Sara Piteira Mota
Se tudo correr dentro do previsto dentro de seis
anos poderemos ver Cristiano Ronaldo a marcar golos
na “Copa de Futebol”. O Brasil, país escolhido para
receber o Mundial de Futebol de 2014, está a
estudar os investimentos necessários a fazer para
que os estádios possam receber a maior competição
do desporto “rei” naquele país.
A disputa interna para a definição das cidades já
começou mas apenas se sabe que o Estádio do
Palmeiras, em São Paulo foi um dos escolhidos. O
projecto inicial da Confederação Brasileira de
Futebol (CBF) incluiu 18 cidades e os respectivos
estádios como opção, mas no máximo apenas 12 serão
escolhidas e algumas terão direito ao financiamento
estatal.
Há mais de um mês, Curitiba ficou de fora das nove
cidades seleccionadas para receber investimentos
através do “Plano de Mobilidade Urbana para a Copa
de 2014”, divulgado pela Ministra do Turismo, Marta
Suplicy. Até ao momento, apenas São Paulo, Rio de
Janeiro/Niterói, Belo Horizonte, Porto Alegre,
Fortaleza, Recife/Olinda, Natal, Maceió e Brasília
foram anunciadas como aptas para receber uma parte
dos 15,2 mil milhões de euro (38,5 mil milhões de
reais) disponíveis para infra-estruturas. Mas a
decisão final cabe à FIFA, que se baseará num
relatório a elaborar pela CBF até final deste ano.
Ricardo Teixeira, presidente da CBF, já disse que
“o caderno de encargos elaborado pela CBF deverá
ser entregue à Fifa em Dezembro de 2008.”
Das 18 cidades indicadas pela CBF – além das que
foram incluídas no “Plano de Mobilidade Urbana para
a Copa de 2014”, estão ainda a Belém, Campo Grande,
Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza,
Goiânia, Manaus, Rio Branco, Salvador – apenas 12
deverão conseguir a aprovação da Fifa. Isto se a
entidade mundial não impuser que o número fique
entre oito e dez cidades, como estava inicialmente
previsto.
Além disso, um relatório dos inspectores sobre o
transporte urbano elimina Florianópolis, Maceió,
Natal, Rio Branco, Campo Grande e Cuiabá por serem
municípios que hoje não têm capacidade de receber
os milhares de admiradores de futebol. O documento
revela ainda que a abertura do Mundial está
prevista para o Morumbi, em São Paulo, e que esta
cidade é apontada como a provável sede do congresso
da Fifa. Já o Rio de Janeiro, Brasília e ainda a
capital paulista são citadas como candidatas a
receber o centro de imprensa.
É o famoso estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro,
o principal candidato a receber a final da
competição, porém para que tal aconteça é
necessário que o governo do Rio efectue uma grande
reforma.
Fonte:
Diário Ecônomico
Sara Piteira Mota
Se tudo correr dentro do previsto dentro de seis
anos poderemos ver Cristiano Ronaldo a marcar golos
na “Copa de Futebol”. O Brasil, país escolhido para
receber o Mundial de Futebol de 2014, está a
estudar os investimentos necessários a fazer para
que os estádios possam receber a maior competição
do desporto “rei” naquele país.
A disputa interna para a definição das cidades já
começou mas apenas se sabe que o Estádio do
Palmeiras, em São Paulo foi um dos escolhidos. O
projecto inicial da Confederação Brasileira de
Futebol (CBF) incluiu 18 cidades e os respectivos
estádios como opção, mas no máximo apenas 12 serão
escolhidas e algumas terão direito ao financiamento
estatal.
Há mais de um mês, Curitiba ficou de fora das nove
cidades seleccionadas para receber investimentos
através do “Plano de Mobilidade Urbana para a Copa
de 2014”, divulgado pela Ministra do Turismo, Marta
Suplicy. Até ao momento, apenas São Paulo, Rio de
Janeiro/Niterói, Belo Horizonte, Porto Alegre,
Fortaleza, Recife/Olinda, Natal, Maceió e Brasília
foram anunciadas como aptas para receber uma parte
dos 15,2 mil milhões de euro (38,5 mil milhões de
reais) disponíveis para infra-estruturas. Mas a
decisão final cabe à FIFA, que se baseará num
relatório a elaborar pela CBF até final deste ano.
Ricardo Teixeira, presidente da CBF, já disse que
“o caderno de encargos elaborado pela CBF deverá
ser entregue à Fifa em Dezembro de 2008.”
Das 18 cidades indicadas pela CBF – além das que
foram incluídas no “Plano de Mobilidade Urbana para
a Copa de 2014”, estão ainda a Belém, Campo Grande,
Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza,
Goiânia, Manaus, Rio Branco, Salvador – apenas 12
deverão conseguir a aprovação da Fifa. Isto se a
entidade mundial não impuser que o número fique
entre oito e dez cidades, como estava inicialmente
previsto.
Além disso, um relatório dos inspectores sobre o
transporte urbano elimina Florianópolis, Maceió,
Natal, Rio Branco, Campo Grande e Cuiabá por serem
municípios que hoje não têm capacidade de receber
os milhares de admiradores de futebol. O documento
revela ainda que a abertura do Mundial está
prevista para o Morumbi, em São Paulo, e que esta
cidade é apontada como a provável sede do congresso
da Fifa. Já o Rio de Janeiro, Brasília e ainda a
capital paulista são citadas como candidatas a
receber o centro de imprensa.
É o famoso estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro,
o principal candidato a receber a final da
competição, porém para que tal aconteça é
necessário que o governo do Rio efectue uma grande
reforma.
Fonte:
Diário Ecônomico

Para
quem tem curiosidade em ver como é montada a
estrutura de um show de grande porte em uma Arena
moderna, eu encontrei no site da LTU Arena de
Dusseldorf um video muito bacana mostrando todo o
processo de montagem e desmontagem de um evento
desse tipo.
Esse
estádio tem uma cobertura retrátil e capacidade
para 51 mil pessoas sentadas. Hoje ele é um dos
princípais locais onde são realizados os grandes
shows na Alemanha.
Para conhecer o site da Arena clique
aqui.
Revitalização da Turiaçu
Com a transformação do clube e a construção da
nossa Arena, um ponto importante até agora que não
foi abordado, é a rua Turiaçu, que está precisando
de uma cara nova para poder acompanhar a
modernização do clube e o novíssimo shopping
Bourbon.
Na minha opinião, o Palmeiras/WTorre/Shopping
Bourbon poderiam desenvolver um projeto de
modernização da rua. Abaixo vou dar algumas
sugestões do que pode ser feito para melhorar o
aspecto da nossa porta de entrada da nova Arena
Palestra Itália:
1- A retirada dos postes e fios para acabar com a
poluição visual da rua, copiando o que deu certo na
Rua Oscar Freire nos Jardins.
2- Criar uma padronização nas faixadas dos
estabelecimentos que estão alojados na rua, podendo
se inspirar nos bairros de Litlle Italy de Nova
York ou Chinatown São Franscisco, criando uma rua
mais italiana e moderna.
3- Aproveitar as avenidas que estão perto da
Turiaçu para colocar diversas placas informativas
sobre o clube, Arena e o Shopping Bourbon,
principalmente com indicações dos locais de
estacionamento.
4- Colocar um posto de informação ao turista perto
da entrada do clube e do Bourbon, para poder
auxiliá-los sobre onde é a entrada correta do
ticket que a pessoa comprou para o show ou jogo do
Palmeiras.
Se alguém tiver alguma ideia boa, me manda um email
ou comenta aqui no blog e eu repasso para a
diretoria do Palmeiras e da WTorre.
1
- O projeto da Arena envolverá obras e melhorias na
parte social do clube (práticas esportivas e
lazer)?
Sim, serão construídos dois grandes edifícios. Um
com cerca de 10.000m2 (maior do que nosso campo de
futebol) para abrigar as Quadras Poliesportivas,
Tênis e Society e outro (com cerca de 15.000m2,
quase o dobro do que nosso campo de futebol) para
abrigar todas as atividades que hoje estão
instaladas sob as Arquibancadas do Estádio Palestra
Itália, como Ginástica, Hóquei, Ballet, Judô,
Boliche, Bocha, Arco e Flecha, Cursos, Presidência,
Diretorias, Administração, etc.
2
- Essas melhorias já estão definidas? Podemos saber
quais são?
Todas as atividades que hoje estão instaladas em
locais improvisados. A definição de locais
específicos e especialmente projetados para as
práticas esportivas dos associados e atletas, será
feita ouvindo-se os Diretores e principalmente os
usuários de cada área, e isso fará com que cada
esporte tenha o seu local adequado e seguindo as
normas de suas respectivas confederações, bem como
as áreas de serviços para os associados e atletas
destas modalidades (vestiários, lanchonetes, etc).
Será um investimento de cerca de R$ 50 milhões de
reais nas readequações e na construção das novas e
modernas áreas dos associados.
3
- Poderá, então, haver aumento das Mensalidades e
Taxas?
Não, obviamente não. Ao contrário, Instalações
novas, significam menores Custos de Manutenção e
conseqüentemente, menos gastos. Lembrem-se, as
Taxas de Manutenção são calculadas pelo Custo de
Manutenção do Clube. Se as Instalações forem todas
novas, evidentemente a Manutenção diminui, e o
Clube poderá manter as Taxas sem sofrer os
prejuízos que sofre hoje em dia. Além do que, a
parceria com a WTorre, além de proporcionar uma
economia na manutenção do Estádio Palestra Itália
(estimado em R$ 8 milhões por ano) e receitas
adicionais, fará com que o Clube fique
auto-suficiente em suas contas (diferença entre
Receitas e Despesas). Atualmente, a situação está
completamente invertida, como temos instalações
antigas e com manutenção cara, necessitamos cada
vez de mais recursos para podermos manter
"utilizáveis" essas áreas para os associados.
Infelizmente, hoje o Clube tem um prejuízo em sua
área social e caso a parceria não fosse efetuada,
aí sim, as Mensalidades e Taxas sofreriam reajustes
para que se pudesse manter o patrimônio do Clube.
Nosso parceiro irá investir R$ 50 milhões na área
social, fora o investimento no Estádio de Futebol.
Não existe nenhum projeto semelhante a este no
Brasil.
4
- Tenho cadeiras cativas no Estádio. Quanto tempo
iremos ficar sem jogos no “Palestra
Itália”?
A Sociedade Esportiva Palmeiras, como sempre,
respeitará todos aqueles que tenham direitos no
Estádio. Os permissionários de cadeiras serão
chamados para negociar suas posses e permissões.
Provavelmente o Estádio Palestra Itália ficará
fechado por 16 Meses para jogos, a partir do início
do Campeonato Brasileiro de 2009.
5
- Onde mandaremos os nossos jogos? O dono de cativa
terá o seu direito respeitado quando o Palmeiras
for o mandante?
