Jul 2008

A CBF escolheu 18 cidades, mas a Fifa só permite até dez.

Sara Piteira Mota

Se tudo correr dentro do previsto dentro de seis anos poderemos ver Cristiano Ronaldo a marcar golos na “Copa de Futebol”. O Brasil, país escolhido para receber o Mundial de Futebol de 2014, está a estudar os investimentos necessários a fazer para que os estádios possam receber a maior competição do desporto “rei” naquele país.

A disputa interna para a definição das cidades já começou mas apenas se sabe que o Estádio do Palmeiras, em São Paulo foi um dos escolhidos. O projecto inicial da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) incluiu 18 cidades e os respectivos estádios como opção, mas no máximo apenas 12 serão escolhidas e algumas terão direito ao financiamento estatal.

Há mais de um mês, Curitiba ficou de fora das nove cidades seleccionadas para receber investimentos através do “Plano de Mobilidade Urbana para a Copa de 2014”, divulgado pela Ministra do Turismo, Marta Suplicy. Até ao momento, apenas São Paulo, Rio de Janeiro/Niterói, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Recife/Olinda, Natal, Maceió e Brasília foram anunciadas como aptas para receber uma parte dos 15,2 mil milhões de euro (38,5 mil milhões de reais) disponíveis para infra-estruturas. Mas a decisão final cabe à FIFA, que se baseará num relatório a elaborar pela CBF até final deste ano.

Ricardo Teixeira, presidente da CBF, já disse que “o caderno de encargos elaborado pela CBF deverá ser entregue à Fifa em Dezembro de 2008.”

Das 18 cidades indicadas pela CBF – além das que foram incluídas no “Plano de Mobilidade Urbana para a Copa de 2014”, estão ainda a Belém, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Rio Branco, Salvador – apenas 12 deverão conseguir a aprovação da Fifa. Isto se a entidade mundial não impuser que o número fique entre oito e dez cidades, como estava inicialmente previsto.

Além disso, um relatório dos inspectores sobre o transporte urbano elimina Florianópolis, Maceió, Natal, Rio Branco, Campo Grande e Cuiabá por serem municípios que hoje não têm capacidade de receber os milhares de admiradores de futebol. O documento revela ainda que a abertura do Mundial está prevista para o Morumbi, em São Paulo, e que esta cidade é apontada como a provável sede do congresso da Fifa. Já o Rio de Janeiro, Brasília e ainda a capital paulista são citadas como candidatas a receber o centro de imprensa.

É o famoso estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, o principal candidato a receber a final da competição, porém para que tal aconteça é necessário que o governo do Rio efectue uma grande reforma.

Fonte:
Diário Ecônomico

|

Importante sobre a entrada do setor Visa!

O Vicente Criscio do 3VV fez um mapa muito bom para o pessoal que vai no setor Visa. Para evitar problemas de passar no meio da torcida adversária, ele mostra claramente o caminho correto a ser feito para não ter nenhum problema para você chegar em segurança em sua cadeira!

Clique
aqui para ver o mapa e os comentários dele!

|

LTU Arena

ltuarena


Para quem tem curiosidade em ver como é montada a estrutura de um show de grande porte em uma Arena moderna, eu encontrei no site da LTU Arena de Dusseldorf um video muito bacana mostrando todo o processo de montagem e desmontagem de um evento desse tipo.



Esse estádio tem uma cobertura retrátil e capacidade para 51 mil pessoas sentadas. Hoje ele é um dos princípais locais onde são realizados os grandes shows na Alemanha.

Para conhecer o site da Arena clique
aqui.

|

Palmeiras x Flamengo

Os setores S2, S3, S6, S7, S12 e S13 já estão esgotados!

Faltam menos de 500 ingressos para esgotar todo o setor Visa!

Happy

|

La Nostra Via

Revitalização da Turiaçu

Com a transformação do clube e a construção da nossa Arena, um ponto importante até agora que não foi abordado, é a rua Turiaçu, que está precisando de uma cara nova para poder acompanhar a modernização do clube e o novíssimo shopping Bourbon.

Na minha opinião, o Palmeiras/WTorre/Shopping Bourbon poderiam desenvolver um projeto de modernização da rua. Abaixo vou dar algumas sugestões do que pode ser feito para melhorar o aspecto da nossa porta de entrada da nova Arena Palestra Itália:

1- A retirada dos postes e fios para acabar com a poluição visual da rua, copiando o que deu certo na Rua Oscar Freire nos Jardins.

2- Criar uma padronização nas faixadas dos estabelecimentos que estão alojados na rua, podendo se inspirar nos bairros de Litlle Italy de Nova York ou Chinatown São Franscisco, criando uma rua mais italiana e moderna.

3- Aproveitar as avenidas que estão perto da Turiaçu para colocar diversas placas informativas sobre o clube, Arena e o Shopping Bourbon, principalmente com indicações dos locais de estacionamento.

4- Colocar um posto de informação ao turista perto da entrada do clube e do Bourbon, para poder auxiliá-los sobre onde é a entrada correta do ticket que a pessoa comprou para o show ou jogo do Palmeiras.

Se alguém tiver alguma ideia boa, me manda um email ou comenta aqui no blog e eu repasso para a diretoria do Palmeiras e da WTorre.

|

FAQ da Arena!

1 - O projeto da Arena envolverá obras e melhorias na parte social do clube (práticas esportivas e lazer)?

Sim, serão construídos dois grandes edifícios. Um com cerca de 10.000m2 (maior do que nosso campo de futebol) para abrigar as Quadras Poliesportivas, Tênis e Society e outro (com cerca de 15.000m2, quase o dobro do que nosso campo de futebol) para abrigar todas as atividades que hoje estão instaladas sob as Arquibancadas do Estádio Palestra Itália, como Ginástica, Hóquei, Ballet, Judô, Boliche, Bocha, Arco e Flecha, Cursos, Presidência, Diretorias, Administração, etc.

2 - Essas melhorias já estão definidas? Podemos saber quais são?

Todas as atividades que hoje estão instaladas em locais improvisados. A definição de locais específicos e especialmente projetados para as práticas esportivas dos associados e atletas, será feita ouvindo-se os Diretores e principalmente os usuários de cada área, e isso fará com que cada esporte tenha o seu local adequado e seguindo as normas de suas respectivas confederações, bem como as áreas de serviços para os associados e atletas destas modalidades (vestiários, lanchonetes, etc). Será um investimento de cerca de R$ 50 milhões de reais nas readequações e na construção das novas e modernas áreas dos associados.

