gottardi

June
15

Atitude

por Junior Gottardi

Depois de muito tempo sem escrever a minha coluna aqui no PTD, volto para comentar sobre a situação vergonhosa da liberação de $$$ público para as obras no Itaquerão e no entorno do Morumbi.

Para quem não está muito por dentro do assunto, vou ajudá-los um pouco a conhecer melhor toda essa palhaçada:

Kassab libera R$ 420 milhões em incentivos para o Corinthians

Clique aqui para ler.

Membros de organizada invadem reunião e xingam Aurélio Miguel

Clique aqui para ler.

Lendo essas duas matérias, dá para perceber o quanto os nossos rivais estão sendo beneficiados. Fico na dúvida para saber o que é mais vergonhoso; os mais de R$ 460.000.000,00 de reais para o entorno do Morumbi (no total a linha 17 vai custar mais de R$ 3 bilões de reais) ou a isenção recorde para o SCCP construir o seu estádio!

Estamos em um momento crítico que vai determinar o futuro dos próximos 20 ou 30 anos do futebol paulista. O aparelhamento dos equipamentos dos três grandes clubes de SP vai ser responsável por um salto gigantesco no faturamento global das equipes. O problema é que enquanto nós conseguimos, com muito suor, viabilizar a Arena Palestra Itália em dois anos de aprovações na prefeitura para ter o alvará, acertar o parceiro e gastar mais de R$ 10 milhões de reais no entorno, o SCCP como se fosse por um passe de mágica, consegue o alvará em menos de 6 meses e incentivos fiscais milionários para a construção do Itaquerão e o SPFC utiliza de todos os artifícios possíveis para conseguir o tão sonhado estacionamento com 1600 vagas para o Morumbi.

E qual é a atitude do Palmeiras nessa história toda?

Total passividade!

A atual diretoria comandada por Arnaldo Tirone, Mustapha Contursi, Roberto Frizzo e Della Monica, apenas acompanham o processo como se o Palmeiras não tivesse nada a ver com esse beneficiamento direto aos rivais. Como o próprio Roberto Frizzo disse para mim: “Nós temos que cuidar do Palmeiras e esses assuntos não tem nada a ver conosco”. Lamento informar ao nosso VP de futebol, que um campeonato não se ganha apenas em campo, mas você precisa ter estrutura e principalmente $$$ para investir em bons jogadores, técnicos e etc… Por isso SPFC e SCCP brigam tanto por esses “incentivos fiscais” do governo e de uma forma desleal, vão conseguir se aproximar de nós (em estrutura) que batalhamos muito para a Arena Palestra Itália ser viabilizada via capital privado.

Eu já disse diversas vezes aqui no PTD e no La Nostra Casa que sou totalmente contrário ao uso de $$$ na Arena Palestra Itália, mas não podemos deixar de pensar comercialmente e ver os nossos rivais serem beneficiados dessa forma vergonhosa e não exigir um tratamento igual por parte do governo municipal, estadual e federal.

Temos que exigir ISONOMIA e por isso peço a vocês palmeirenses que tem contato direto com conselheiros e diretores do clube, que os pressionem  para defender o interesse do Palmeiras também na esfera política, porque não podemos ficar vendo o bonde passar e ficarmos passivos durante todo o processo.

Mea Culpa

Também tenho uma parcela de culpa nessa confusão e explico melhor para vocês no final desse texto. Como já tinha comentado por aqui, em 2009 o nosso parceiro Walter Torre Jr. ofereceu ao então governador José Serra o Palestra Itália para a abrir a Copa do Mundo de 2014, mas infelizmente o nosso ilustre palmeirense não quis comprar a briga com o SPFC e hoje estamos nessa situação.

O Professor Belluzzo vive uma situação paradoxal; ao mesmo tempo ele foi a pessoa que deu credibilidade a WTorre para que o projeto saísse (isso foram as próprias palavras do Walter Torre Jr. para mim), mas não aproveitou a oportunidade de aniquilar comercialmente nossos rivais em 2009 e junto com a Diretoria de Planejamento da época, não quis bater de frente com o governador e o SPFC.