Ainda não é possível determinar onde serão os
mandos de jogos do Palmeiras. Esta será uma decisão
da Diretoria de Futebol, como já aconteceu no
início do Campeonato Paulista de 2008, quando o
campo do Palestra Itália ficou fechado para a troca
do gramado. A Diretoria procurará resolver
administrativamente a melhor solução para os
proprietários de cativa em seus jogos de mando.
6
- Tenho camarote no Estádio. Como ficará a nossa
situação?
Os camarotes são alugados pelo Palmeiras em
contratos anuais. Todos os contratos, quando
vencidos, não serão renovados, Mas, os atuais
ocupantes terão prioridade de reserva quando da
abertura da negociação dos camarotes da Arena. Vale
lembrar que em toda a sua história, o Palmeiras
sempre honrou seus contratos.
7
- Sei que a Arena será fechada (anel). Isso
atingirá as piscinas? Perderemos, durante alguma
fase da construção o uso das
piscinas?
Aa áreas Sociais do Clube não terão suas atividades
interrompidas um único dia. Principalmente as
piscinas, que não sofrerão qualquer efeito da
reforma, pois serão integralmente preservadas, com
melhorias nos Vestiários e Saunas, que serão novos.
O fechamento do anel da Arena implica em
deslocamento do campo atual em cerca de 7 metros em
direção às arquibancadas amarelas (onde hoje ficam
as torcidas organizadas). Com este deslocamento, a
Arena ganhará uma área adicional que permitirá o
fechamento do anel. A projeção do Estádio não
ultrapassará o limite do fosso hoje existente,
mesmo porque, o projeto aprovado na Prefeitura de
São Paulo tem como limite máximo, este mesmo fosso.
8
- Perderemos os Ginásios e o Salão de
Festas?
Ao contrário, ganharemos mais ginásios e salões de
festas. O Ginásio I será reformado ganhando quadra
mais apropriada para qualquer esporte, além de
lugares mais confortáveis para os assistentes.
Atualmente possuímos 5 Quadras Poliesportivas
"descobertas" além do Ginásio Pequeno. No novo
projeto, o Ginásio II será demolido e dará lugar a
um Edifício Poliesportivo com 6 Quadras
Poliesportivas cobertas. Ou seja, vamos trocar 5
descobertas por 5 cobertas. Teremos um Salão de
Festas com capacidade adequada a eventos múltiplos,
ou seja, será usado o conceito de "modularidade".
Isto significa que o novo Salão pode ser modulado
para 2 ou 3 eventos simultâneos de 100 pessoas, ou
um evento grande de 500 pessoas e assim por diante,
Estas reformas permitirão que o Associado realize
desde Batizados, Aniversários e Festas Familiares,
até Convenções e Festas de grandes Empresas. Como
teremos também um local para Culto
Ecumênico/Religioso, poderão realizar Casamentos,
com a cerimônia religiosa e festiva dentro do
Clube.
9
- O setor de Tênis será
atingido?
Atualmente as Quadras de Tênis são descobertas. Ao
serem transferidas para o Edifício Poliesportivo,
100% das Quadras de Tênis serão cobertas. Em nenhum
momento o esporte deixará de ser praticado, uma vez
que as Quadras serão construídas sem a mudança de
lugar das quadras atuais, que só serão interditadas
após a mudança para o novo local.
10 - Quadras de Vôlei, FutSal, Futebol Society
serão atingidas?
Como explicado, teremos o Ginásio Grande
reformulado e mais 6 Quadras Poliesportivas
cobertas, inclusive com dimensões oficiais para
Futsal. O Society terá um campo de dimensões
oficiais com uma pista de corridas e caminhadas à
sua volta.
11 - As áreas de Estacionamentos atuais serão
fechadas? Haverá diminuição dessas
áreas?
O Palmeiras possui cerca de 200 vagas de
Estacionamento. No novo projeto, serão mais de
2.500 vagas, todas cobertas. Isto significa que o
Sócio chegará ao clube em um domingo de sol, ao
meio dia e encontrará local seguro para estacionar,
dentro do clube, sem deixar o carro na rua ou com
flanelinhas. Alem disto, em dias de jogos, o
Associado não precisará tirar seu carro do
Estacionamento antes do horário do jogo, podendo a
área Social do clube a qualquer horário, mesmo em
dias de jogos de futebol.
12 – Qual o tempo para a construção do edifício com
as quadras de Tênis suspensas e também do Edifício
de Administração? E, neste último, haverá espaço
para atividades de Lazer e
Recreação?
A previsão será de 6 meses para o Edifício
Poliesportivo. O Edifício Administrativo será feito
em 12 meses, após a entrega do Edifício
Poliesportivo. Fica claro que somente após a
inauguração do Edifício Poliesportivo, as Quadras
atuais serão desativadas para outras obras.
13 - Onde encontrarei bem detalhado o projeto da
Arena e como saber se haverá restrições que
prejudicarão o Associado?
A partir de 22 de Julho estaremos colocando as
informações em áreas do clube, no site do Palmeiras
e também em vídeos que serão espalhados pela
lanchonete, restaurante e outros locais. Além
disto, estaremos com um serviço de "Perguntas e
Respostas" na Revista do Palmeiras, no Site
Oficial do Palmeiras (www.palmeiras.com.br)
e no site da Arena (www.arenapalestra.com.br).
Porém desde já o associado pode ter certeza que o
projeto em nada prejudicará o seu convívio no
Clube, muito pelo contrário, só o beneficiará.
14 - Faço "Cooper" no entorno do Jardim Suspenso ou
na arquibancada. Perderemos esse espaço durante a
construção da Arena e depois dela
pronta?
Quem
faz este tipo de atividade será muito beneficiado,
pois no Edifício Poliesportivo será construída uma
pista de "Cooper" e caminhada, com piso adequado,
na cobertura, além de outros espaços para
caminhadas Hoje, infelizmente quem faz estas
atividades, corre o risco de contusões, pois o piso
e local não são adequados.
Fonte:
Site do Palmeiras
1
- O projeto da Arena envolverá obras e melhorias na
parte social do clube (práticas esportivas e
lazer)?
Sim, serão construídos dois grandes edifícios. Um
com cerca de 10.000m2 (maior do que nosso campo de
futebol) para abrigar as Quadras Poliesportivas,
Tênis e Society e outro (com cerca de 15.000m2,
quase o dobro do que nosso campo de futebol) para
abrigar todas as atividades que hoje estão
instaladas sob as Arquibancadas do Estádio Palestra
Itália, como Ginástica, Hóquei, Ballet, Judô,
Boliche, Bocha, Arco e Flecha, Cursos, Presidência,
Diretorias, Administração, etc.
2
- Essas melhorias já estão definidas? Podemos saber
quais são?
Todas as atividades que hoje estão instaladas em
locais improvisados. A definição de locais
específicos e especialmente projetados para as
práticas esportivas dos associados e atletas, será
feita ouvindo-se os Diretores e principalmente os
usuários de cada área, e isso fará com que cada
esporte tenha o seu local adequado e seguindo as
normas de suas respectivas confederações, bem como
as áreas de serviços para os associados e atletas
destas modalidades (vestiários, lanchonetes, etc).
Será um investimento de cerca de R$ 50 milhões de
reais nas readequações e na construção das novas e
modernas áreas dos associados.
3
- Poderá, então, haver aumento das Mensalidades e
Taxas?
Não, obviamente não. Ao contrário, Instalações
novas, significam menores Custos de Manutenção e
conseqüentemente, menos gastos. Lembrem-se, as
Taxas de Manutenção são calculadas pelo Custo de
Manutenção do Clube. Se as Instalações forem todas
novas, evidentemente a Manutenção diminui, e o
Clube poderá manter as Taxas sem sofrer os
prejuízos que sofre hoje em dia. Além do que, a
parceria com a WTorre, além de proporcionar uma
economia na manutenção do Estádio Palestra Itália
(estimado em R$ 8 milhões por ano) e receitas
adicionais, fará com que o Clube fique
auto-suficiente em suas contas (diferença entre
Receitas e Despesas). Atualmente, a situação está
completamente invertida, como temos instalações
antigas e com manutenção cara, necessitamos cada
vez de mais recursos para podermos manter
"utilizáveis" essas áreas para os associados.
Infelizmente, hoje o Clube tem um prejuízo em sua
área social e caso a parceria não fosse efetuada,
aí sim, as Mensalidades e Taxas sofreriam reajustes
para que se pudesse manter o patrimônio do Clube.
Nosso parceiro irá investir R$ 50 milhões na área
social, fora o investimento no Estádio de Futebol.
Não existe nenhum projeto semelhante a este no
Brasil.
4
- Tenho cadeiras cativas no Estádio. Quanto tempo
iremos ficar sem jogos no “Palestra
Itália”?
A Sociedade Esportiva Palmeiras, como sempre,
respeitará todos aqueles que tenham direitos no
Estádio. Os permissionários de cadeiras serão
chamados para negociar suas posses e permissões.
Provavelmente o Estádio Palestra Itália ficará
fechado por 16 Meses para jogos, a partir do início
do Campeonato Brasileiro de 2009.
5
- Onde mandaremos os nossos jogos? O dono de cativa
terá o seu direito respeitado quando o Palmeiras
for o mandante?
Ainda não é possível determinar onde serão os
mandos de jogos do Palmeiras. Esta será uma decisão
da Diretoria de Futebol, como já aconteceu no
início do Campeonato Paulista de 2008, quando o
campo do Palestra Itália ficou fechado para a troca
do gramado. A Diretoria procurará resolver
administrativamente a melhor solução para os
proprietários de cativa em seus jogos de mando.
6
- Tenho camarote no Estádio. Como ficará a nossa
situação?
Os camarotes são alugados pelo Palmeiras em
contratos anuais. Todos os contratos, quando
vencidos, não serão renovados, Mas, os atuais
ocupantes terão prioridade de reserva quando da
abertura da negociação dos camarotes da Arena. Vale
lembrar que em toda a sua história, o Palmeiras
sempre honrou seus contratos.
7
- Sei que a Arena será fechada (anel). Isso
atingirá as piscinas? Perderemos, durante alguma
fase da construção o uso das
piscinas?
Aa áreas Sociais do Clube não terão suas atividades
interrompidas um único dia. Principalmente as
piscinas, que não sofrerão qualquer efeito da
reforma, pois serão integralmente preservadas, com
melhorias nos Vestiários e Saunas, que serão novos.
O fechamento do anel da Arena implica em
deslocamento do campo atual em cerca de 7 metros em
direção às arquibancadas amarelas (onde hoje ficam
as torcidas organizadas). Com este deslocamento, a
Arena ganhará uma área adicional que permitirá o
fechamento do anel. A projeção do Estádio não
ultrapassará o limite do fosso hoje existente,
mesmo porque, o projeto aprovado na Prefeitura de
São Paulo tem como limite máximo, este mesmo fosso.
8
- Perderemos os Ginásios e o Salão de
Festas?
Ao contrário, ganharemos mais ginásios e salões de
festas. O Ginásio I será reformado ganhando quadra
mais apropriada para qualquer esporte, além de
lugares mais confortáveis para os assistentes.