3 - Poderá, então, haver aumento das Mensalidades e Taxas?

Não, obviamente não. Ao contrário, Instalações novas, significam menores Custos de Manutenção e conseqüentemente, menos gastos. Lembrem-se, as Taxas de Manutenção são calculadas pelo Custo de Manutenção do Clube. Se as Instalações forem todas novas, evidentemente a Manutenção diminui, e o Clube poderá manter as Taxas sem sofrer os prejuízos que sofre hoje em dia. Além do que, a parceria com a WTorre, além de proporcionar uma economia na manutenção do Estádio Palestra Itália (estimado em R$ 8 milhões por ano) e receitas adicionais, fará com que o Clube fique auto-suficiente em suas contas (diferença entre Receitas e Despesas). Atualmente, a situação está completamente invertida, como temos instalações antigas e com manutenção cara, necessitamos cada vez de mais recursos para podermos  manter "utilizáveis" essas áreas para os associados. Infelizmente, hoje o Clube tem um prejuízo em sua área social e caso a parceria não fosse efetuada, aí sim, as Mensalidades e Taxas sofreriam reajustes para que se pudesse manter o patrimônio do Clube. Nosso parceiro irá investir R$ 50 milhões na área social, fora o investimento no Estádio de Futebol. Não existe nenhum projeto semelhante a este no Brasil.

4 - Tenho cadeiras cativas no Estádio. Quanto tempo iremos ficar sem jogos no “Palestra Itália”?

A Sociedade Esportiva Palmeiras, como sempre, respeitará todos aqueles que tenham direitos no Estádio. Os permissionários de cadeiras serão chamados para negociar suas posses e permissões. Provavelmente o Estádio Palestra Itália ficará fechado por 16 Meses para jogos, a partir do início do Campeonato Brasileiro de 2009.

5 - Onde mandaremos os nossos jogos? O dono de cativa terá o seu direito respeitado quando o Palmeiras for o mandante?

Ainda não é possível determinar onde serão os mandos de jogos do Palmeiras. Esta será uma decisão da Diretoria de Futebol, como já aconteceu no início do Campeonato Paulista de 2008, quando o campo do Palestra Itália ficou fechado para a troca do gramado. A Diretoria procurará resolver administrativamente a melhor solução para os proprietários de cativa em seus jogos de mando.

6 - Tenho camarote no Estádio. Como ficará a nossa situação?

Os camarotes são alugados pelo Palmeiras em contratos anuais. Todos os contratos, quando vencidos, não serão renovados, Mas, os atuais ocupantes terão prioridade de reserva quando da abertura da negociação dos camarotes da Arena. Vale lembrar que em toda a sua história, o Palmeiras sempre honrou seus contratos.

7 - Sei que a Arena será fechada (anel). Isso atingirá as piscinas? Perderemos, durante alguma fase da construção o uso das piscinas?

Aa áreas Sociais do Clube não terão suas atividades interrompidas um único dia. Principalmente as piscinas, que não sofrerão qualquer efeito da reforma, pois serão integralmente preservadas, com melhorias nos Vestiários e Saunas, que serão novos. O fechamento do anel da Arena implica em deslocamento do campo atual em cerca de 7 metros em direção às arquibancadas amarelas (onde hoje ficam as torcidas organizadas). Com este deslocamento, a Arena ganhará uma área adicional que permitirá o fechamento do anel. A projeção do Estádio não ultrapassará o limite do fosso hoje existente, mesmo porque, o projeto aprovado na Prefeitura de São Paulo tem como limite máximo, este mesmo fosso.

8 - Perderemos os Ginásios e o Salão de Festas?

Ao contrário, ganharemos mais ginásios e salões de festas. O Ginásio I será reformado ganhando quadra mais apropriada para qualquer esporte, além de lugares mais confortáveis para os assistentes. Atualmente possuímos 5 Quadras Poliesportivas "descobertas" além do Ginásio Pequeno. No novo projeto, o Ginásio II será demolido e dará lugar a um Edifício Poliesportivo com 6 Quadras Poliesportivas cobertas. Ou seja, vamos trocar 5 descobertas por 5 cobertas. Teremos um Salão de Festas com capacidade adequada a eventos múltiplos, ou seja, será usado o conceito de "modularidade". Isto significa que o novo Salão pode ser modulado para 2 ou 3 eventos simultâneos de 100 pessoas, ou um evento grande de 500 pessoas e assim por diante, Estas reformas permitirão que o Associado realize desde Batizados, Aniversários e Festas Familiares, até Convenções e Festas de grandes Empresas. Como teremos também um local para Culto Ecumênico/Religioso, poderão realizar Casamentos, com a cerimônia religiosa e festiva dentro do Clube.

9 - O setor de Tênis será atingido?

Atualmente as Quadras de Tênis são descobertas. Ao serem transferidas para o Edifício Poliesportivo, 100% das Quadras de Tênis serão cobertas. Em nenhum momento o esporte deixará de ser praticado, uma vez que as Quadras serão construídas sem a mudança de lugar das quadras atuais, que só serão interditadas após a mudança para o novo local.

10 - Quadras de Vôlei, FutSal, Futebol Society serão atingidas?

Como explicado, teremos o Ginásio Grande reformulado e mais 6 Quadras Poliesportivas cobertas, inclusive com dimensões oficiais para Futsal. O Society terá um campo de dimensões oficiais com uma pista de corridas e caminhadas à sua volta.

11 - As áreas de Estacionamentos atuais serão fechadas? Haverá diminuição dessas áreas?

O Palmeiras possui cerca de 200 vagas de Estacionamento. No novo projeto, serão mais de 2.500 vagas, todas cobertas. Isto significa que o Sócio chegará ao clube em um domingo de sol, ao meio dia e encontrará local seguro para estacionar, dentro do clube, sem deixar o carro na rua ou com flanelinhas. Alem disto, em dias de jogos, o Associado não precisará tirar seu carro do Estacionamento antes do horário do jogo, podendo a área Social do clube a qualquer horário, mesmo em dias de jogos de futebol.

12 – Qual o tempo para a construção do edifício com as quadras de Tênis suspensas e também do Edifício de Administração? E, neste último, haverá espaço para atividades de Lazer e Recreação?

A previsão será de 6 meses para o Edifício Poliesportivo. O Edifício Administrativo será feito em 12 meses, após a entrega do Edifício Poliesportivo. Fica claro que somente após a inauguração do Edifício Poliesportivo, as Quadras atuais serão desativadas para outras obras.