Eu como tinha contato com dois diretores de planejamento da época (José Cyrillo Jr e Vicente Críscio) e com o próprio Professor Belluzzo, deveria ter insistido mais para mostrar a importância de não termos mais concorrentes em SP e consequentemente abrir a Copa do Mundo de 2014 no Palestra Itália.

Se tivéssemos tido uma atitude mais pró ativa naquele momento, poderíamos não ter sofrido tanto para aprovar os modificativos no projeto da Arena nas comissões da prefeitura e também teríamos conseguido salvar a cidade de SP dessa bandalheira com $$$ público.

Curtas:

4 – Queira mandar os meus parabéns ao meu amigo e conselheiro, Claudio Baptista Jr. que fez um ótimo discurso no Conselho Deliberativo do Palmeiras pedindo uma atitude sobre esse desperdício de $$$ público para o Itaquerão e o entorno do Morumbi.

Texto postado originalmente no Palmeiras Todo Dia.

June
7

Entrevista com Rogério Zagallo

por Junior Gottardi

Tive o prazer de entrevistar o diretor do belíssimo filme Primeiro Tempo, Rogério Zagallo. Todo palmeirense tem a obrigação de ver o filme, que retrata muito bem a linda história do nosso querido Palestra Itália.

Antes de falar sobre o filme, queria saber como você virou palmeirense?

Eu sou a ovelha verde da família, virei palmeirense por causa da cor, sou apaixonado por verde desde criança.

Filho de pai são paulino, mãe corinthiana, irmã e irmão corinthianos, nascido na Zona Leste, tudo me levava para o lado escuro da força.

Mas aos 4 anos de idade perguntei para minha mãe que time era aquele de verde que estava jogando na TV. Era o Guarani, mas minha mãe me informou que tinha um time verde em São Paulo, o Palmeiras, aí eu disse: “Então eu sou Palmeirense”. E pronto, lá estava eu no caminho da luz verde.

Quando e como surgiu a idéia de fazer esse documentário sobre o Palestra Itália?

Como tenho uma produtora e trabalho na área audiovisual faz algum tempo, eu e outros amigos de faculdade palmeirenses e outros apenas amantes do futebol sempre comentávamos que um dia deveríamos fazer um filme sobre o Palmeiras.

Mas, pelo tamanho da história do Palmeiras, eu sempre considerava isso uma coisa muito grande e complexa para o tamanho de produção que estávamos acostumados a fazer.

Depois que começaram a sair os filmes sobre os outros times, novamente a vontade de fazer algo sobre o Palestra voltou. Mas ainda achava necessário ter algum motivo especial, um recorte mais definido, um fato mais específico para contar. O tema Palmeiras é imenso, a história também, como fechar em alguma coisa mais pontual, esse era o grande problema. Aí, após a aprovação da arena e a aproximação do último dia de jogo, venho a ideia de fazer um filme sobre o estádio. Uma ideia bem simples na verdade, mostrar como era um dia de jogo no nosso querido Palestra Italia. A parte dramática viria com o fato de não ser um jogo qualquer e sim o último jogo do estádio naquele formato. Neste momento, a continuação do filme também  já estava desenhada, gravaríamos toda a transformação do estádio até o primeiro jogo na Arena. Fechando assim com o filme Segundo Tempo, que só agora começa lentamente a se tornar realidade.

Boa parte do Primeiro Tempo foi filmado no úlitimo jogo do Palmeiras no Palestra Itália contra o Grêmio, foi muito complicado acertar a logística das equipes de filmagem para dar tudo certo no final?