Atualmente possuímos 5 Quadras Poliesportivas
"descobertas" além do Ginásio Pequeno. No novo
projeto, o Ginásio II será demolido e dará lugar a
um Edifício Poliesportivo com 6 Quadras
Poliesportivas cobertas. Ou seja, vamos trocar 5
descobertas por 5 cobertas. Teremos um Salão de
Festas com capacidade adequada a eventos múltiplos,
ou seja, será usado o conceito de "modularidade".
Isto significa que o novo Salão pode ser modulado
para 2 ou 3 eventos simultâneos de 100 pessoas, ou
um evento grande de 500 pessoas e assim por diante,
Estas reformas permitirão que o Associado realize
desde Batizados, Aniversários e Festas Familiares,
até Convenções e Festas de grandes Empresas. Como
teremos também um local para Culto
Ecumênico/Religioso, poderão realizar Casamentos,
com a cerimônia religiosa e festiva dentro do
Clube.
9
- O setor de Tênis será
atingido?
Atualmente as Quadras de Tênis são descobertas. Ao
serem transferidas para o Edifício Poliesportivo,
100% das Quadras de Tênis serão cobertas. Em nenhum
momento o esporte deixará de ser praticado, uma vez
que as Quadras serão construídas sem a mudança de
lugar das quadras atuais, que só serão interditadas
após a mudança para o novo local.
10 - Quadras de Vôlei, FutSal, Futebol Society
serão atingidas?
Como explicado, teremos o Ginásio Grande
reformulado e mais 6 Quadras Poliesportivas
cobertas, inclusive com dimensões oficiais para
Futsal. O Society terá um campo de dimensões
oficiais com uma pista de corridas e caminhadas à
sua volta.
11 - As áreas de Estacionamentos atuais serão
fechadas? Haverá diminuição dessas
áreas?
O Palmeiras possui cerca de 200 vagas de
Estacionamento. No novo projeto, serão mais de
2.500 vagas, todas cobertas. Isto significa que o
Sócio chegará ao clube em um domingo de sol, ao
meio dia e encontrará local seguro para estacionar,
dentro do clube, sem deixar o carro na rua ou com
flanelinhas. Alem disto, em dias de jogos, o
Associado não precisará tirar seu carro do
Estacionamento antes do horário do jogo, podendo a
área Social do clube a qualquer horário, mesmo em
dias de jogos de futebol.
12 – Qual o tempo para a construção do edifício com
as quadras de Tênis suspensas e também do Edifício
de Administração? E, neste último, haverá espaço
para atividades de Lazer e
Recreação?
A previsão será de 6 meses para o Edifício
Poliesportivo. O Edifício Administrativo será feito
em 12 meses, após a entrega do Edifício
Poliesportivo. Fica claro que somente após a
inauguração do Edifício Poliesportivo, as Quadras
atuais serão desativadas para outras obras.
13 - Onde encontrarei bem detalhado o projeto da
Arena e como saber se haverá restrições que
prejudicarão o Associado?
A partir de 22 de Julho estaremos colocando as
informações em áreas do clube, no site do Palmeiras
e também em vídeos que serão espalhados pela
lanchonete, restaurante e outros locais. Além
disto, estaremos com um serviço de "Perguntas e
Respostas" na Revista do Palmeiras, no Site
Oficial do Palmeiras (www.palmeiras.com.br)
e no site da Arena (www.arenapalestra.com.br).
Porém desde já o associado pode ter certeza que o
projeto em nada prejudicará o seu convívio no
Clube, muito pelo contrário, só o beneficiará.
14 - Faço "Cooper" no entorno do Jardim Suspenso ou
na arquibancada. Perderemos esse espaço durante a
construção da Arena e depois dela
pronta?
Quem
faz este tipo de atividade será muito beneficiado,
pois no Edifício Poliesportivo será construída uma
pista de "Cooper" e caminhada, com piso adequado,
na cobertura, além de outros espaços para
caminhadas Hoje, infelizmente quem faz estas
atividades, corre o risco de contusões, pois o piso
e local não são adequados.
Fonte:
Site do Palmeiras
O Conrado do blog
Parmerista,
conta mais detalhes no seu post sobre a votação
da alteração do estatuto. Vale a pena dar uma
lida no texto dele que dá vários detalhes do que
realmente aconteceu nessa segunda-feira.
Clique
aqui
para ler o post do Conrado.
Votação encerrada e mais uma etapa vencida, com
aprovação por aclamação a alteração do estatuto,
que agora conta com a inclusão do direito de uso do
solo para a Arena Palestra Itália.
Outro detalhe importante, foi a votação para saber
se o voto seria fechado ou aberto. Mais uma vez a
turma do mau teve que assistir uma vergonhosa
derrota no conselho; 144 votaram pela aberta e 89
pelo voto fechado! Isso é um bom parâmetro para as
próximas eleições para presidente no clube, pois
está sendo demonstrado que a oposição está cada vez
mais enfraquecida!
Agora a última etapa é a assembléia dos sócios, em
que precisamos de apenas 1/3 dos votos válidos para
encerrar essa fase burocrática da aprovação da tão
sonhada Arena!
Você sócio com mais de três anos de clube, tem a
obrigação de ir votar nessa assembléia que será
daqui há algumas semanas!
Saiu no jornal o Lance de hoje, 2 comentarios muito
interessantes de um mebro do comite organizador da
FIFA para a Copa 2014, onde ele fala um pouco sobre
a escolha dos estádios para o mundial!
Só para lembrar a nossa torcida, o projeto da nossa
Arena tem a grande vantagem de um seguro que
garante a entrega do estádio para o fim de 2010 e
começo de 2011.

Agora é a vez do Tiago Soares do
Observatório Verde
que me passou o link dessa ótima reportagem que a
revista Carta Capital fez sobre a nossa Arena:
Chegamos à era das arenas?
A seis anos de receber a Copa do Mundo, o Brasil
parece estar muito distante da realidade do chamado
padrão Fifa em seus estádios. Mesmo o primeiro que
pode atingi-lo em território brasileiro não está
entre os pré-selecionados pelo comitê organizador
da Copa de 2014, mas pode ajudar o País a entrar na
era das arenas multiuso que vêm substituindo os
estádios mundo afora.
Se tudo correr como estão estabelecidos os planos,
o Palmeiras será o primeiro clube brasileiro a ter
um equipamento --para usar um termo mais moderno--
compatível com os padrões estabelecidos pela
entidade que comanda o futebol no mundo. A Arena
Palestra Itália, nome que o estádio Parque
Antarctica receberá após a conclusão de sua
reforma, prevista para acabar em dezembro de 2010,
poderá receber até 45 mil espectadores, todos
acomodados em assentos numerados --42 mil se for
abrigar um evento Fifa. Nenhum desses lugares será
de arquibancada, setor identificado com o torcedor
mais popular.
Após passar 14 anos procurando a melhor maneira de
modernizar o seu estádio, o clube paulistano fechou
uma parceria com a WTorre Arenas para concretizar a
Arena Palestra Itália. O Palmeiras e a empresa do
setor imobiliário assinaram um contrato que prevê
investimento de 250 milhões de reais em reformas
que não se limitam ao antigo estádio, mas se
estendem a melhorias na área social do clube, como
a construção de quadras poliesportivas e de tênis,
além de uma nova sede administrativa.
Acordos desse tipo, firmados entre a iniciativa
privada e clubes esportivos, são fechados às
dezenas ao redor do globo. Mesmo no Brasil, onde
nenhum projeto deslanchou de maneira substancial, é
possível listar alguns times que se dizem no
caminho de ter um estádio moderno: Grêmio (fundou
uma empresa apenas para cuidar do projeto),
Figueirense, Atlético Paranaense (que parecia ser o
primeiro que chegaria a ter um equipamento multiuso
de fato, mas não consegue concluir o projeto
integral da Arena da Baixada) e a Ponte Preta (que
assinou um acordo que prevê a demolição do Moisés
Lucarelli).
Mas a parceria fechada entre Palmeiras e WTorre
causou espécie por um detalhe bastante peculiar: a
empresa de empreendimentos imobiliários arcará com
cada centavo dos 250 milhões de reais previstos
para entregar pronta o reformado estádio do time
alviverde. Em contrapartida, ganha o direito de
explorar comercialmente por 30 anos a arena
multiuso.
"O que chama a atenção é que a WTorre vai bancar
toda a despesa, e isso não é nada comum quando se
trata da construção de estádios", diz Tomaz Alves,
colunista da revista Trivela, especializada em
futebol internacional. "Já vimos o contrário
acontecer, como fez o Arsenal (time da primeira
divisão do Campeonato Inglês), que bancou toda a
construção da Emirates Arena com recursos próprios,
mas tinham um plano de arrecadação para pagar, que
contava com a arrecadação, por exemplo, da venda de
camarotes, da comercialização antecipada de
carnês."
Alves reproduz a pergunta que ecoou nos meios de
comunicação, que é a grande dúvida quando se trata
da parceria: "Qual vai ser a parcela da WTorre na
venda de ingressos, na comercialização de
camarotes, na realização de eventos, nos direitos
de nome do estádio, que são as grandes fontes de
receita de uma arena multiuso?"
"Nós temos dois tipos de produtos nesta parceria
com o Palmeiras. Os primeiros são aqueles
vinculados às áreas patrimoniais, como a
comercialização das cadeiras cativas, de
camarotes", explica Luis Fernando Davantel,
executivo da WTorre Arenas. "Esta 'família' de
produtos dará 5% das receitas líquidas, livre de
impostos, nos primeiros cinco anos, com acréscimo
de 5 pontos percentuais nesta receita a cada cinco
anos. Assim, no fim do período de 30 anos
estabelecido em contrato, o Palmeiras terá 30% das
receitas líquidas destes produtos".
A outra 'família' de produtos, que Davantel chama
de operacionais, como a receita arrecadada com a
realização de shows, feiras, palestras, congressos,
festas e a exploração de estacionamentos, praças de
alimentação e lojas, começa com 20% da receita para
o Palmeiras. E segue o mesmo mecanismo de acréscimo
a cada cinco anos dos produtos patrimoniais,
chegando aos 45% ao fim do contrato.
O modelo é visto com bons olhos pelos dirigentes
palestrinos, porque prevê a participação na receita
gerada, não nos resultados atingidos. "Isso muda
totalmente o negócio porque quando você participa
da receita, tanto faz a operação. Se der lucro ou
prejuízo, o problema é do investidor", diz João
Mansur, que trabalha no departamento de
planejamento do Palmeiras. "Quando você participa
do resultado, pode ter uma série de ingerências do
parceiro. Isso foi um cuidado muito grande que foi
tomado pelo Palmeiras porque ter que ingerência
durante 30 anos é uma coisa, participar da receita
é outra".
