






A torcida do
Palmeiras
protestou e parte dela sequer entrou ao estádio
para assistir a vitória por 2 a 1 diante do
Internacional,
no último dia 18 de maio, no Palestra Itália, pela
segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O motivo
foi a majoração no preço dos ingressos, que no
Campeonato Paulista custavam R$ 20, e na
competição nacional foram para R$ 40.
A diretoria palmeirense admitiu que abusou ao
majorar o preço dos ingressos em 100% e alterou os
planos. Na partida do Verdão diante do
Atlético-PR,
neste domingo, às 18h10m, no Palestra Itália, pela
quarta rodada do Brasileirão, a arquibancada
custará R$ 30. As entradas começarão a ser vendidas
na próxima quinta-feira.
Confira
os preços dos ingressos, que estarão sendo vendidos
nas bilheterias do Palestra Itália e nos demais
pontos de venda, que estão no site do ingresso
fácil (www.ingressofacil.com.br).
Arquibancada R$ 30 (meia-entrada R$ 15)
Cadeira Descoberta R$ 50 (meia-entrada R$ 15)
Visa R$ 50 (meia-entrada R$ 25)
Cadeira Coberta R$ 80 (meia-entrada R$ 40)
Fonte:
globo.com
EM MEADOS DOS ANOS 70, O recém-formado engenheiro
civil Walter Torre Júnior começou a construir e
vender casas de veraneio no litoral paulista. O
negócio ia bem, mas ele descobriu algo melhor. Em
1981, ouviu dizer que muitas empresas não
encontravam galpões de armazenagem para alugar. Sem
muito dinheiro no bolso, comprou um ônibus velho.
Com o veículo, que ele próprio dirigia, percorria
cidades do interior de São Paulo em busca de
fábricas abandonadas. O esquema era simples. Walter
oferecia ao dono do imóvel um preço baixo e, graças
a seu poder de persuasão e à decrepitude do lugar,
geralmente conseguia convencê-lo a vender a
fábrica. Depois, reformava o prédio e o alugava.
Com o tempo, percebeu que, se fizesse as obras
exatamente de acordo com o que as empresas
precisavam, poderia conseguir um preço mais alto
pela locação. Para economizar, transformou o ônibus
em um escritório ambulante. Fez isso durante três
anos, até juntar dinheiro suficiente para abrir uma
sede na cidade de São Paulo. A fama de construtor
de fábricas cresceu rapidamente.
De pequenos empresários, seus clientes passaram a
ser gigantes como Pirelli, Mul- Capa tibrás,
Nestlé, Casas Bahia, Volkswagen, Carrefour,
Univeler, entre tantos outros. Menos de três
décadas depois do início capenga, Walter é, aos 52
anos, um dos empresários mais bemsucedidos do País.
Sua empresa, a WTorre, virou referência na
construção de imóveis industriais e corporativos.
Os projetos tocados pela companhia somam, pelo
menos, R$ 4 bilhões, e novos contratos não param de
chegar.
Ao contrário de outros empreendedores que chegaram
ao topo de forma fulminante e que gostam de fazer
barulho de seus feitos, Walter é um sujeito
arredio. A comparação com Eike Batista é
inevitável. Enquanto este aparece nos jornais dia
sim, dia não, Walter prefere ficar longe dos
holofotes. Eike é vaidoso, adora ser fotografado,
sente prazer de ser visto ao lado de belas
companhias femininas. Walter detesta badalação.
Mantém um casamento discreto com a arquiteta Silvia
Maria Moreira Torre e raramente é visto nas festas
de celebridades. Em comum com Eike, o dono da
WTorre tem o gosto pela vida náutica. Ele possui um
iate Ferreti de 78 pés, que ganhou em troca de um
serviço prestado para um ex-empresário do setor de
medicamentos. O barco vale US$ 5 milhões e foi
batizado de “Midnight”. Antes, possuía um iate
Cabrasmar, de 80 pés, fabricado por um antigo
estaleiro do Rio de Janeiro, e que foi vendido por
US$ 1,6 milhão. O empresário também aprecia aviões.
“Ele comprou, no ano passado, um jato Gulfstream
G20”, diz um amigo que o conhece há 20 anos. O
valor da fatura? Entre US$ 12 milhões e US$ 14
milhões.