13 - Onde encontrarei bem detalhado o projeto da Arena e como saber se haverá restrições que prejudicarão o Associado?

A partir de 22 de Julho estaremos colocando as informações em áreas do clube, no site do Palmeiras e também em vídeos que serão espalhados pela lanchonete, restaurante e outros locais. Além disto, estaremos com um serviço de "Perguntas e Respostas"  na Revista do Palmeiras, no Site Oficial do Palmeiras (
www.palmeiras.com.br) e no site da Arena (www.arenapalestra.com.br). Porém desde já o associado pode ter certeza que o projeto em nada prejudicará o seu convívio no Clube, muito pelo contrário, só o beneficiará.

14 - Faço "Cooper" no entorno do Jardim Suspenso ou na arquibancada. Perderemos esse espaço durante a construção da Arena e depois dela pronta?

Quem faz este tipo de atividade será muito beneficiado, pois no Edifício Poliesportivo será construída uma pista de "Cooper" e caminhada, com piso adequado, na cobertura, além de outros espaços para caminhadas Hoje, infelizmente quem faz estas atividades, corre o risco de contusões, pois o piso e local não são adequados.

Fonte:
Site do Palmeiras

|

Setor Visa quase esgotado!

Parece que vamos ter casa cheia contra o Santos!

No site do setor Visa, restam menos de 200 ingressos para o clássico de quinta-feira.

Se você quiser ver o jogo, pegue o seu cartão e corra no site para comprar o seu ingresso!

|

Mais informações sobre a votação de segunda!

O Conrado do blog Parmerista, conta mais detalhes no seu post sobre a votação da alteração do estatuto. Vale a pena dar uma lida no texto dele que dá vários detalhes do que realmente aconteceu nessa segunda-feira.

Clique
aqui para ler o post do Conrado.

|

Mais uma etapa vencida!

Votação encerrada e mais uma etapa vencida, com aprovação por aclamação a alteração do estatuto, que agora conta com a inclusão do direito de uso do solo para a Arena Palestra Itália.

Outro detalhe importante, foi a votação para saber se o voto seria fechado ou aberto. Mais uma vez a turma do mau teve que assistir uma vergonhosa derrota no conselho; 144 votaram pela aberta e 89 pelo voto fechado! Isso é um bom parâmetro para as próximas eleições para presidente no clube, pois está sendo demonstrado que a oposição está cada vez mais enfraquecida!

Agora a última etapa é a assembléia dos sócios, em que precisamos de apenas 1/3 dos votos válidos para encerrar essa fase burocrática da aprovação da tão sonhada Arena!

Você sócio com mais de três anos de clube, tem a obrigação de ir votar nessa assembléia que será daqui há algumas semanas!

|

Grupo de Mustafá quer voto secreto em reunião sobre Arena

Os trâmites para oficializar a construção da Arena Palestra Itália movimentam o cenário político do Palmeiras. Nesta segunda-feira, o Conselho Deliberativo se reúne para votar uma mudança no estatuto do clube necessária para avançar com o processo burocrático do novo estádio. O grupo político ligado ao ex-presidente Mustafá Contursi se articulou para que a votação seja secreta.

Pelo atual estatuto, o Palmeiras não pode envolver o Estádio Palestra Itália em qualquer tipo de negócio. "Constitui bem inalienável, o imóvel da Avenida Francisco Matarazzo, Estádio 'Palestra Itália', que não poderá ser por qualquer forma onerado, assim como quaisquer outros que se lhe acrescerem e a ele se incorporarem", diz o artigo 137, parágrafo 2º.

Para a existência da Arena Palestra Itália, é essencial alterar este item. A idéia é acrescentar a seguinte frase ao estatuto: "A concessão dos direitos de uso da superfície depende de prévia autorização do Conselho Deliberativo". Uma vez aprovada pelos conselheiros em sistema de maioria simples, a mudança ainda precisa ser ratificada pelos sócios em Assembléia Geral, marcada para o dia 30 de agosto.

A chamada "cessão de superfície", que regula o empreendimento do Palmeiras com a W Torre, é uma legislação ainda recente e pouco conhecida, instituída com o novo Código Civil, semelhante ao conceito de aluguel. Basicamente, a operação consiste na compra e venda de um espaço que será devolvido após um período pré-determinado. Pelo acordo, a empresa construtora ganha o direito de administrar a Arena durante 30 anos.

Nesta segunda-feira, o Conselho Deliberativo do Palmeiras se reúne para votar a eventual mudança. Um grupo de cinqüenta e oito conselheiros ligado majoritariamente ao ex-presidente Mustafá Contursi protocolou pedido na secretaria do clube para que a votação seja secreta. Desta forma, antes de iniciar a cerimônia, Seraphim Del Grande, presidente do órgão, precisará resolver com os membros a maneira de votar.

Wlademir Pescarmona, assessor especial do clube e homem forte do movimento Muda Palmeiras, acusa os defensores do voto fechado de quererem se esconder. "Eles não querem dar a cara para bater, querem fazer tudo na surdina. Eles querem evitar votar 'não' para não pareceram contrários a um projeto desse tipo. Repercutiria mal entre os sócios, entre a imprensa, em todos os aspectos. Por isso, eles vão tentar tumultuar ao máximo", diz o conselheiro, partidário do voto nominal.

Na eleição para aprovar a construção da Arena Palestra Itália, realizada no dia 30 de junho, 163 pessoas votaram a favor e apenas três foram contrárias. Boa parte dos conselheiros da oposição boicotou a votação e não compareceu. Ao lado de Mustafá Contursi e Chico Hipólito, Piraci Oliveira rejeitou a proposta. Favorável ao voto secreto, ele rebate a acusação dos defensores do novo estádio.

"Eu tenho gastado grande parte do meu tempo em exposição dos motivos do meu voto, pedindo a palavra, enviando material para meus companheiros, falei no rádio, falei na TV e gostaria de usar o seu canal para lançar o desafio de propor um debate", diz o conselheiro, que ainda apontou a existência de "inverdades" no material de divulgação do projeto da Arena.

Para Piraci Oliveira, o pleito aberto pressiona os votantes ligados de alguma forma à atual diretoria. "Em tese, essas pessoas não teriam liberdade de consciência para votar contra", argumentou. Na visão do conselheiro, a superfície da área que seria cedida à empresa não está clara. "O clube pode até virar estacionamento do Shopping Bourbon, como inclusive já foi proposto".