A parceria parece ser realmente benéfica ao
Palmeiras, ainda mais se for levado em conta que a
parte da receita que caberá à WTorre vem apenas do
que a empresa chama de "atuação patrimonialista",
ou a exploração do aluguel do espaço. "Se vier um
produtor de shows que vá trazer a Madonna para o
Brasil e ele fala que o melhor local para este show
é a arena multiuso do Palestra Itália, a WTorre
cobrará aluguel desse promotor e ele ficará com a
receita da venda de ingressos", explica Davantel.
"A mesma coisa acontece em relação ao Palmeiras,
que é o promotor dos jogos: toda a bilheteria do
futebol, qual é o valor do ingresso, se ele cobra o
setor vermelho 100 reais ou nada, são decisões
exclusivamente do clube”.
Mesmo em relação à exploração dos camarotes e das
cadeiras cativas, que pareciam ser uma fonte de
renda exclusiva da empresa que vai reformar o
Palestra, o clube paulistano terá garantida uma
fonte de renda no mínimo igual à de qualquer outro
clube que promova um jogo de futebol. "Nós vamos
alugar camarotes por um período de dois, três,
quatro, cinco anos, assim como as cadeiras
cativas", diz o executivo da WTorre. "Agora,
independentemente de você ter um camarote, você
terá que comprar um ingresso para ir ao evento. O
aluguel te dá acesso àquele espaço, mas para cada
evento promovido no espaço, é preciso comprar um
ingresso. E sempre que o promotor do evento for o
Palmeiras, os valores arrecadados na bilheteria são
100% do Palmeiras".
Como pode se observar, os números indicam uma
perspectiva favorável ao provável futuro
bem-sucedido daquela que deve ser a primeira arena
multiuso em terras brasileiras. Tanto é que, sem ao
menos ter colocado a primeira pedra do novo
Palestra Itália no ar, a WTorre já vê com boas
perspectivas a possibilidade de construir novas
arenas multiuso. "Ainda não há contrato assinado,
mas sim conversas bastante adiantadas, em fase de
pré-assinatura, para pelo menos outros três
clubes", revela Davantel.
Estas possibilidades, somadas às iniciativas de
novas arenas multiuso já citadas no início, estejam
no estágio em que estiverem, trazem à tona uma
questão que está longe de ser respondida: o Brasil
comportará diversos equipamentos desse tipo,
ancorados em clubes de futebol, quando tem um
campeonato nacional cuja média mal ultrapassou as
17 mil pessoas por jogo na edição de 2007?
Fonte:
Carta Capital
Agora é a vez do Tiago Soares do
Observatório Verde
que me passou o link dessa ótima reportagem que a
revista Carta Capital fez sobre a nossa Arena:
Chegamos à era das arenas?
A seis anos de receber a Copa do Mundo, o Brasil
parece estar muito distante da realidade do chamado
padrão Fifa em seus estádios. Mesmo o primeiro que
pode atingi-lo em território brasileiro não está
entre os pré-selecionados pelo comitê organizador
da Copa de 2014, mas pode ajudar o País a entrar na
era das arenas multiuso que vêm substituindo os
estádios mundo afora.
Se tudo correr como estão estabelecidos os planos,
o Palmeiras será o primeiro clube brasileiro a ter
um equipamento --para usar um termo mais moderno--
compatível com os padrões estabelecidos pela
entidade que comanda o futebol no mundo. A Arena
Palestra Itália, nome que o estádio Parque
Antarctica receberá após a conclusão de sua
reforma, prevista para acabar em dezembro de 2010,
poderá receber até 45 mil espectadores, todos
acomodados em assentos numerados --42 mil se for
abrigar um evento Fifa. Nenhum desses lugares será
de arquibancada, setor identificado com o torcedor
mais popular.
Após passar 14 anos procurando a melhor maneira de
modernizar o seu estádio, o clube paulistano fechou
uma parceria com a WTorre Arenas para concretizar a
Arena Palestra Itália. O Palmeiras e a empresa do
setor imobiliário assinaram um contrato que prevê
investimento de 250 milhões de reais em reformas
que não se limitam ao antigo estádio, mas se
estendem a melhorias na área social do clube, como
a construção de quadras poliesportivas e de tênis,
além de uma nova sede administrativa.
Acordos desse tipo, firmados entre a iniciativa
privada e clubes esportivos, são fechados às
dezenas ao redor do globo. Mesmo no Brasil, onde
nenhum projeto deslanchou de maneira substancial, é
possível listar alguns times que se dizem no
caminho de ter um estádio moderno: Grêmio (fundou
uma empresa apenas para cuidar do projeto),
Figueirense, Atlético Paranaense (que parecia ser o
primeiro que chegaria a ter um equipamento multiuso
de fato, mas não consegue concluir o projeto
integral da Arena da Baixada) e a Ponte Preta (que
assinou um acordo que prevê a demolição do Moisés
Lucarelli).
Mas a parceria fechada entre Palmeiras e WTorre
causou espécie por um detalhe bastante peculiar: a
empresa de empreendimentos imobiliários arcará com
cada centavo dos 250 milhões de reais previstos
para entregar pronta o reformado estádio do time
alviverde. Em contrapartida, ganha o direito de
explorar comercialmente por 30 anos a arena
multiuso.
"O que chama a atenção é que a WTorre vai bancar
toda a despesa, e isso não é nada comum quando se
trata da construção de estádios", diz Tomaz Alves,
colunista da revista Trivela, especializada em
futebol internacional. "Já vimos o contrário
acontecer, como fez o Arsenal (time da primeira
divisão do Campeonato Inglês), que bancou toda a
construção da Emirates Arena com recursos próprios,
mas tinham um plano de arrecadação para pagar, que
contava com a arrecadação, por exemplo, da venda de
camarotes, da comercialização antecipada de
carnês."
Alves reproduz a pergunta que ecoou nos meios de
comunicação, que é a grande dúvida quando se trata
da parceria: "Qual vai ser a parcela da WTorre na
venda de ingressos, na comercialização de
camarotes, na realização de eventos, nos direitos
de nome do estádio, que são as grandes fontes de
receita de uma arena multiuso?"
"Nós temos dois tipos de produtos nesta parceria
com o Palmeiras. Os primeiros são aqueles
vinculados às áreas patrimoniais, como a
comercialização das cadeiras cativas, de
camarotes", explica Luis Fernando Davantel,
executivo da WTorre Arenas. "Esta 'família' de
produtos dará 5% das receitas líquidas, livre de
impostos, nos primeiros cinco anos, com acréscimo
de 5 pontos percentuais nesta receita a cada cinco
anos. Assim, no fim do período de 30 anos
estabelecido em contrato, o Palmeiras terá 30% das
receitas líquidas destes produtos".
A outra 'família' de produtos, que Davantel chama
de operacionais, como a receita arrecadada com a
realização de shows, feiras, palestras, congressos,
festas e a exploração de estacionamentos, praças de
alimentação e lojas, começa com 20% da receita para
o Palmeiras. E segue o mesmo mecanismo de acréscimo
a cada cinco anos dos produtos patrimoniais,
chegando aos 45% ao fim do contrato.
O modelo é visto com bons olhos pelos dirigentes
palestrinos, porque prevê a participação na receita
gerada, não nos resultados atingidos. "Isso muda
totalmente o negócio porque quando você participa
da receita, tanto faz a operação. Se der lucro ou
prejuízo, o problema é do investidor", diz João
Mansur, que trabalha no departamento de
planejamento do Palmeiras. "Quando você participa
do resultado, pode ter uma série de ingerências do
parceiro. Isso foi um cuidado muito grande que foi
tomado pelo Palmeiras porque ter que ingerência
durante 30 anos é uma coisa, participar da receita
é outra".
A parceria parece ser realmente benéfica ao
Palmeiras, ainda mais se for levado em conta que a
parte da receita que caberá à WTorre vem apenas do
que a empresa chama de "atuação patrimonialista",
ou a exploração do aluguel do espaço. "Se vier um
produtor de shows que vá trazer a Madonna para o
Brasil e ele fala que o melhor local para este show
é a arena multiuso do Palestra Itália, a WTorre
cobrará aluguel desse promotor e ele ficará com a
receita da venda de ingressos", explica Davantel.
"A mesma coisa acontece em relação ao Palmeiras,
que é o promotor dos jogos: toda a bilheteria do
futebol, qual é o valor do ingresso, se ele cobra o
setor vermelho 100 reais ou nada, são decisões
exclusivamente do clube”.
Mesmo em relação à exploração dos camarotes e das
cadeiras cativas, que pareciam ser uma fonte de
renda exclusiva da empresa que vai reformar o
Palestra, o clube paulistano terá garantida uma
fonte de renda no mínimo igual à de qualquer outro
clube que promova um jogo de futebol. "Nós vamos
alugar camarotes por um período de dois, três,
quatro, cinco anos, assim como as cadeiras
cativas", diz o executivo da WTorre. "Agora,
independentemente de você ter um camarote, você
terá que comprar um ingresso para ir ao evento. O
aluguel te dá acesso àquele espaço, mas para cada
evento promovido no espaço, é preciso comprar um
ingresso. E sempre que o promotor do evento for o
Palmeiras, os valores arrecadados na bilheteria são
100% do Palmeiras".
Como pode se observar, os números indicam uma
perspectiva favorável ao provável futuro
bem-sucedido daquela que deve ser a primeira arena
multiuso em terras brasileiras. Tanto é que, sem ao
menos ter colocado a primeira pedra do novo
Palestra Itália no ar, a WTorre já vê com boas
perspectivas a possibilidade de construir novas
arenas multiuso. "Ainda não há contrato assinado,
mas sim conversas bastante adiantadas, em fase de
pré-assinatura, para pelo menos outros três
clubes", revela Davantel.
Estas possibilidades, somadas às iniciativas de
novas arenas multiuso já citadas no início, estejam
no estágio em que estiverem, trazem à tona uma
questão que está longe de ser respondida: o Brasil
comportará diversos equipamentos desse tipo,
ancorados em clubes de futebol, quando tem um
campeonato nacional cuja média mal ultrapassou as
17 mil pessoas por jogo na edição de 2007?
Fonte:
Carta Capital
No próximo dia 21 de Julho o conselho terá uma
importante votação para uma mudança estatutária.
Essa adaptação do nosso antiquado estatuto tem
relação direta com o projeto da nossa tão sonhada
Arena!
Algumas figurinhas carimbadas da oposição,
covardemente, estão se articulando nos bastidores
para tentar fazer com que essa votação seja através
de voto fechado!
Isso é um absurdo para toda a nossa torcida e
sócios do clube que desejam um Palmeiras mais
transparente e democrático.
Então fica o meu apelo aos sócios do clube que têm
contato com os nossos conselheiros, para exigir
deles uma posição de transparência e não aceitem,
nessa importante votação, o voto fechado!
A oposição estaria trabalhando, através dos
seguintes conselheiros:
- Piraci Oliveira
- Mario Gianini
- Mustafá Contursi
- Reynaldo Cappucci
- Alberto Tirone (Pituca)
No próximo dia 21 de Julho o conselho terá uma
importante votação para uma mudança estatutária.