Pessoas próximas ao engenheiro dizem que a
personalidade ao mesmo tempo discreta e obstinada
foi fundamental para o sucesso da construtora.
Walter é um executivo de bastidores, ótimo para
negociar preços e melhor ainda para fazer seus
subordinados trabalharem duro. “Ele tem um estilo
direto”, diz o engenheiro Raphael D´Amico, amigo de
longa data e que já fez inúmeros negócios com o
empresário, o primeiro deles a venda de um terreno
em Alphaville, na Grande São Paulo, há 30 anos.
“Como todo engenheiro, não enrola na hora de
apresentar seus argumentos. Às vezes, é sincero até
demais.” A concorrência também o admira. “O Walter
é um homem de visão”, diz Hugo Marques da Rosa,
dono da Método Engenharia. “Seu grande mérito na
construção foi ter implantado no Brasil uma versão
mais moderna do sistema build-to-suit.”
Trata-se, em linhas gerais, da construção de
empreendimentos sob medida para alugar para
determinado cliente.
Foi Walter quem levou o conceito para as grandes
obras.
A WTorre é reconhecida como a construtora mais
veloz do mercado. Dois fatores explicam a
agilidade: dinheiro e tecnologia. O primeiro a
companhia resolve com o financiamento de bancos
parceiros, como Santander e Itaú. Como suas obras
são financiadas com a venda de recebíveis, títulos
lastreados na receita futura que vem do aluguel dos
imóveis, e seus clientes são empresas de grande
porte, a WTorre não tem dificuldade para conseguir
os recursos necessários para tocar as obras. Em um
setor que exige capital intensivo, a
disponibilidade financeira pode definir o sucesso
de um projeto. Quanto à tecnologia, uma das
inovações da empresa é uma técnica, importada dos
Estados Unidos, conhecida como “tilt-up”, que
permite moldar as paredes no chão, erguê-las por
meio de guindaste e depois traválas por um telhado
metálico.
Outro diferencial é a dose de ousadia que muitas
outras empresas não possuem. No ano passado, Walter
comprou um terreno de 60 mil metros quadrados na
Marginal Pinheiros, na zona sul de São Paulo, por
RS 397 milhões. O surpreendente é que o local era
conhecido, até então, como um dos maiores micos
imobiliários do País. O motivo é que o terreno
abriga, há 15 anos, o esqueleto do prédio da
Eletropaulo, obra abandonada por razões judiciais.
Quando a WTorre anunciou a compra, muitos
concorrentes torceram o nariz. Para alguns, a
aquisição foi um gesto de loucura. Walter teve a
idéia de fazer ali um complexo com mais de mil
escritórios de altíssimo padrão, um hotel
seis-estrelas e uma nova unidade, ainda mais
luxuosa, do Shopping Iguatemi. O tempo parece dar
razão ao empresário. A maioria dos escritórios já
está comercializada, sob locação. “A receptividade
das empresas para o novo shopping também tem sido
excelente”, diz Carlos Jereissatti Filho, o
Carlinhos, superintendente da Iguatemi Empresa de
Shopping Centers e sócio de Walter no projeto.
A construção de shoppings é um dos novos braços de
negócios do grupo. Recentemente, a WTorre fechou
uma parceria com a francesa Accor para erguer 20
hotéis no Brasil. A investida é um reflexo da
estratégia de diversificação que os executivos da
empresa decidiram adotar. Atualmente, a WTorre
possui cinco unidades de negócio: WTorre
Empreendimentos (incorporação de imóveis
comerciais), WTorre Engenharia (construtora do
grupo), WTorre Óleo e Gás (construção e reparo de
plataformas de petróleo), Guanandi (incorporadora
popular) e WTorre Investimentos. Se o processo
ajuda a companhia a crescer em ritmo alucinante,
também tem seu preço. Um consultor que atuou muitos
anos na área, e que chegou a estudar o caso WTorre,
afirma que o mercado já começa a ter dúvida a
respeito da capacidade de o grupo administrar esse
tamanho todo (as receitas estão em torno de R$ 1,7
bilhão).