Como a Assembléia Geral dos sócios será com voto fechado, Piraci Oliveira defende que o mesmo expediente seja adotado no Conselho Deliberativo. Em seu artigo número 96, o estatuto do Palmeiras determina o seguinte: "As votações do C.D. (Conselho Deliberativo) serão simbólicas, nominais ou secretas a juízo do plenário, ressalvada a hipótese do artigo 94, sempre por maioria de votos dos presentes". O artigo 94 regulamenta a eleição de alguns membros da diretoria, algo fora de discussão neste momento.

Wlademir Pescarmona garante que a área em questão diz respeito apenas ao Estádio Palestra Itália, como está no estatuto do clube. Otimista para a votação desta segunda-feira, o conselheiro acredita que a ala de Mustafá pode perder o jogo antes do apito inicial. "Se eles forem derrotados na questão do voto secreto, correm o risco de perder antes mesmo da votação da mudança no estatuto. É muito perigoso", declarou.

Fonte:
Terra

|

Arena Palestra Itália cada vez mais perto da Copa 2014!

Saiu no jornal o Lance de hoje, 2 comentarios muito interessantes de um mebro do comite organizador da FIFA para a Copa 2014, onde ele fala um pouco sobre a escolha dos estádios para o mundial!

Só para lembrar a nossa torcida, o projeto da nossa Arena tem a grande vantagem de um seguro que garante a entrega do estádio para o fim de 2010 e começo de 2011.

lancefifaarena

|

Mais informações sobre a Arena na Carta Capital

Agora é a vez do Tiago Soares do Observatório Verde que me passou o link dessa ótima reportagem que a revista Carta Capital fez sobre a nossa Arena:


Chegamos à era das arenas?


A seis anos de receber a Copa do Mundo, o Brasil parece estar muito distante da realidade do chamado padrão Fifa em seus estádios. Mesmo o primeiro que pode atingi-lo em território brasileiro não está entre os pré-selecionados pelo comitê organizador da Copa de 2014, mas pode ajudar o País a entrar na era das arenas multiuso que vêm substituindo os estádios mundo afora.

Se tudo correr como estão estabelecidos os planos, o Palmeiras será o primeiro clube brasileiro a ter um equipamento --para usar um termo mais moderno-- compatível com os padrões estabelecidos pela entidade que comanda o futebol no mundo. A Arena Palestra Itália, nome que o estádio Parque Antarctica receberá após a conclusão de sua reforma, prevista para acabar em dezembro de 2010, poderá receber até 45 mil espectadores, todos acomodados em assentos numerados --42 mil se for abrigar um evento Fifa. Nenhum desses lugares será de arquibancada, setor identificado com o torcedor mais popular.

Após passar 14 anos procurando a melhor maneira de modernizar o seu estádio, o clube paulistano fechou uma parceria com a WTorre Arenas para concretizar a Arena Palestra Itália. O Palmeiras e a empresa do setor imobiliário assinaram um contrato que prevê investimento de 250 milhões de reais em reformas que não se limitam ao antigo estádio, mas se estendem a melhorias na área social do clube, como a construção de quadras poliesportivas e de tênis, além de uma nova sede administrativa.

Acordos desse tipo, firmados entre a iniciativa privada e clubes esportivos, são fechados às dezenas ao redor do globo. Mesmo no Brasil, onde nenhum projeto deslanchou de maneira substancial, é possível listar alguns times que se dizem no caminho de ter um estádio moderno: Grêmio (fundou uma empresa apenas para cuidar do projeto), Figueirense, Atlético Paranaense (que parecia ser o primeiro que chegaria a ter um equipamento multiuso de fato, mas não consegue concluir o projeto integral da Arena da Baixada) e a Ponte Preta (que assinou um acordo que prevê a demolição do Moisés Lucarelli).

Mas a parceria fechada entre Palmeiras e WTorre causou espécie por um detalhe bastante peculiar: a empresa de empreendimentos imobiliários arcará com cada centavo dos 250 milhões de reais previstos para entregar pronta o reformado estádio do time alviverde. Em contrapartida, ganha o direito de explorar comercialmente por 30 anos a arena multiuso.

"O que chama a atenção é que a WTorre vai bancar toda a despesa, e isso não é nada comum quando se trata da construção de estádios", diz Tomaz Alves, colunista da revista Trivela, especializada em futebol internacional. "Já vimos o contrário acontecer, como fez o Arsenal (time da primeira divisão do Campeonato Inglês), que bancou toda a construção da Emirates Arena com recursos próprios, mas tinham um plano de arrecadação para pagar, que contava com a arrecadação, por exemplo, da venda de camarotes, da comercialização antecipada de carnês."

Alves reproduz a pergunta que ecoou nos meios de comunicação, que é a grande dúvida quando se trata da parceria: "Qual vai ser a parcela da WTorre na venda de ingressos, na comercialização de camarotes, na realização de eventos, nos direitos de nome do estádio, que são as grandes fontes de receita de uma arena multiuso?"

"Nós temos dois tipos de produtos nesta parceria com o Palmeiras. Os primeiros são aqueles vinculados às áreas patrimoniais, como a comercialização das cadeiras cativas, de camarotes", explica Luis Fernando Davantel, executivo da WTorre Arenas. "Esta 'família' de produtos dará 5% das receitas líquidas, livre de impostos, nos primeiros cinco anos, com acréscimo de 5 pontos percentuais nesta receita a cada cinco anos. Assim, no fim do período de 30 anos estabelecido em contrato, o Palmeiras terá 30% das receitas líquidas destes produtos".

A outra 'família' de produtos, que Davantel chama de operacionais, como a receita arrecadada com a realização de shows, feiras, palestras, congressos, festas e a exploração de estacionamentos, praças de alimentação e lojas, começa com 20% da receita para o Palmeiras. E segue o mesmo mecanismo de acréscimo a cada cinco anos dos produtos patrimoniais, chegando aos 45% ao fim do contrato.

O modelo é visto com bons olhos pelos dirigentes palestrinos, porque prevê a participação na receita gerada, não nos resultados atingidos. "Isso muda totalmente o negócio porque quando você participa da receita, tanto faz a operação. Se der lucro ou prejuízo, o problema é do investidor", diz João Mansur, que trabalha no departamento de planejamento do Palmeiras. "Quando você participa do resultado, pode ter uma série de ingerências do parceiro. Isso foi um cuidado muito grande que foi tomado pelo Palmeiras porque ter que ingerência durante 30 anos é uma coisa, participar da receita é outra".