Essa adaptação do nosso antiquado estatuto tem
relação direta com o projeto da nossa tão sonhada
Arena!
Algumas figurinhas carimbadas da oposição,
covardemente, estão se articulando nos bastidores
para tentar fazer com que essa votação seja através
de voto fechado!
Isso é um absurdo para toda a nossa torcida e
sócios do clube que desejam um Palmeiras mais
transparente e democrático.
Então fica o meu apelo aos sócios do clube que têm
contato com os nossos conselheiros, para exigir
deles uma posição de transparência e não aceitem,
nessa importante votação, o voto fechado!
A oposição estaria trabalhando, através dos
seguintes conselheiros:
- Piraci Oliveira
- Mario Gianini
- Mustafá Contursi
- Reynaldo Cappucci
- Alberto Tirone (Pituca)
Em resposta ao email que foi enviado pelo polêmico
conselheiro Piraci Oliveira, João Mansur esclarece
as mentiras que ele divulgou nesse comunicado, o
qual enviou à muitos sócios e conselheiros do
Palmeiras!
Segue a resposta abaixo:
No ultimo sábado (12 de Julho de 2008), o
conselheiro Piraci Ubiratan de Oliveira, enviou um
e-mail a uma enorme lista de contatos, explicando
os motivos pelo qual ele votou “não”, na reunião do
Conselho Deliberativo de 30 de Junho, que por 163
votos a favor, 3 contrários e 7 abstenções, aprovou
o plano de negócios para a reforma e ampliação do
Estádio Palestra Itália, transformando-o em uma
arena multiuso.
O referido conselheiro, alem de não conhecer o
estatuto social da Sociedade Esportiva Palmeiras,
espalha inverdades sobre o CONSELHO DELIBERATIVO,
COF, DIRETORIAS, PRESIDENCIA e DEPARTAMENTO
JURIDICO.
Tais inverdades são explicadas passo a passo, no
mesmo texto, em que o referido conselheiro as
coloca.
Arena Palestra Itália – Por que votei “NÃO”
Piraci Oliveira – Conselheiro da SEP
Como divulgado pela imprensa, fui um dos três
Conselheiros a votar “não” quanto à deliberação
para aprovação da contratação da empresa de
engenharia que supostafalta com a verdade iniciará
as obras da chamada “Arena Palestra Itália”.
Alegação PIRACI: Entre a apresentação da minuta do
contrato aos conselheiros e a votação houve apenas
dois dias, prazo insuficiente para análise
necessária;
A verdade: A pedido da diretoria Sociedade
Esportiva Palmeiras e da Comissão de obras da
Arena, nomeada pelo Conselho Deliberativo, o sócio
João Carlos Falbo Mansur (Matricula 601.880 e
Membro da Sociedade de Eternos Palestrinos de
sócios remidos – 019) esteve a disposição para
prestar esclarecimentos aos membros do conselho
deliberativo entre os dias 25 de Junho e 30 Junho
de 2008, das 10:00 as 20:00 horas (presença que
pode ser confirmada pelos registros de entrada e
saída da SEP), na sala do Conselho de Orientação e
Fiscalização (COF), sobre os termos do contrato de
investimentos a ser firmado entre a Sociedade
Esportiva Palmeiras e a WTorre Empreendimentos
Imobiliários S/A.
O Sr. João Carlos Falbo Mansur também ficou a
disposição para apresentar a minuta do contrato a
ser assinado entre as partes aos conselheiros que
manifestassem interesse em consultá-lo.
Alem do sócio João Carlos Falbo Mansur, também
estiveram no referido plantão algumas pessoas como
Vladimir Antonio Rioli (contratado da SOCIEDADE
ESPORTIVA PALMEIRAS para realizar o Business Plan
na gestão de Carlos Facchina, e com contrato
ratificado por Mustafá Contursi), José Cyrillo Jr.
(Diretor Administrativo), Antonio Augusto Pompeu de
Toledo (membro do COF), e o Presidente do COF, Sr.
Clefalta com a verdade Gomes Pereira.
No dia 27 de Junho de 2008, em reunião realizada
pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) da
Sociedade Esportiva Palmeiras, as 18:00 horas, foi
aprovado parecer jurídico emitido pela DIRETORIA
JURIDICA da SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS e
conseqüentefalta com a verdade a minuta do referido
contrato, por 14 votos favoráveis (inclusive do Sr.
Mustafá Contursi), 1 contrario e 1 ausência
justificada.
Desta forma, o referido conselheiro falta com a
verdade na sua afirmação e tenta induzir a opinião
dos mais simples e leigos no assunto ao afirmar que
foram apenas 02 dias para a consulta.
Alegação PIRACI: Não há projeto aprovado na
Prefeitura;
A verdade: O projeto de reforma e ampliação esta
aprovado pela Prefeitura Municipal de São Paulo
desde o dia 29 de Janeiro de 2002, sob o numero
8000773961-03 e o respectivo alvará de obras numero
8000773961 esta em vigor.
Tenho copia do referido alvará e dos projetos e
plantas aprovados e estou a disposição para
apresentar a quem solicitar, uma vez que os mesmos
são PUBLICOS. Alias, vou requisitar a diretoria de
comunicação do Palmeiras que disponibilize os
mesmos através do site, em PDF, para que sejam
“baixados” para consulta.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao afirmar que não existe projeto aprovado
na Prefeitura Municipal de São Paulo.
Alegação PIRACI: Não há memorial descritivo das
obras;
A verdade: O projeto de reforma e ampliação esta
aprovado pela Prefeitura Municipal de São Paulo
desde o dia 29 de Janeiro de 2002, sob o numero
8000773961-03 e o respectivo alvará de obras numero
8000773961 esta em vigor, os memoriais descritivos
estão anexos aos projetos aprovados na Prefeitura
Municipal de São Paulo.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao afirmar que não existe memorial
descritivo das obras.
Alegação PIRACI: Não há planta baixa dos prédios;
A verdade: Os edifícios serão objeto de um projeto
modificativo feito pela empresa parceira e a
Sociedade Esportiva Palmeiras.
Tal projeto modificativo apenas poderá ser
apresentado para a Prefeitura do Município de São
Paulo apos a referida aprovação pelo Conselho
Deliberativo (fato ocorrido em 30 de Junho de
2008).
Diante deste fato, o contrato prevê CLARAMENTE que
apos a aprovação e cessão da superfície, os
projetos modificativos deverão ser providenciados e
aprovados pela empresa parceira, sem nenhum tipo de
ônus para a Sociedade Esportiva Palmeiras.
Vale ressaltar que a minuta do contrato em questão
foi aprovado pelo Conselho de Orientação e
Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a
opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que
não existe planta baixa dos prédios.
Alegação PIRACI: Não há croqui com escala;
A verdade: A minuta de contrato que foi aprovada
pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em
27 de Junho de 2008 contem, em um de seus anexos,
os referidos croquis.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao afirmar que não ha croqui das áreas.
Alegação PIRACI: Não sabemos qual a área destinada
à arena, ou seja, à cessão para a Construtora;
A verdade: A minuta do contrato que foi aprovada
pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em
27 de Junho de 2008 contem, em um de seus anexos,
as referidas áreas aproximadas e também, existe uma
clausula especifica, onde se faz menção de que será
efetuado um levantamento topográfico detalhado para
determinação correta e precisa da área a serem
objetos da cessão de uso da superfície.
Este procedimento somente poderá ser efetuado
depois do projeto modificativo ser apresentado para
a Prefeitura Municipal de São Paulo, obviamente
apos a aprovação pelo Conselho Deliberativo,
realizada em 30 de Junho de 2008.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao afirmar que não sabe a área destinada a
arena.
Alegação PIRACI: Não há cronograma de obras;
A verdade: A minuta do contrato que foi aprovada
pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em
27 de Junho de 2008, contem em um de seus anexos, o
referido cronograma de obras.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao afirmar que não ha cronograma de obras.
Alegação PIRACI: Não há penalidade para atraso na
obra;
A verdade: A minuta do contrato que foi aprovada
pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em
27 de Junho de 2008 contem uma clausula especifica
sobre este assunto, referenciando a clausula ao
cronograma de obras, de licenças e aprovações.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao afirmar que não ha multa para atrasos
na obra.
Alegação PIRACI: Não há minuta da escritura de
cessão de uso do solo, nem penalidade para atraso
na devolução;
A verdade: A cessão do uso da superfície será
objeto de levantamento topográfico detalhado (como
abordado acima) e objeto de projeto modificativo
feito pela empresa parceira e a Sociedade Esportiva
Palmeiras a ser apresentado a Prefeitura Municipal
de São Paulo, apos a aprovação do projeto pelo
Conselho Deliberativo (fato ocorrido em 30 de Junho
de 2008).
Diante deste fato, o contrato prevê claramente que
apos a aprovação será efetuado a cessão do direito
de superfície.
Não pode existir a referida minuta de escritura de
cessão de uso da superfície antes do levantamento
topográfico e antes da aprovação pelo Conselho
Deliberativo (fato ocorrido em 30 de Junho de
2008), uma vez que a cessão, somente será concedida
caso a operação seja plenamente aprovada pelo
Conselho Deliberativo (ocorrido em 30 de Junho de
2008).
O minuta de contrato que foi aprovada pelo Conselho
de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho
de 2008 tem previsão expressa deste item, bem como,
o mesmo faz parte do parecer do departamento
jurídico da SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a
opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que
não existe minuta da escritura de cessão do uso da
superfície.
Alegação PIRACI: Não há clareza quanto à exploração
da área de eventos;
A verdade: A Sociedade Esportiva Palmeiras não
possui atualmente uma área de eventos. A referida
área será um dos objetos da investimento a ser
realizado pelo parceiro.
Diante deste fato, o contrato prevê claramente que
a exploração da área ira obedecer a um critério de
remuneração para a Sociedade Esportiva Palmeiras e
que, tal exploração não devera entrar em conflito
com o estatuto social do clube.
A minuta de contrato que foi aprovada pelo Conselho
de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho
de 2008 tem previsão expressa deste item.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a
opinião dos mais simples e leigos ao afirmar que
não existe clareza quanto a exploração da área de
eventos.
Alegação PIRACI: Não há clareza quanto ao pagamento
da SEP à construtora para seus jogos;
A verdade: A Sociedade Esportiva Palmeiras ira
reembolsar os custos para a realização das partidas
de futebol de seu “mando” nos campeonatos oficiais.
A Sociedade Esportiva Palmeiras tem por obrigação
contratual efetuar os seus “mandos de jogos” na
futura Arena (desde que não seja objeto de punição
ou impedimento legal).
Diante deste fato, o contrato prevê claramente que
existe um critério de reembolso de tais despesas
pela a Sociedade Esportiva Palmeiras ao parceiro
que ira executar a exploração do uso.
Neste caso, TODA a bilheteria dos eventos de
futebol, serão integralmente pertencentes a
Sociedade Esportiva Palmeiras, que será a UNICA
gestora dos preços a serem praticados em suas
partidas..