Como estávamos fazendo um documentário, o mais importante era filmar as coisas como elas realmente acontecem, por isso na realidade as equipes corriam atrás de fatos que sabíamos que iam acontecer mas que não tínhamos domínio para atrasar ou pedir para refazer. Outra coisa que atrapalhou por um lado, mas manteve o clima do filme por outro, foi ter feito a maior parte das entrevistas no próprio dia do jogo. Isso fez com que perdessemos algums cenas do entorno durante o transcorrer do dia. O mais difícil era decidir a todo momento o que era fundamental gravar e o que podíamos perder. Para isso, os anos de arquibancada foram fundamentais para saber o que exatamente nós teríamos que gravar para poder lembrar de um dia de jogo no Palestra Itália. Por exemplo, a última saída de campo do Marcos não podia faltar.

A expectativa da torcida está sendo grande em torno do filme?

A expectativa é grande principalmente pelo fato de ser o primeiro filme oficial, mas o importante é todo torcedor saber que este é um filme sobre o Palestra Italia, sobre a histórias e fatos ocorridos no estádio. Quem estiver esperando um filme sobre títulos e vítórias do Palmeiras pode se decepcionar um pouco.

Por outro lado, o fato de o antigo estádio já ter sido demolido deixa o filme muito mais nostálgico e emocionante. Ele na verdade trata-se de uma pequena homenagem de um grupo de torcedores a seu querido estádio.

Quando ele vai estar nos cinemas e à venda em dvd/bluray?

Estamos atrás primeiro de patrocinadores para conseguir colocar o filme no cinema e na sequência em DVD. Como ele é um mediametrgem, provavelmente ele não entrará em circuito comercial normal, vamos tentar fazer algumas exibições em salas de cinema mais como um evento pontual. Desse modo, o número de exibições vai depender muito da quntidade de público destas primeiras sessões.

A previsão é que isto aconteça neste segundo semestre.

Qual era o seu local preferido para assistir as partidas no Palmeiras no Palestra Itália?

Gostava de ficar na arquibancada indo atrás do ataque do Palmeiras. Infelizmente, depois do VISA, isto acabou.

Para encerrar a nossa conversa, conte-nos um pouco sobre a sequência deste filme, o já nomeado Segundo Tempo.

O Segundo Tempo começa nos minutos finais do Primeiro Tempo, depois vamos acompanhando a demolição e a construção da nova Arena, terminaremos o filme no pontapé inicial do jogo inaugural da Arena.

Tudo isso intercalando mais depoimentos e cenas históricas do estádio Palestra Italia. Porém, esse filme, se tudo correr bem, só conseguiremos finalizar em 2013.

Para mais informações sobre o filme, acesse o site oficial http://www.palestraitaliadoc.com.br/

June
5

Esse foi o relato do meu amigo Ricardo Spinelli no twitter, logo após ele ter saído do show do U2 no estádio do Morumbi no show que foi realizado no domingo. Isso me fez acender a luz amarela de atenção e me deixou preocupado com o planejamento que Palmeiras/WTorre precisam ter para que nós não passemos por uma situação idêntica quando a Arena estiver pronta.

Para quem conhece bem o Morumbi, essa situação não é nenhuma novidade. Localizado em uma área com poucos acessos (Av. Giovanni Gronchi, Av. Jorge João Saad e Av. Morumbi) a região do estádio fica sem condições nenhuma de dar uma boa vazão aos milhares de veículos que estacionaram no entorno do estádio. Esse problema todo é por causa da falta de um sistema de metrô eficiente na cidade de SP e principalmente na Zona Sul da capital.

A estação Morumbi da Linha 4 do metrô será inaugurada nos próximos meses; ela vai ficar há +- 1km de distância do estádio (uma boa caminhada), mas já é alguma coisa para uma região que não tem absolutamente nada na questão de transporte em massa para a população. Um sonho absurdo e que dificilmente sairá do papel (associações de bairro do Morumbi estão com diversas ações na justiça impedido a obra) é a Linha 17 de monotrilho, trajeto que foi criado na época em que o Morumbi seria sede da Copa do Mundo de 2014 e que mesmo sem demanda de passageiros para o investimento de mais de R$ 3.300.000.000,00 alguns políticos continuam insistindo em sua construção. Estranhamente o SPFC é o mais beneficiado com essa linha, pois o metrô está disposto a construir um estacionamento para 1600 carros em frente ao estádio!