Pela primeira vez, surgiram críticas em relação ao
controle de qualidade aplicado às obras, que teria
sido afrouxado graças à rapidez com que surgem
novos negócios. Atualmente, as dívidas da WTorre
estão perto de R$ 1 bilhão. Por enquanto, o
montante não é motivo de preocupação, já que a
companhia tem a receber muito mais de projetos em
andamento. “Se fosse uma empresa como a Gradiente,
diriam que é dívida”, diz o consultor. “Como é a
WTorre, falam que está alavancada.”
Para o dono de uma das maiores empresas do Brasil,
que manteve um longo contato com a WTorre por força
da construção de uma fábrica, a construtora é
“tecnicamente muito boa, mas cara”. Para este
empresário, entretanto, isso não é ruim. “De todas
as empresas que apresentaram projeto para mim, a
WTorre foi a que deixou menos espaço para aditivos
no contrato.” No ramo da construção, é comum os
advogados deixarem brechas que possibilitam a
cobrança de valores adicionais. A WTorre é uma das
poucas do ramo que não fazem isso – um sinal de
profissionalismo e de respeito ao cliente. “A
proposta que recebi deles foi a mais fechada de
todas. Eu sabia exatamente quanto ia gastar, e eles
cumpriram isso à risca.”
O modo de Walter trabalhar é peculiar. Ele costuma
acompanhar as obras de perto. Como tem rodagem em
fábricas de todos os tamanhos e tipos, quase sempre
sugere algo não previsto ou imaginado pela
contratante. Na unidade que construiu para a
Coteminas, em Campina Grande (PB), suas propostas
para melhorar a logística local foram acatadas pela
empresa. Ele tem obsessão por prazos. Gosta de
dizer que ninguém faz obras tão rápidas quanto as
suas. Também não é do tipo que se deixa levar por
impedimentos de qualquer natureza. Num projeto que
está realizando em São Paulo, algum subordinado o
avisou que o trabalho atrasaria porque não havia um
guindaste disponível para locação no Brasil. Walter
enfureceu-se. “E daí?”, perguntou. “Alugue um no
exterior.” A despesa não estava prevista no
contrato e Walter arcou integralmente com os
custos. A obra não atrasou.
Sua forma de negociação também é curiosa. Em geral,
ela é feita em dobradinha com seu sócio na empresa,
Paulo Remy. Funciona assim: quando querem fechar um
negócio, especialmente se o outro lado estiver em
desvantagem, Walter e Remy encenam um pequeno
teatro. Remy é o durão da história, que não cede um
milímetro e faz de tudo para desvalorizar o
oponente. “Ele irrita mesmo”, diz um executivo que
negociou com os dois há alguns meses. Depois de
desempenhar o seu papel, Remy cede o posto a Torre.
“Aí ele vem com a frase cínica, diz que está ali
para te ajudar, que só quer o seu bem”, afirma um
consultor que confirma a estratégia. No mercado,
Remy é visto como um executivo agressivo e muito
técnico, um profundo conhecedor do ramo. Se não é
uma simpatia de pessoa, Walter tampouco pode ser
chamado de arrogante. Pessoas que participaram de
difíceis negociações dizem que o que mais incomoda
é quando ele fixa os olhos no interlocutor, sem
falar nada. “Você não sabe o que o sujeito está
pensando, é muito esquisito”, diz o presidente de
uma grande empresa.
A WTorre está passando por um período de mudanças.
A empresa contratou o ex-presidente da TAM Marco
Antonio Bologna para assumir a direção da
construtora. Sua missão principal é reorganizar a
empresa para levála à bolsa. No ano passado, o
grupo chegou a se preparar para fazer o IPO (oferta
inicial de ações, na sigla em inglês), mas a
tentativa foi frustrada. A construtora também
trouxe Gabriel Monteiro, ex-sócio da Galleazzi
Consultores, para coordenar a área de planejamento.
Walter continua como o líder da companhia, mas terá
mais tempo para dedicar-se ao projeto de seus
sonhos. Está à frente da construção de uma cidade
inteira, de um milhão de metros quadrados, em pleno
deserto dos Emirados Árabes. Segundo projeções, 60
mil pessoas devem morar ali. O negócio está cotado
em R$ 1,5 bilhão, maior contrato já assinado pela
companhia. O ex-motorista do ônibus andarilho faz
jus à frase escrita na parede de seu escritório no
bairro do Morumbi, em São Paulo. “Não há nada como
um sonho para criar o futuro”, do francês Victor
Hugo. Definitivamente, Walter Torre criou um futuro
luminoso para si próprio.