A minuta de contrato que foi aprovada pelo Conselho
de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho
de 2008 tem previsão expressa deste item.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao afirmar que não existe clareza quanto
ao pagamento dos jogos da SEP.
Alegação PIRACI: No “Projeto Modificativo” não
consta o prédio administrativo;
A verdade: Como já explicado anteriormente, as
novas obras serão objeto de um projeto modificativo
feito pela empresa parceira e a Sociedade Esportiva
Palmeiras.
Tal projeto modificativo apenas poderá ser
apresentado para a Prefeitura do Município de São
Paulo apos a referida aprovação pelo Conselho
Deliberativo (fato ocorrido em 30 de Junho de
2008).
Vale ressaltar que a minuta do contrato em questão
foi aprovado pelo Conselho de Orientação e
Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 faz
previsão expressa deste assunto.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao afirmar que não existe “projeto
modificativo”.
Alegação PIRACI: Os 30 anos para exploração da obra
se iniciam com o “alvará” de funcionamento, o que o
elevará, no mínimo, para mais de 33 anos;
A verdade: A negociação entre a Sociedade Esportiva
Palmeiras e a empresa parceira, fez com que em
primeiro lugar, fossem executadas as obras no clube
social, obras estas que não geram NENHUM tipo de
rendimento ao parceiro e somam a importância
aproximada de R$ 50 milhões, a serem investidos na
melhoria das instalações para o associado.
A superfície em questão, apenas será explorada
quando do alvará definitivo de final de reforma,
prazo este em que a empresa parceira passara a
auferir RECEITA com exploração da arena e
conseqüentemente, inicia-se a parceria.
Vale ressaltar que a minuta de contrato em questão
foi aprovado pelo Conselho de Orientação e
Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 faz
previsão expressa deste assunto, inclusive, faz
previsão que caso exista apuração de receitas ANTES
do alvará definitivo, as mesmas já deverão ser
partilhadas com a SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS,
desde o primeiro instante, sem prejuízo dos prazos
ora contratados.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao fazer tal afirmação.
Alegação PIRACI: Em até 12 meses, a construtora
poderá rescindir o contrato sem penalidade nenhuma;
A verdade: A negociação entre a Sociedade Esportiva
Palmeiras e a empresa parceira, faz com que a SEP
tenha que providenciar uma serie de documentos para
a garantia jurídica da operação. A SEP tem ATE 12
meses para providenciar estes documentos, sendo que
quase que a sua totalidade já foi entregue a
empresa parceira.
Esta clausula foi uma exigência da SEP e não da
empresa parceira e a alegação do conselheiro, vai
de encontro ao parecer do departamento jurídico e
do Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) que
aprovaram a minuta do contrato em 27 de Junho de
2008, tornando expressa a previsão deste assunto.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao fazer tal afirmação.
Alegação PIRACI: Há possibilidade de o
empreendimento ser passado para empresas do mesmo
grupo econômico;
A verdade: Qual impacto desta afirmação na relação
da SEP com a empresa parceira ??
Estamos falando de se passar o empreendimento para
empresas do MESMO grupo econômico, ou seja, que
fazem parte da mesma organização.
Vale salientar que a empresa parceira da SEP
demonstra-se um dos maiores e sólidos grupos
imobiliários do Brasil, possuindo mais de R$ 6
bilhões em ativos e tendo em seu quadro acionário
empresas como BANCO SANTANDER e BANCO VOTORANTIM.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a
opinião dos mais simples e leigos ao fazer tal
afirmação.
Alegação PIRACI: Há possibilidade de
securitização dos recebíveis;
A verdade: Recebíveis são os contratos em vigor de
uma sociedade comercial.
Da mesma forma que a Sociedade Esportiva Palmeiras
faz o adiantamento dos seus recebíveis
(securitização) referente aos direitos de
transmissão de televisão, o parceiro (e a SEP),
poderão fazer o mesmo com os recebíveis da arena.
Que prejuízo ou mal faz este tipo de operação
financeira para a SEP ?
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a
opinião dos mais simples e leigos ao fazer tal
afirmação.
Alegação PIRACI: Não há memória de cálculo dos
valores que serão repassados ao Palmeiras por estes
33 anos;
A verdade: A negociação entre a Sociedade Esportiva
Palmeiras e a empresa parceira, faz com que a SEP
tenha recebimentos sobre a “receita liquida” (valor
faturado menos os impostos sobre o faturamento)
desde o primeiro dia de funcionamento da arena,
fato incomum neste tipo de empreendimento, onde
normalmente existe uma carência do investimento
(carência para inicio do pagamento).
O contrato faz expressão CLARA e evidente sobre a
memória de calculo dos respectivos valores em
clausula especifica.
Vale ressaltar que a minuta do contrato em questão
foi aprovado pelo Conselho de Orientação e
Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 fazendo
previsão expressa deste assunto.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao fazer tal afirmação.
Alegação PIRACI: Nos primeiros cinco anos, o clube
receberá apenas 5% dos valores líquidos de
tributos, o que se mostra reduzido;
A verdade: A negociação entre a Sociedade Esportiva
Palmeiras e a empresa parceira, faz com que a SEP
tenha recebimentos sobre a “receita liquida” (valor
faturado menos os impostos sobre o faturamento)
desde o primeiro dia, fato incomum neste tipo de
empreendimento, onde normalmente existe uma
carência do investimento.
Para os investimentos em que o Palmeiras atualmente
NAO apura renda, entre eles a exploração de nomes
(naming rights), camarotes (hoje são 356 lugares
contra 2.500 na nova arena) e cadeiras cativas
(hoje são 644 contra mais de 10.000 na nova arena),
serão aplicados uma tabela crescente onde se começa
com 5% das “receitas liquidas” e cresce 5% a cada
período de 5 anos, terminando em 30% nos últimos 5
anos da cessão..
As demais receitas como exploração de
estacionamento, centro de convenções, aluguel do
estádio para outras atividades, etc, serão
aplicados uma tabela crescente onde se começa com
20% da receita liquida e cresce 5% a cada período
de 5 anos, terminando em 45% nos últimos 5 anos da
cessão.
O contrato faz expressão CLARA e evidente sobre a
memória de calculo dos respectivos valores.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao fazer tal afirmação.
Alegação PIRACI: Não há definição da obrigação
pelas aprovações das plantas e das licenças dos
prédios administrativo e poliesportivo (o contrato
diz que a responsável é a SEP e a apresentação diz
que é a Construtora);
A verdade: A negociação entre a Sociedade Esportiva
Palmeiras e a empresa parceira, faz com que a SEP
tenha que providenciar uma serie de documentos para
a garantia jurídica da operação. Como a SEP e, e
sempre será, a legitima proprietária das áreas, ela
(SEP) devera efetuar uma procuração para a empresa
parceira obter as licenças e aprovações
necessárias, SEM ONUS para a SEP. Esta
clausula foi uma exigência da SEP e não da empresa
parceira.
Vale ressaltar que o contrato em questão foi
aprovado pelo Conselho de Orientação e Fiscalização
(COF) em 27 de Junho de 2008 faz previsão expressa
deste assunto.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao fazer tal afirmação.
Alegação PIRACI: O procurador da SEP não soube
responder (na reunião do Conselho Deliberativo)
quem seria responsável pelos alvarás desses
prédios;
A verdade: Como já mencionado no item anterior, mas
vale a pena ressaltar que a SEP não possui
procuradores e sim, mandatários, eleitos pelo
CONSELHO DELIBERATIVO (Presidente e Vices) e
Membros do COF (eleitos pelo conselheiros).
O referido conselheiro demonstra um profundo
desconhecimento do Estatuto Social da SOCIEDADE
ESPORTIVA PALMEIRAS
Alegação PIRACI: Houve divergência na remessa de
material para estudo dos Conselheiros. Há, pelos
menos, três versões distintas do “Projeto”;
A verdade: O material enviado aos conselheiros foi
mente produzido em uma UNICA gráfica e o envio foi
feito por empresa especializada.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao fazer tal afirmação.
Alegação PIRACI: Há cláusula específica pela
qual a Construtora não se obriga a nada. Notem o
texto de “Apresentação”
do projeto assinado pela Construtora com
concordância da SEP:
“Esta apresentação contém declarações e
informações prospectivas. Tais declarações e
informações prospectivas baseiam-se em premissas e
expectativas futuras que poderão não se concretizar
e não são garantia de realização futura.
Advertimos que as referidas declarações e
informações prospectivas estão e estarão, conforme
o caso, sujeitas a riscos, incertezas e outros
fatores relativos às operações e aos ambientes do
negócio em análise,
em virtude dos quais os resultados reais podem
diferir de maneira relevante de resultados futuros
expressos ou implícitos nas declarações e
informações prospectivas constantes do presente
material.
Embora
acredite-se que as premissas e expectativas
utilizadas para a divulgação das declarações e
informações prospectivas sejam razoáveis e baseadas
em dados atualfalta com a verdade
disponíveis,
não há garantia de resultados ou acontecimentos
futuros.”
(gn)
A verdade: este tipo de informação NAO e uma
clausula do contrato e sim, uma pratica chamada
DISCLOSURE, onde qualquer estudo de viabilidade
admite critérios atuais e não são garantia de
sucesso, uma vez que a situação econômica do pais
pode mudar ou mesmo, poderão existir interferências
que são inerentes a vontade das partes, tanto de
forma positiva como negativa e que as partes, de
boa FE, envidarão seus melhores esforços para a
consecução do Plano de Negócios.
Deve-se lembrar que existe um parecer FORMAL do
consultor contratado pela SOCIEDADE ESPORTIVA
PALMEIRAS (na gestão do presidente Carlos Facchina
e com contrato RATIFICADO pelo presidente Mustafá
Contursi), Sr. Vladimir Antonio Rioli, que afirma
que a negociação ora realizada esta BEM acima dos
parâmetros aprovados pela própria SEP e por sua
Comissão de Obras de Arena. O Sr. Vladimir Antonio
Rioli possue os documentos necessários a
comprovação destes números, documentos estes
assinados pelo então presidente Mustafá Contursi.
Desta forma, o referido conselheiro FALTA COM A
VERDADE e tenta induzir a opinião dos mais simples
e leigos ao fazer tal afirmação.
Alegação PIRACI: Assim, como se constata, não há
condição mínima para deliberação de empreendimento
desta magnitude sem que, antes de tudo, seja
detalhadamente explicado.
A verdade: O referido conselheiro tenta tumultuar o
ambiente na Sociedade Esportiva Palmeiras e fere o
estatuto social da entidade (estatuto que o
referido conselheiro deveria conhecer ANTES de ser
candidato ao Conselho Deliberativo).
Alem disto, o Conselheiro ofende decisões do
Conselho Deliberativo e do COF, bem como da
Diretoria Jurídica, Administrativa e do próprio
Presidente da SEP.