Mudando a conversa agora para a nossa casa…

Está claro para qualquer leigo em transportes que a Arena Palestra Itália é imbatível quando se fala em localização, pois estamos em uma região central e com dezenas de vias de acesso ao estádio. Vale a pena lembrar um ótimo post aqui no blog do Ricardo Teixeira sobre acesso em ele aborda muito bem o assunto e prova que a Linha 6 ficará a +- 100 metros do Palmeiras e nós não teremos apenas uma estação próxima e sim três, contando com a Estação Barra Funda. Clique aqui e leia o post!

Uma coisa que eu preciso abordar também é a mudança da nossa cultura; nós precisamos nos adaptar a esse caos urbano que é a cidade de SP e utilizar mais o transporte de massa. Hoje já vivemos um inferno diário para se locomover praticamente durante todo o dia mesmo fora da hora do rush, agora imagine a situação que vamos passar daqui há dois anos quando a Arena estiver pronta! Por isso que mesmo tendo uma boa infra-estrutura ao redor do Palestra Itália, se não tivermos um bom planejamento na organização dos jogos em conjunto com a torcida, a vida de todos os palmeirenses será complicada.

Quero pegar um exemplo do Emirates Stadium, do Arsenal, que vive uma situação muito similar à nossa! O estádio dos Gunners está localizado em uma zona urbana, ao contrário  do que acontece em outras novas arenas que ficam na periferia das grandes cidades.

Abaixo, segue um texto muito interessante falando sobre a mobilidade do entorno, feito na última revista Stadia Magazine:

ARSENAL LETS THE TRAIN TAKE THE STRAIN

When Arsenal Football Club moved into the 60,000-seat Emirates Stadium five years ago, cars were taken almost completely out of the equation. “We were never going to have a high percentage of people arriving by car in any case,” says Sharon Cicco, Arsenal’s operations and safety officer. “There simply isn’t any place to park in London, and since we’re surrounded by a residential neighbourhood, streets have to be blocked off to vehicle traffic on game days.

Quando o Emirates Stadium passou a ter 60.000 assentos há 5 anos atrás os automóveis estavam completamente fora de cogitação. “Nós nunca teremos uma alta porcentagem de pessoas chegando ao estádio de carro”, afirmou Sharon Cicco, responsável pela parte operacional e de segurança. “Simplesmente não existe lugar para estacionar carros em Londres e já que estamos rodeados por uma área residencial, as ruas estarão fechadas para o tráfego de veículos durante os dias de jogos”.

Comentário:

“Como a cidade de SP não tem esse problema de estacionamento, mas por outro lado o nosso metrô não atinge toda a grande SP como Londres, precisamos encontrar um equilibrio no planejamento de transito do entorno da Arena, isso quer dizer que vamos precisar utilizar métodos de alertas via celular e rádio, avisando os torcedores que estiver em chegando nos arredores do Palestra Itália quais são as melhores opções de locais para estacionarem o seu veículo.”

So when the new stadium was designed, it was part of our planning permit that we would not offer parking. We had to guarantee that. We agreed to limit parking to 150 spaces for our corporate level customers – underneath the stadium. We also have a limited amount of coach parking for away supporters and other groups. But coming to the game by car is almost impossible, and it was planned that way. We have excellent service on the Tube (London Underground) and also mainline trains that stop nearby and connect to all parts of the country.”