A parceria parece ser realmente benéfica ao Palmeiras, ainda mais se for levado em conta que a parte da receita que caberá à WTorre vem apenas do que a empresa chama de "atuação patrimonialista", ou a exploração do aluguel do espaço. "Se vier um produtor de shows que vá trazer a Madonna para o Brasil e ele fala que o melhor local para este show é a arena multiuso do Palestra Itália, a WTorre cobrará aluguel desse promotor e ele ficará com a receita da venda de ingressos", explica Davantel. "A mesma coisa acontece em relação ao Palmeiras, que é o promotor dos jogos: toda a bilheteria do futebol, qual é o valor do ingresso, se ele cobra o setor vermelho 100 reais ou nada, são decisões exclusivamente do clube”.

Mesmo em relação à exploração dos camarotes e das cadeiras cativas, que pareciam ser uma fonte de renda exclusiva da empresa que vai reformar o Palestra, o clube paulistano terá garantida uma fonte de renda no mínimo igual à de qualquer outro clube que promova um jogo de futebol. "Nós vamos alugar camarotes por um período de dois, três, quatro, cinco anos, assim como as cadeiras cativas", diz o executivo da WTorre. "Agora, independentemente de você ter um camarote, você terá que comprar um ingresso para ir ao evento. O aluguel te dá acesso àquele espaço, mas para cada evento promovido no espaço, é preciso comprar um ingresso. E sempre que o promotor do evento for o Palmeiras, os valores arrecadados na bilheteria são 100% do Palmeiras".

Como pode se observar, os números indicam uma perspectiva favorável ao provável futuro bem-sucedido daquela que deve ser a primeira arena multiuso em terras brasileiras. Tanto é que, sem ao menos ter colocado a primeira pedra do novo Palestra Itália no ar, a WTorre já vê com boas perspectivas a possibilidade de construir novas arenas multiuso. "Ainda não há contrato assinado, mas sim conversas bastante adiantadas, em fase de pré-assinatura, para pelo menos outros três clubes", revela Davantel.

Estas possibilidades, somadas às iniciativas de novas arenas multiuso já citadas no início, estejam no estágio em que estiverem, trazem à tona uma questão que está longe de ser respondida: o Brasil comportará diversos equipamentos desse tipo, ancorados em clubes de futebol, quando tem um campeonato nacional cuja média mal ultrapassou as 17 mil pessoas por jogo na edição de 2007?

Fonte:
Carta Capital

|

World Stadiums

Essa dica é do Rafael Evangelista do Observatório Verde.  No site http://www.worldstadiums.com nosso novo projeto da Arena já foi atualizado!
 
Vale a pena dar uma navegada pelo site para conhecer os outros projetos que serão construídos nos próximos anos e para a nossa torcida se orgulhar que a futura Arena Palestra Itália não deve nada à nenhum outro estádio europeu!
 
Para ver o link da Arena Palestra Itália no site clique aqui.

|

Voto fechado não!

No próximo dia 21 de Julho o conselho terá uma importante votação para uma mudança estatutária. Essa adaptação do nosso antiquado estatuto tem relação direta com o projeto da nossa tão sonhada Arena!

Algumas figurinhas carimbadas da oposição, covardemente, estão se articulando nos bastidores para tentar fazer com que essa votação seja através de voto fechado!

Isso é um absurdo para toda a nossa torcida e sócios do clube que desejam um Palmeiras mais transparente e democrático.

Então fica o meu apelo aos sócios do clube que têm contato com os nossos conselheiros, para exigir deles uma posição de transparência e não aceitem, nessa importante votação, o voto fechado!

A oposição estaria trabalhando, através dos seguintes conselheiros:

-  Piraci Oliveira
-  Mario Gianini
-  Mustafá Contursi
-  Reynaldo Cappucci
-  Alberto Tirone (Pituca)

|

Lista dos conselheiros ausentes na votação da Arena!

Peguei no blog do Parmerista a lista dos conselheiros que não foram votar no dia da aprovação da Arena!

Abdel Goffar Majzoub
Ademir Geova da Silva
Adhemar Laurino
Alfredo Colonna Romano
Alfredo Vitallis Paterno
Andre Felipe Colossi
Angelo Frederico Gavoti Verospi
Antonio Carlos Bruno
Antonio De Fiori
Antonio Esposito
Antonio Manoel Alves Teixeira
Arnaldo Luiz Albuquerque Tirone
Arthur Berni Neto
Balbo dos Reis Lopes
Bernardo Trallese
Bolivar Ramos Filho
Bruno Frizzo
Carlos Alberto Mira
Celso Aparecido Goncalves
Celso Luiz Massa
Claudio Russo Mari
Creuza Maria Monzani
Dalvio Pedro Barrichello
Darcy Costabile Italo Durazzo
Domingos Giannini Neto
Dorival Malvezi
Douglas Pisani
Durval Colossi
Edevaldo Bellucci
Eduardo Contador
Eduardo Oliva Pereira de Mello
Edvaldo Frasson Teixeira
Elio Esteves
Elio Esteves Junior
Entico Busdraghi
Enrique Tadeu Jussio Guglien
Fabio Campos Lilla
Fernando Ceciliano Neto
Flavio Bernardo Caviglia
Flavio Del Comuni
Flavio Luiz Amadei
Francisco Assis Pinto de Moraes
Francisco do Prado Novais
Francisco Matarazzo
Geraldo Bersani
Gilberto Korek
Gilberto Regina
Henrique Machado do Amaral
Hugo Rosario Saporito
Jaime Souza Santos
Jair Francisco Tadeu Jussio
Januario Gagliardi
Januario Salvia
Joao Baptista Cestari
Joao Baptista Lancellotti
Joao Marino
Jorge Vacarini
Jose Angelo Vergamini
Jose Barone
Jose Carlos Capello
Jose Gimenez Lopes Junior
Jose Gomes Lemos
Jose Guilherme Menani
Jose Kegel
Jose Roberto Capuano
Luciano Figliolia
Luiz Augusto de Mello Belluzzo
Luiz Carlos Pagnotta
Luiz Cedra
Luiz Tadeu Ribeiro
Marcelo Dedeschi Teixeira
Marcio Frugiuele
Marco Antonio Albuquerque Tirone
Marco Antonio Cancherini
Marco Augusto Giuranno
Marco Esposito
Marcos de Freiras Ferreira
Marcos de Souza
Marcos Ramaciotti
Mario Carlos Beni
Mario Genovese
Mario Giannini
Mauro Eduardo Landucci
Mauro Pierre Orefice
Nadim C. Libbos
Nelson Alvares Riccelli
Nelson Moyses Giuramo
Nicola Racioppi
Norberto Aquelino Gueri
Norberto Monello
Oberdan Cattani
Osorio Henrique Furlan Junior
Osvaldo da Silva Rico
Palmarino Frizzo Neto
Paolo Giovanni Farinelli
Patrice Bernard Rozenbaum
Pedro Lagonegro
Pedro Luiz Grecco
Raul Mezzarane
Raul Passareli
Renato Torlay Netto
Reynado Cappucci
Ricardo Barrella
Ricardo Tadeu Pelegrini Pisani
Rita de Cassia M. Cosentino
Roberto Alonso
Roberto Vicente Frizzo
Ronaldo Aguiar Faria Junior
Ronaldo Mastropiero
Salvador Claudio Mezzarane
Sergio Matrone Filho
Sergio Moyses
Sergio Roberto Granieiri
Silvio Alberto Klemp
Sylvia Lucia Boggian
Tommaso Mancini
Valter Celso Teixeira Pinto
Victor Fruges
Vicenzo Chiarella