Fonte:
Istoé Dinheiro
Na minha opinião, a abertura da Copa vai ser em
Belo Horizonte ou Brasilia, ainda mais agora com a
pressão do Aécio Neves e pelo fraco projeto
apresentado pelo SPFC.
A única coisa que não dá para afirmar é que o
Palestra Itália vai ser a sede de São Paulo para a
Copa 2014. Precisamos aguardar os próximos meses
para ver se o projeto corinthiano vai sair do
papel.
Fonte: Coluna Luiz Antônio Prósperi - JT
Apesar de não estar sendo divulgado constantemente
na mídia, o projeto de construção da Arena multiuso
do Palmeiras, divulgado em primeira mão pela GE.Net
no dia 9 de dezembro de 2007, segue a todo vapor
nos bastidores do campeão paulista e da WTorre,
empresa de engenharia parceira do Verdão no ousado
empreendimento.
Em contato por telefone com a reportagem da Gazeta
Esportiva.Net, o diretor de planejamento do clube,
José Cyrillo Júnior, adiantou a data de lançamento
da Pedra Fundamental da nova e reformulada
casa
do Verdão:
“Vamos enviar a minuta do termo de contrato de
parceria revisado para nosso conselho no mês de
junho e, no início de julho, lançaremos a Pedra
Fundamental para
marcar
o início da construção da Arena”, prometeu o
dirigente.
Segundo Cyrillo, as obras no Palestra Itália
começarão pela parte periférica do estádio, ou
seja, na parte social do clube, que ganhará novos
bares, restaurantes e um amplo e moderno
estacionamento. Apenas depois de adiantada essa
parte é que o campo do Jardim Suspenso será
refeito.
“O Palmeiras irá
disputar
todo esse Campeonato Brasileiro e também o
Paulistão do próximo ano em sua casa. Depois de
iniciadas as obras no estádio, prevemos um tempo de
aproximadamente um ano para que tudo fique pronto”,
comentou, avisando que o Verdão passará boa parte
do próximo Campeonato Nacional de 2009 e todo o ano
de 2010 mandando suas partidas fora do Palestra.
Os detalhes do projeto são basicamente os mesmos
apresentados oficialmente à imprensa no último dia
14 de dezembro. A única mudança que poderá ocorrer
é na capacidade da Arena: anteriormente prevista
para receber 42.500 espectadores, a nova casa
palmeirense, cuja inauguração está prevista para o
início de 2011, poderá abrigar até 45.000
torcedores.
“E estará de acordo com o caderno de encargos da
Fifa, pois pretendemos colocar o estádio à
disposição para ser sede da Copa do Mundo de 2014”,
reiterou Cyrillo, que sonha em ver a seleção
italiana desfilando no Palestra, nem que seja
apenas em treinos.
Fonte:
Gazeta Esportiva
O estádio do Pacaembu é a casa do
Corinthians
há muitos anos. E será o carro chefe na disputa
da
Série B do Campeonato Brasileiro
(a idéia é realizar também alguns jogos no Parque
São Jorge, que passará por reformas). O local, no
entanto, pode contar com um "intruso" na temporada
de 2009: o arqui-rival
Palmeiras.
Com a possibilidade de o clube alviverde iniciar as
obras para a modernização do Palestra Itália,
visando a Copa do Mundo 2014, no próximo ano, o
Palmeiras poderá mandar alguns jogos do
Campeonato Brasileiro
no estádio municipal.
Quem admite essa hipótese é o presidente do Verdão,
Afonso Della Monica. - Isso é uma coisa para pensar
mais para frente. As obras no Palmeiras devem
começar agora no meio do ano, mas a princípio na
área social. As mudanças na parte do estádio só
devem ocorrer no início de 2009. Aí, sim, existe a
possibilidade de o Palmeiras usar o estádio do
Pacaembu - explica Della Monica.
Até lá, o próprio Corinthians pode já ter aprovado
o projeto da construção do seu estádio próprio. O
consórcio Seebla/Egesa tem até o dia 30 de junho
para cumprir a carta de intenção e apresentar
projeto viável para a tão sonhada arena do Timão.
Fonte:
Globo.com