Vale lembrar que o Plano de negócios foi mente
aprovado pelo Conselho Deliberativo em reunião de
30 de Junho de 2008 por 163 votos favoráveis, 3
contrários e 7 abstenções.
O referido conselheiro tem ofendido o Conselho
Deliberativo e ao COF da SOCIEDADE ESPORTIVA
PALMEIRAS.
O referido conselheiro fere o estatuto social no
Artigo 33, reproduzido (grifo nosso)
"Art. 33 - É defeso ao associado e constitui
infração grave:
II.
Desacatar, por atos ou palavras, os membros dos
poderes ou órgãos constitutivos
da Administração Social, os Diretores, Diretores
Adjuntos, representantes, auxiliares ou empregados
no exercício das respectiva funções ou no
cumprimento de ordem superior.
III.
Dar publicidade a assuntos de caráter sigiloso da
SEP.
VI.
Menosprezar a SEP, fomentar ou estimular
dissensão.
VII.
Participar de atividades ou movimentos que, direta
ou indiretamente, tenham por escopo desmerecer ou
dificultar a ação dos poderes e órgãos
constitutivos da SEP.
VIII.
Acusar, publicamente, qualquer autoridade da SEP ou
criticar ato da administração, renunciando aos
meios previstos neste
Estatuto.
IX.
Censurar por qualquer meio de divulgação, os atos
dos poderes e órgãos constitutivos da administração
social.
Alegação PIRACI: Não sou contra o empreendimento,
nem mesmo contra a parceira indicada, mas, antes
dos itens anteriormente serem minuciosamente
estudados, não há como aprová-lo.
A verdade: Imagina se o referido conselheiro fosse
contra o projeto !!
Vale ressaltar que a comissão de Arena, nomeada
pelo Presidente Mustafá Contursi continua sendo a
mesma dos últimos 12 anos, presidida pelo Sr.
Carlos Facchina e com a participação dos Srs.
Salvador Hugo Palaia e Jose Cyrillo Jr.
A referida comissão de Arena aprovou os termos do
negocio com “louvor”.
O consultor da SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS
continua sendo o Sr Vladimir Antonio Rioli, que nos
últimos 12 anos, trabalhou mais de 21 propostas de
parceria, e a única que atingiu aos padrões
estabelecidos pela comissão de Arena, foi a da
empresa que agora vem a se associar com a SEP.
O referido conselheiro esta cometendo um grande
desrespeito as instituições da Sociedade Esportiva
Palmeiras, principalmente ao Conselho Deliberativo,
ao qual a comissão de Arena sempre foi SUBORDINADA.
Alegação PIRACI: Penso serem razões suficientes
para não permitir a aprovação, visando unicamente à
preservação dos interesses da SEP.
A verdade: Vale lembrar que o Plano de negócios foi
mente aprovado pelo Conselho Deliberativo em
reunião de 30 de Junho de 2008 por 163 votos
favoráveis, 3 contrários e 7 abstenções.
Este sim, o CONSELHO DELIBERATIVO, em pleno gozo de
suas atribuições e sendo detentor da mais alta
instancia estatutária da Sociedade Esportiva
Palmeiras, APROVOU a operação e garantiu os REAIS
interesses da SEP e não a interesses particulares,
tornando-se assim, o projeto ARENA PALESTRA ITALIA
como um projeto acima de qualquer interesse
político, mostrando que o CONSELHO DELIBERTIVO
pensa no futuro da SEP.
Alegação PIRACI: Manter-me-ei vigilante e
fiscalizando todos os passos do empreendimento.
A verdade: A SEP dispensa este tipo de
vigilância imparcial. A SEP sempre foi maior que
interesses pequenos e mesquinhos.
Sempre fomos NOS e hoje, mais do que nunca,
voltamos a ser GRANDES.
Estou a disposição para eventuais esclarecimentos,
principalmente quanto a necessidade de apresentar
os documentos que menciono as INVERDADES do
referido Conselheiro.
Atenciosamente,
João Carlos Falbo Mansur
Matricula 601.880
Membro da Sociedade de Eternos Palestrinos de
sócios remidos – 019
Esse foi o tempo que eu demorei para estacionar o
meu carro no Shopping Bourbon. Cheguei por volta
das 19:15hs e não tive problema nenhum para
encontrar uma vaga para deixar o carro em
segurança!
No total eu gastei 9 reais, muito menos do que os
20 reais que normalmente eu gasto no posto que fica
na Avenida Sumaré, então palmeirense, não pense
duas vezes antes de escolher o seu estacionamento
no próximo jogo do Palestra, o Shopping Bourbon é
na minha opinião, a melhor alternativa até o
momento!
Não tem muitas novidades, mas quem quiser ver
algumas maquetes para a Copa 2014, vale a pena dar
uma olhada!
Clique
aqui
para ver o scan do JT de hoje.
Não tem muitas novidades, mas quem quiser ver
algumas maquetes para a Copa 2014, vale a pena dar
uma olhada!
Clique
aqui
para ver o scan do JT de hoje.
Seja sócio do Palmeiras!
O meu amigo Marcos Kleine, que escreve semanalmente
uma coluna no PTD, está fazendo uma campanha
fantástica de incetivar à todos os palmeirenses a
virarem sócios do Palmeiras!
Segue abaixo o texto da campanha dele e o email
para quem se interessar em entrar de sócio no clube
campeão do século:
“Volto aqui a fazer o apelo para que se associem ao
Palmeiras, ainda mais agora que estamos entrando
para o novo século com o melhor estádio da América
Latina. Mais de 20 pessoas já se associaram pela
campanha aqui no PTD, e vc amigo Palmeirense? Está
esperando o quê?
Escreva o mais rápido possível, estarei passando
todas as informações por e-mail. Consegui um belo
desconto na jóia, que é uma espécie de matricula.
Venha nos ajudar a combater o mal que ainda vive
dentro do clube.
A votação da Arena mostra que eles já não têm tanta
força, mas a luta tem que continuar. Chega de
conselheiro torcedor de outro time. Chega de
conselheiro que vota em quem lhe dá presente.
Precisamos de um Palmeiras forte e vc é peça
fundamental.”
Escreva o quanto antes para:
kleine@palmeirastododia.com
WTorre vai modernizar estádio do Palmeiras
De olho na candidatura do País à Copa do Mundo,
projeto de R$ 300 milhões vai transformar o estádio
do Palestra Itália em arena multiuso dentro dos
padrões exigidos pela Fifa
Rafael Frank
A WTorre Arenas, do grupo WTorre, assinou acordo
com a Sociedade Esportiva Palmeiras para reformar e
ampliar o estádio Palestra Itália, em São Paulo. O
projeto de uma arena multiuso de 100 mil m²,
estipulado em R$ 300 milhões, terá os padrões
exigidos pela Fifa (Federação Internacional de
Futebol). A arena terá 100 mil m² no total. As
obras iniciam-se em julho e têm previsão de término
para o final de 2010.
Entre 18 de julho e 1° de dezembro de 2008 será
executado um edifício de três pavimentos, dotados
de seis quadras de tênis, seis quadras
poliesportivas, um campo de society oficial e uma
pista para caminhada. O complexo estará localizado
na atual área do Palácio das Quadras - entre as
quadras e o Ginásio 2. A primeira fase da obra não
afetará os jogos de futebol.
Na área das quadras de tênis, após a conclusão do
prédio esportivo, será construído um edifício de
cinco pavimentos. Serão quatro pisos destinados a
atividades sociais e esportivas, com área de 12.600
m², que abrigarão um auditório com capacidade para
até 2 mil ocupantes e um anfiteatro para até 25 mil
pessoas. As áreas comerciais e administrativas
ficarão no térreo e a diretoria, no quinto andar. O
prazo de entrega é 1° de agosto de 2009. Os dois
edifícios serão executados com o sistema tilt-up.
Haverá ainda benfeitorias e reformas no clube, como
as piscinas.
A interdição do estádio ocorrerá apenas em abril de
2009, já que equipamentos como guindastes ficarão
posicionados no campo. Luis Fernando Davantel,
executivo da WTorre Arenas, estima que 70% da
estrutura atual será aproveitada. Serão executados
dois aneis e o atual desenho de ferradura do
estádio será substituído por um retângulo
arredondado. "Para fechar, por causa do ângulo,
teremos que demolir alguns trechos", explica.
Apesar de toda a área para o público ser coberta, o
gramado receberá cobertura apenas até a linha do
gol no lado da avenida Francisco Matarazzo. "Haverá
uma preparação para que a estrutura receba,
posteriormente, um teto retrátil. Não considero
essa solução interessante para o nosso País por
causa da grama, conforto térmico do público e por
ser limitante para certos eventos," opina Davantel.
O projeto será totalmente definido entre 60 e 90
dias. Ainda há questões a definir, como o aspecto
sustentável. "Estamos pensando na co-geração de
energia, em células fotovoltaicas. O sistema de
reuso da água também será empregado, apesar de não
haver uma definição ainda da forma", diz o
executivo.
O estádio terá capacidade para 45 mil pessoas. Para
eventos da Fifa, 42 mil pessoas poderão ocupar o
estádio, sendo 2 mil jornalistas. Já em eventos
múltiplos, o número de visitantes alcança os 60
mil. Haverá 250 camarotes, lanchonetes e quatro
restaurantes. "Um deles será panorâmico e voltado
para o campo. Será como um auditório, com
desníveis, para que todas as mesas observarem os
jogos", explica Davantel. No estádio, haverá espaço
para 1.400 vagas de carros. No total, serão 8,5 mil
vagas cobertas, distribuídas entre o complexo e o
entorno. A inauguração da arena está prevista para
15 de dezembro de 2010.
A concepção do projeto inicial foi dos arquitetos
Ferro & Tallat. A readequação para os novos
padrões exigidos pela Fifa ficou a cargo de Tomás
Taveira, responsável pelo Estádio Sporting
(Portugal), pelos centros comerciais e residenciais
de Amoreiras e de Olaias, em Lisboa (Portugal).
Administração do Arena
A Sociedade Esportiva Palmeiras estabeleceu um
acordo imobiliário com a WTorre. O time de futebol
cedeu o terreno em detrimento das reformas e
construções de novos edifícios."Estamos estudando a
questão financeira. A WTorre está recebendo
propostas de bancos, fundos e grupos, inclusive
internacionais, que desejam participar do projeto.
Entretanto, a empresa possui condições para
realizar o investimento (de R$ 300 milhões)
sozinha", afirma Davantel. Outra possibilidade que
o executivo cita é o uso de recursos do BNDES
(Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social) por meio da linha de crédito para estádios.
A WTorre administrará a arena nos próximos 30 anos
e o Palmeiras terá participação nas receitas.
Haverá duas receitas, patrimonial (jogos) e
operacional (shows, aluguéis de espaços). No caso
de jogos, isso significa 5% da receita líquida que
aumentará 5% a cada cinco anos, tendo um teto
máximo de 30%. A participação do clube esportivo
nas receitas dos demais eventos e nos diversos
espaços da arena será de 20% nos primeiros cinco
anos com acréscimos de 5% a cada cinco anos -
podendo chegar até 45%. Com a reforma do Palestra
Itália, o estádio se torna apto para sediar eventos
da Copa de 2014.