Obs: Alguns estavam impossibiltados de ir por estarem viajando e doentes.

Fonte:
Parmerista
|

O email do Piraci

Em resposta ao email que foi enviado pelo polêmico conselheiro Piraci Oliveira, João Mansur esclarece as mentiras que ele divulgou nesse comunicado, o qual enviou à muitos sócios e conselheiros do Palmeiras!

Segue a resposta abaixo:

No ultimo sábado (12 de Julho de 2008), o conselheiro Piraci Ubiratan de Oliveira, enviou um e-mail a uma enorme lista de contatos, explicando os motivos pelo qual ele votou “não”, na reunião do Conselho Deliberativo de 30 de Junho, que por 163 votos a favor, 3 contrários e 7 abstenções, aprovou o plano de negócios para a reforma e ampliação do Estádio Palestra Itália, transformando-o em uma arena multiuso.
O referido conselheiro, alem de não conhecer o estatuto social da Sociedade Esportiva Palmeiras, espalha inverdades sobre o CONSELHO DELIBERATIVO, COF, DIRETORIAS, PRESIDENCIA e DEPARTAMENTO JURIDICO.
Tais inverdades são explicadas passo a passo, no mesmo texto, em que o referido conselheiro as coloca.
 
   

Arena Palestra Itália – Por que votei “NÃO”

Piraci Oliveira – Conselheiro da SEP
Como divulgado pela imprensa, fui um dos três Conselheiros a votar “não” quanto à deliberação para aprovação da contratação da empresa de engenharia que supostafalta com a verdade iniciará as obras da chamada “Arena Palestra Itália”.
 
Alegação PIRACI: Entre a apresentação da minuta do contrato aos conselheiros e a votação houve apenas dois dias, prazo insuficiente para análise necessária;
 
A verdade: A pedido da diretoria Sociedade Esportiva Palmeiras e da Comissão de obras da Arena, nomeada pelo Conselho Deliberativo, o sócio João Carlos Falbo Mansur (Matricula 601.880 e Membro da Sociedade de Eternos Palestrinos de sócios remidos – 019) esteve a disposição para prestar esclarecimentos aos membros do conselho deliberativo entre os dias 25 de Junho e 30 Junho de 2008, das 10:00 as 20:00 horas (presença que pode ser confirmada pelos registros de entrada e saída da SEP), na sala do Conselho de Orientação e Fiscalização (COF), sobre os termos do contrato de investimentos a ser firmado entre a Sociedade Esportiva Palmeiras e a WTorre Empreendimentos Imobiliários S/A.
O Sr. João Carlos Falbo Mansur também ficou a disposição para apresentar a minuta do contrato a ser assinado entre as partes aos conselheiros que manifestassem interesse em consultá-lo.
Alem do sócio João Carlos Falbo Mansur, também estiveram no referido plantão algumas pessoas como Vladimir Antonio Rioli (contratado da SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS para realizar o Business Plan na gestão de Carlos Facchina, e com contrato ratificado por Mustafá Contursi), José Cyrillo Jr. (Diretor Administrativo), Antonio Augusto Pompeu de Toledo (membro do COF), e o Presidente do COF, Sr. Clefalta com a verdade Gomes Pereira.
No dia 27 de Junho de 2008, em reunião realizada pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) da Sociedade Esportiva Palmeiras, as 18:00 horas, foi aprovado parecer jurídico emitido pela DIRETORIA JURIDICA da SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS e conseqüentefalta com a verdade a minuta do referido contrato, por 14 votos favoráveis (inclusive do Sr. Mustafá Contursi), 1 contrario e 1 ausência justificada.
Desta forma, o referido conselheiro falta com a verdade na sua afirmação e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos no assunto ao afirmar que foram apenas 02 dias para a consulta.
 

  
Alegação PIRACI: Não há projeto aprovado na Prefeitura;
 
A verdade: O projeto de reforma e ampliação esta aprovado pela Prefeitura Municipal de São Paulo desde o dia 29 de Janeiro de 2002, sob o numero 8000773961-03 e o respectivo alvará de obras numero 8000773961 esta em vigor.
Tenho copia do referido alvará e dos projetos e plantas aprovados e estou a disposição para apresentar a quem solicitar, uma vez que os mesmos são PUBLICOS. Alias, vou requisitar a diretoria de comunicação do Palmeiras que disponibilize os mesmos através do site, em PDF, para que sejam “baixados” para consulta.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que não existe projeto aprovado na Prefeitura Municipal de São Paulo.
 

 
Alegação PIRACI: Não há memorial descritivo das obras;
 
A verdade: O projeto de reforma e ampliação esta aprovado pela Prefeitura Municipal de São Paulo desde o dia 29 de Janeiro de 2002, sob o numero 8000773961-03 e o respectivo alvará de obras numero 8000773961 esta em vigor, os memoriais descritivos estão anexos aos projetos aprovados na Prefeitura Municipal de São Paulo.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que não existe memorial descritivo das obras.
 