Portanto quando o novo estádio foi criado, parte do planejamento permitia que não seria oferecido estacionamento. Foi acordado que 150 vagas seriam destinadas aos consumidores coorporativos, sendo que as mesmas seriam no subsolo. Outro determinado número de vagas foi reservado para patrocinadores e grupos especiais, mas para o torcedor comum, ir ao jogo de carro era praticamente impossível. Todo esse pensamento foi baseado no excelente serviço de metrô e linhas de trem que tanto a cidade quanto o país inteiro possui.

Comentário:

“Prestem atenção como a cultura européia é diferente da nossa, o Emirates tem milhares de cadeiras especiais e camarotes corporativos, alguem de vocês imaginaria algum executivo pegando o metrô para assistir um jogo do seu time aqui em SP depois das 18:00 que é a hora de pico do metrô, porque é praticamente impossível atingir todos esses torcedores com apenas 150 vagas de estacionamento destinadas a esse público.”

When the Emirates was in its initial permitting phase, Arsenal even promised the borough of Islington that, if necessary, the club would pay for a massive upgrade to nearby Holloway Road subway station. As it turned out, that expenditure wasn’t necessary.

Quando o Emirates Estava em fase de aprovação, o Aresenal até prometeu ao distrito de Islignton, que caso fosse necessário ajudaria financeiramente na melhoraria da estação vizinha de metrô Holloway Road. Acontece que isso não foi necessário.

Comentário:

“No nosso caso a WTorre teve que pagar mais de R$ 6.000.000,00 de reais, para melhorar o trânsito do entorno do Palestra Itália, o pior disso tudo é que nossos rivais ao invés de pagarem para a prefeitura uma melhoria na infraestrutura ao redor de seus campos (Morumbi e Itaquerão), eles estão ganhando investimentos de bilhões de reais .”

Since the Emirates is only a few blocks from the club’s previous home at Highbury, fans take the same trains they once used to reach the old stadium. “The queues are a tiny bit longer at Arsenal station and at Finsbury Park after the game,” Cicco says, “but it hasn’t caused any significant delay. We keep the stadium open for two hours after games, allowing fans to gather and watch replays or check other games on the concourse. We try to make it a bit of a social event, so that everyone isn’t leaving at the same time.”

Como o Emirates está poucos quarteirões do antigo estádio do Arsenal (Highbury), os torcedores continuam usando os mesmos trens que usavam para ir ao Highbury. “As filas são um pouco maiores na estação do Arsenal e na Finsbury Park após os jogos” disse Cicco, “mas isso não causou nenhum atraso significante. Nós deixamos o Emirates aberto por duas horas após os jogos, assim os torcedores podem se reunir e assistir os replays e acompanhar outros jogos do campeonato. Tentamos criar um tipo de um evento social, para que evite a saída de todos ao mesmo tempo.”

Comentário:

“Como já tinha citado acima, nós torcedores também precisamos nos conscientizar de utilizar mais o metrô da Linha 6, que estará a poucos metros do Palestra Itália. A sinergia entre o Palmeiras e a nossa torcida nesse aspecto é de extrema importância, porque com jogos que terminam as 23:30 não dá mais para ficar chegando em casa depois da 1 da manhã.

Por isso a criatividade e a boa comunicação do Palmeiras é fundamental para o sucesso da mobilidade das pessoas ao redor da Arena. Podemos pegar idéias como essa do Arsenal, incluir promoções para as pessoas que chegarem duas horas antes e também aquelas que ficarem mais uma hora no estádio após a partida. Não seria legal ter desconto de 20% em todas as lojas, restaurantes e bares nesses períodos? Os nossos craques do passados também poderiam ficar por lá e qualquer criança poderia tirar foto com eles. Mais uma idéia seria premiar de alguma forma os torcedores que vierem de metrô ou onibus! Temos que estimular essas idéias, porque dessa forma a receita do clube vai aumentar (lembrem que temos 20% do faturamento bruto dessas propriedades), nós torcedores vamos ficar mais motivados em ir aos jogos (principalmente por serem bem organizados) e os moradores da região também vão comemorar, porque não estaremos criando uma confusão na vida deles!”

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