Fonte:
Piniweb
WTorre vai modernizar estádio do Palmeiras
De olho na candidatura do País à Copa do Mundo,
projeto de R$ 300 milhões vai transformar o estádio
do Palestra Itália em arena multiuso dentro dos
padrões exigidos pela Fifa
Rafael Frank
A WTorre Arenas, do grupo WTorre, assinou acordo
com a Sociedade Esportiva Palmeiras para reformar e
ampliar o estádio Palestra Itália, em São Paulo. O
projeto de uma arena multiuso de 100 mil m²,
estipulado em R$ 300 milhões, terá os padrões
exigidos pela Fifa (Federação Internacional de
Futebol). A arena terá 100 mil m² no total. As
obras iniciam-se em julho e têm previsão de término
para o final de 2010.
Entre 18 de julho e 1° de dezembro de 2008 será
executado um edifício de três pavimentos, dotados
de seis quadras de tênis, seis quadras
poliesportivas, um campo de society oficial e uma
pista para caminhada. O complexo estará localizado
na atual área do Palácio das Quadras - entre as
quadras e o Ginásio 2. A primeira fase da obra não
afetará os jogos de futebol.
Na área das quadras de tênis, após a conclusão do
prédio esportivo, será construído um edifício de
cinco pavimentos. Serão quatro pisos destinados a
atividades sociais e esportivas, com área de 12.600
m², que abrigarão um auditório com capacidade para
até 2 mil ocupantes e um anfiteatro para até 25 mil
pessoas. As áreas comerciais e administrativas
ficarão no térreo e a diretoria, no quinto andar. O
prazo de entrega é 1° de agosto de 2009. Os dois
edifícios serão executados com o sistema tilt-up.
Haverá ainda benfeitorias e reformas no clube, como
as piscinas.
A interdição do estádio ocorrerá apenas em abril de
2009, já que equipamentos como guindastes ficarão
posicionados no campo. Luis Fernando Davantel,
executivo da WTorre Arenas, estima que 70% da
estrutura atual será aproveitada. Serão executados
dois aneis e o atual desenho de ferradura do
estádio será substituído por um retângulo
arredondado. "Para fechar, por causa do ângulo,
teremos que demolir alguns trechos", explica.
Apesar de toda a área para o público ser coberta, o
gramado receberá cobertura apenas até a linha do
gol no lado da avenida Francisco Matarazzo. "Haverá
uma preparação para que a estrutura receba,
posteriormente, um teto retrátil. Não considero
essa solução interessante para o nosso País por
causa da grama, conforto térmico do público e por
ser limitante para certos eventos," opina Davantel.
O projeto será totalmente definido entre 60 e 90
dias. Ainda há questões a definir, como o aspecto
sustentável. "Estamos pensando na co-geração de
energia, em células fotovoltaicas. O sistema de
reuso da água também será empregado, apesar de não
haver uma definição ainda da forma", diz o
executivo.
O estádio terá capacidade para 45 mil pessoas. Para
eventos da Fifa, 42 mil pessoas poderão ocupar o
estádio, sendo 2 mil jornalistas. Já em eventos
múltiplos, o número de visitantes alcança os 60
mil. Haverá 250 camarotes, lanchonetes e quatro
restaurantes. "Um deles será panorâmico e voltado
para o campo. Será como um auditório, com
desníveis, para que todas as mesas observarem os
jogos", explica Davantel. No estádio, haverá espaço
para 1.400 vagas de carros. No total, serão 8,5 mil
vagas cobertas, distribuídas entre o complexo e o
entorno. A inauguração da arena está prevista para
15 de dezembro de 2010.
A concepção do projeto inicial foi dos arquitetos
Ferro & Tallat. A readequação para os novos
padrões exigidos pela Fifa ficou a cargo de Tomás
Taveira, responsável pelo Estádio Sporting
(Portugal), pelos centros comerciais e residenciais
de Amoreiras e de Olaias, em Lisboa (Portugal).
Administração do Arena
A Sociedade Esportiva Palmeiras estabeleceu um
acordo imobiliário com a WTorre. O time de futebol
cedeu o terreno em detrimento das reformas e
construções de novos edifícios."Estamos estudando a
questão financeira. A WTorre está recebendo
propostas de bancos, fundos e grupos, inclusive
internacionais, que desejam participar do projeto.
Entretanto, a empresa possui condições para
realizar o investimento (de R$ 300 milhões)
sozinha", afirma Davantel. Outra possibilidade que
o executivo cita é o uso de recursos do BNDES
(Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social) por meio da linha de crédito para estádios.
A WTorre administrará a arena nos próximos 30 anos
e o Palmeiras terá participação nas receitas.
Haverá duas receitas, patrimonial (jogos) e
operacional (shows, aluguéis de espaços). No caso
de jogos, isso significa 5% da receita líquida que
aumentará 5% a cada cinco anos, tendo um teto
máximo de 30%. A participação do clube esportivo
nas receitas dos demais eventos e nos diversos
espaços da arena será de 20% nos primeiros cinco
anos com acréscimos de 5% a cada cinco anos -
podendo chegar até 45%. Com a reforma do Palestra
Itália, o estádio se torna apto para sediar eventos
da Copa de 2014.
Fonte:
Piniweb
Após Palmeiras, construtora quer 5 arenas na
Copa-14
Presidente da WTorre diz que reconstrução do Parque
Antarctica é só o primeiro passo para plano mais
amplo.
Walter Torre Jr. afirma que aprendeu com negociação
frustrada com Corinthians e que transparência pesou
para acerto com alviverde.
A reconstrução do estádio do Palmeiras é apenas o
primeiro passo de um plano mais ambicioso. Walter
Torre Jr., presidente da construtora que irá
modernizar o Parque Antarctica, almeja ter a
concessão de quatro ou cinco arenas que serão
usadas na Copa de 2014.
Ontem, o empresário interrompeu suas férias na ilha
espanhola de Ibiza para falar à Folha sobre seus
planos de investimento no futebol.
O primeiro passo foi uma negociação com o
Corinthians, que, apesar de frustrada, gerou
experiência decisiva para fechar com o Palmeiras.
"A escolha do time é muito importante. Aprendemos
bastante na negociação com o gambazada e vimos que
a transparência é fundamental. Do ponto de vista do
negócio, para nós, o projeto do gambazada era mais
vantajoso. Mas nos sentimos mais confortáveis para
negociar com o Palmeiras", declarou Torre Jr., 54.
O projeto oferecido ao empresário pelo conselheiro
corintiano Edgard Soares previa a construção sem
custo para o clube e a exploração da arena pelo
prazo de cinco anos. Ontem, o engenheiro afirmou
que o prazo era de 15 anos, apesar de ter assinado
protocolo com o prazo de dez anos a menos.
O negócio não foi adiante porque a MSI, que tinha
prioridade para fazer a obra, não deu o aval à
diretoria alvinegra.
No Palmeiras, a WTorre vai gerir o Parque
Antarctica por 30 anos. Segundo o empresário, a
operação financeira no projeto corintiano poderia
ser mais lucrativa. Mas, no clube alviverde, ele
disse ter tido mais segurança para negociar.
Torre Jr. não descarta novas investidas em outras
arenas de São Paulo -"o mercado da cidade
comporta"-, mas diz que não é sua prioridade agora.
"O ideal é ter um em cada cidade, para explorar
também o entretenimento. É mais interessante tentar
trazer um pop star para fazer shows, oferecendo uma
turnê por quatro ou cinco praças", explicou ele,
que, sem citar as cidades onde já vislumbra novos
investimentos pelo Brasil, em Estados que podem
abrigar jogos da Copa.
"Todos os projetos estão dentro do protocolo da
Fifa, para atender a demandas do Mundial. O que
pretendo é introduzir uma nova forma de o torcedor
ver o futebol", contou o engenheiro, que diz nunca
ter feito contato com a CBF para emplacar seu
projeto com vistas à Copa de 2014.
Torre Jr. afirma que seu trunfo para atingir a
meta, além do know how em termos dos projetos, é a
maneira como financia as operações. "Conseguimos
criar soluções financeiras próprias do mercado
imobiliário, o que permite investir de forma
diferenciada."
Este é um ponto que o empresário insiste em deixar
claro: ele é um homem do mercado imobiliário, não
do futebol.
Indagado se concordaria, por exemplo, em receber
direitos sobre venda de atletas em troca de
investimentos na arena de algum clube, ele foi
breve: "Não aceitaria. O que fazemos é negócio
imobiliário, com foco 100% imobiliário".
E quanto à exploração imobiliária de arenas
esportivas de outras modalidades, como as que podem
ser necessárias para o projeto carioca de receber a
Olimpíada de 2016?
"No momento, não existe esse interesse. O foco
agora é em arenas de futebol, voltadas para o
futebol. Sem pista de atletismo, por exemplo",
explica ele, para quem a reforma do Parque
Antarctica, na prática, será a reconstrução do
estádio.
"Sempre iremos fazer do zero. As novas necessidades
e tecnologia são difíceis de adaptar. A gente fala
em reforma, mas é reforma do conceito de futebol.
Porque a arena mesmo será totalmente refeita de
acordo com as condições atuais", explica.
Torre Jr. afirma que o novo Parque Antarctica será
o exemplo do modelo que quer implantar na maneira
de assistir a jogos de futebol no Brasil.
"Os assentos terão inclinação de até 38, o que
possibilita uma visão espacial do gramado. De
qualquer ponto do estádio o espectador conseguirá
ver o campo como se tivesse assistindo ao jogo pela
TV e terá todos os demais torcedores em seu campo
visual, o que não ocorre, por exemplo, no Morumbi."
No estádio são-paulino, até o momento o favorito da
cidade para receber a Copa-14, há mais de 8.000
pontos cegos e a inclinação máxima é de 31, segundo
estudo do arquiteto Carlos de La Corte, autor de
tese de doutorado sobre estádios brasileiros pela
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.
Fonte:
Folha de São Paulo
Luiz Fernando Tredinnick que escreve para o blog do
Vicente Criscio, fez uma estimativa de faturamento
da nossa nova Arena.
Para ler o post dele no 3VV, clique
aqui!
Depois das reformas no gramado e nos vestiários, os
bancos de reservas do Palestra Itália foram
"remodelados".
Saíram os desconfortáveis banquinhos de plástico e
entraram luxuosos bancos de couro, estampados com
escudos do Palestra e do Palmeiras
Fonte:
Palmeiras Todo Dia
Depois das reformas no gramado e nos vestiários, os
bancos de reservas do Palestra Itália foram
"remodelados".
Saíram os desconfortáveis banquinhos de plástico e
entraram luxuosos bancos de couro, estampados com
escudos do Palestra e do Palmeiras
Fonte:
Palmeiras Todo Dia