 
Alegação PIRACI: Não há planta baixa dos prédios;
 
A verdade: Os edifícios serão objeto de um projeto modificativo feito pela empresa parceira e a Sociedade Esportiva Palmeiras.
Tal projeto modificativo apenas poderá ser apresentado para a Prefeitura do Município de São Paulo apos a referida aprovação pelo Conselho Deliberativo (fato ocorrido em 30 de Junho de 2008).
Diante deste fato, o contrato prevê CLARAMENTE que apos a aprovação e cessão da superfície, os projetos modificativos deverão ser providenciados e aprovados pela empresa parceira, sem nenhum tipo de ônus para a Sociedade Esportiva Palmeiras.
Vale ressaltar que a minuta do contrato em questão foi aprovado pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que não existe planta baixa dos prédios.
 
 
 
Alegação PIRACI: Não há croqui com escala;
 
A verdade: A minuta de contrato que foi aprovada pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 contem, em um de seus anexos, os referidos croquis.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que não ha croqui das áreas.
 

Alegação PIRACI: Não sabemos qual a área destinada à arena, ou seja, à cessão para a Construtora;
 
A verdade: A minuta do contrato que foi aprovada pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 contem, em um de seus anexos, as referidas áreas aproximadas e também, existe uma clausula especifica, onde se faz menção de que será efetuado um levantamento topográfico detalhado para determinação correta e precisa da área a serem objetos da cessão de uso da superfície.
Este procedimento somente poderá ser efetuado depois do projeto modificativo ser apresentado para a Prefeitura Municipal de São Paulo, obviamente apos a aprovação pelo Conselho Deliberativo, realizada em 30 de Junho de 2008.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que não sabe a área destinada a arena.
 

 
Alegação PIRACI: Não há cronograma de obras;
 
A verdade: A minuta do contrato que foi aprovada pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008, contem em um de seus anexos, o referido cronograma de obras.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que não ha cronograma de obras.
 

 
Alegação PIRACI: Não há penalidade para atraso na obra;
 
A verdade: A minuta do contrato que foi aprovada pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 contem uma clausula especifica sobre este assunto, referenciando a clausula ao cronograma de obras, de licenças e aprovações.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que não ha multa para atrasos na obra.
 

 
Alegação PIRACI: Não há minuta da escritura de cessão de uso do solo, nem penalidade para atraso na devolução;
 
A verdade: A cessão do uso da superfície será objeto de levantamento topográfico detalhado (como abordado acima) e objeto de projeto modificativo feito pela empresa parceira e a Sociedade Esportiva Palmeiras a ser apresentado a Prefeitura Municipal de São Paulo, apos a aprovação do projeto pelo Conselho Deliberativo (fato ocorrido em 30 de Junho de 2008).
Diante deste fato, o contrato prevê claramente que apos a aprovação será efetuado a cessão do direito de superfície.
Não pode existir a referida minuta de escritura de cessão de uso da superfície antes do levantamento topográfico e antes da aprovação pelo Conselho Deliberativo (fato ocorrido em 30 de Junho de 2008), uma vez que a cessão, somente será concedida caso a operação seja plenamente aprovada pelo Conselho Deliberativo (ocorrido em 30 de Junho de 2008).
O minuta de contrato que foi aprovada pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 tem previsão expressa deste item, bem como, o mesmo faz parte do parecer do departamento jurídico da SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que não existe minuta da escritura de cessão do uso da superfície.
 
 

Alegação PIRACI: Não há clareza quanto à exploração da área de eventos;
 
A verdade: A Sociedade Esportiva Palmeiras não possui atualmente uma área de eventos. A referida área será um dos objetos da investimento a ser realizado pelo parceiro.
Diante deste fato, o contrato prevê claramente que a exploração da área ira obedecer a um critério de remuneração para a Sociedade Esportiva Palmeiras e que, tal exploração não devera entrar em conflito com o estatuto social do clube.
A minuta de contrato que foi aprovada pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 tem previsão expressa deste item.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que não existe clareza quanto a exploração da área de eventos.
 

 
Alegação PIRACI: Não há clareza quanto ao pagamento da SEP à construtora para seus jogos;
 
A verdade: A Sociedade Esportiva Palmeiras ira reembolsar os custos para a realização das partidas de futebol de seu “mando” nos campeonatos oficiais.
A Sociedade Esportiva Palmeiras tem por obrigação contratual efetuar os seus “mandos de jogos” na futura Arena (desde que não seja objeto de punição ou impedimento legal).
Diante deste fato, o contrato prevê claramente que existe um critério de reembolso de tais despesas pela a Sociedade Esportiva Palmeiras ao parceiro que ira executar a exploração do uso.
Neste caso, TODA a bilheteria dos eventos de futebol, serão integralmente pertencentes a Sociedade Esportiva Palmeiras, que será a UNICA gestora dos preços a serem praticados em suas partidas..
A minuta de contrato que foi aprovada pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 tem previsão expressa deste item.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que não existe clareza quanto ao pagamento dos jogos da SEP.
 

 
Alegação PIRACI: No “Projeto Modificativo” não consta o prédio administrativo;
 
A verdade: Como já explicado anteriormente, as novas obras serão objeto de um projeto modificativo feito pela empresa parceira e a Sociedade Esportiva Palmeiras.
Tal projeto modificativo apenas poderá ser apresentado para a Prefeitura do Município de São Paulo apos a referida aprovação pelo Conselho Deliberativo (fato ocorrido em 30 de Junho de 2008).
Vale ressaltar que a minuta do contrato em questão foi aprovado pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 faz previsão expressa deste assunto.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que não existe “projeto modificativo”.
 
 
 
Alegação PIRACI: Os 30 anos para exploração da obra se iniciam com o “alvará” de funcionamento, o que o elevará, no mínimo, para mais de 33 anos;
 
A verdade: A negociação entre a Sociedade Esportiva Palmeiras e a empresa parceira, fez com que em primeiro lugar, fossem executadas as obras no clube social, obras estas que não geram NENHUM tipo de rendimento ao parceiro e somam a importância aproximada de R$ 50 milhões, a serem investidos na melhoria das instalações para o associado.
A superfície em questão, apenas será explorada quando do alvará definitivo de final de reforma, prazo este em que a empresa parceira passara a auferir RECEITA com  exploração da arena e conseqüentemente, inicia-se a parceria.
Vale ressaltar que a minuta de contrato em questão foi aprovado pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 faz previsão expressa deste assunto, inclusive, faz previsão que caso exista apuração de receitas ANTES do alvará definitivo, as mesmas já deverão ser partilhadas com a SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS, desde o primeiro instante, sem prejuízo dos prazos ora contratados.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao fazer tal afirmação.
 

 
Alegação PIRACI: Em até 12 meses, a construtora poderá rescindir o contrato sem penalidade nenhuma;
 
A verdade: A negociação entre a Sociedade Esportiva Palmeiras e a empresa parceira, faz com que a SEP tenha que providenciar uma serie de documentos para a garantia jurídica da operação. A SEP tem ATE 12 meses para providenciar estes documentos, sendo que quase que a sua totalidade já foi entregue a empresa parceira.
Esta clausula foi uma exigência da SEP e não da empresa parceira e a alegação do conselheiro, vai de encontro ao parecer do departamento jurídico e do Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) que aprovaram a minuta do contrato em 27 de Junho de 2008, tornando expressa a previsão deste assunto.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao fazer tal afirmação.
 

 
Alegação PIRACI: Há possibilidade de o empreendimento ser passado para empresas do mesmo grupo econômico;
 
A verdade: Qual impacto desta afirmação na relação da SEP com a empresa parceira ??
Estamos falando de se passar o empreendimento para empresas do MESMO grupo econômico, ou seja, que fazem parte da mesma organização.
Vale salientar que a empresa parceira da SEP demonstra-se um dos maiores e sólidos grupos imobiliários do Brasil, possuindo mais de R$ 6 bilhões em ativos e tendo em seu quadro acionário empresas como BANCO SANTANDER e BANCO VOTORANTIM.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao fazer tal afirmação.
 

 
 Alegação PIRACI: Há possibilidade de securitização dos recebíveis;
 
A verdade: Recebíveis são os contratos em vigor de uma sociedade comercial.
Da mesma forma que a Sociedade Esportiva Palmeiras faz o adiantamento dos seus recebíveis (securitização) referente aos direitos de transmissão de televisão, o parceiro (e a SEP), poderão fazer o mesmo com os recebíveis da arena.
Que prejuízo ou mal faz este tipo de operação financeira para a SEP ?
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao fazer tal afirmação.
 

 
Alegação PIRACI: Não há memória de cálculo dos valores que serão repassados ao Palmeiras por estes 33 anos;
 
A verdade: A negociação entre a Sociedade Esportiva Palmeiras e a empresa parceira, faz com que a SEP tenha recebimentos sobre a “receita liquida” (valor faturado menos os impostos sobre o faturamento) desde o primeiro dia de funcionamento da arena, fato incomum neste tipo de empreendimento, onde normalmente existe uma carência do investimento (carência para inicio do pagamento).
O contrato faz expressão CLARA e evidente sobre a memória de calculo dos respectivos valores em clausula especifica.
Vale ressaltar que a minuta do contrato em questão foi aprovado pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 fazendo previsão expressa deste assunto.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao fazer tal afirmação.
 

 
Alegação PIRACI: Nos primeiros cinco anos, o clube receberá apenas 5% dos valores líquidos de tributos, o que se mostra reduzido;
 
A verdade: A negociação entre a Sociedade Esportiva Palmeiras e a empresa parceira, faz com que a SEP tenha recebimentos sobre a “receita liquida” (valor faturado menos os impostos sobre o faturamento) desde o primeiro dia, fato incomum neste tipo de empreendimento, onde normalmente existe uma carência do investimento.
Para os investimentos em que o Palmeiras atualmente NAO apura renda, entre eles a exploração de nomes (naming rights), camarotes (hoje são 356 lugares contra 2.500 na nova arena) e cadeiras cativas (hoje são 644 contra mais de 10.000 na nova arena), serão aplicados uma tabela crescente onde se começa com 5% das “receitas liquidas” e cresce 5% a cada período de 5 anos, terminando em 30% nos últimos 5 anos da cessão..
As demais receitas como exploração de estacionamento, centro de convenções, aluguel do estádio para outras atividades, etc, serão aplicados uma tabela crescente onde se começa com 20% da receita liquida e cresce 5% a cada período de 5 anos, terminando em 45% nos últimos 5 anos da cessão.
O contrato faz expressão CLARA e evidente sobre a memória de calculo dos respectivos valores.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao fazer tal afirmação.
 

 
Alegação PIRACI: Não há definição da obrigação pelas aprovações das plantas e das licenças dos prédios administrativo e poliesportivo (o contrato diz que a responsável é a SEP e a apresentação diz que é a Construtora);
 
A verdade: A negociação entre a Sociedade Esportiva Palmeiras e a empresa parceira, faz com que a SEP tenha que providenciar uma serie de documentos para a garantia jurídica da operação. Como a SEP e, e sempre será, a legitima proprietária das áreas, ela (SEP) devera efetuar uma procuração para a empresa parceira obter as licenças e aprovações necessárias, SEM ONUS para a SEP.  Esta clausula foi uma exigência da SEP e não da empresa parceira.
Vale ressaltar que o contrato em questão foi aprovado pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 faz previsão expressa deste assunto.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao fazer tal afirmação.
 

 
Alegação PIRACI: O procurador da SEP não soube responder (na reunião do Conselho Deliberativo) quem seria responsável pelos alvarás desses prédios;
 
A verdade: Como já mencionado no item anterior, mas vale a pena ressaltar que a SEP não possui procuradores e sim, mandatários, eleitos pelo CONSELHO DELIBERATIVO (Presidente e Vices) e Membros do COF (eleitos pelo conselheiros).
O referido conselheiro demonstra um profundo desconhecimento do Estatuto Social da SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS
 

 
Alegação PIRACI: Houve divergência na remessa de material para estudo dos Conselheiros. Há, pelos menos, três versões distintas do “Projeto”;
 
A verdade: O material enviado aos conselheiros foi mente produzido em uma UNICA gráfica e o envio foi feito por empresa especializada.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao fazer tal afirmação.
 

 
 Alegação PIRACI: Há cláusula específica pela qual a Construtora não se obriga a nada. Notem o texto de “
Apresentação” do projeto assinado pela Construtora com concordância da SEP:
 “Esta apresentação contém declarações e informações prospectivas. Tais declarações e informações prospectivas baseiam-se em premissas e expectativas futuras que poderão não se concretizar e não são garantia de realização futura.
Advertimos que as referidas declarações e informações prospectivas estão e estarão, conforme o caso, sujeitas a riscos, incertezas e outros fatores relativos às operações e aos ambientes do negócio em análise,
em virtude dos quais os resultados reais podem diferir de maneira relevante de resultados futuros expressos ou implícitos nas declarações e informações prospectivas constantes do presente material.
 Embora acredite-se que as premissas e expectativas