Como já havia explicado no post do dia 25/6, a Arena
Palestra Itália precisaria passar por mais uma
comissão preliminar na Prefeitura para finalmente se
tornar um projeto em trâmite normal, aguardando sua
aprovação final para dar início às obras.
Hoje pela manhã, a Comissão Técnica de Legislação
Urbanística, formada por 20 representantes de
diversas áreas, aprovou por unanimidade o projeto da
Arena Palestra Itália, dando o aval necessário para
que o processo de aprovação da Arena começasse a
correr na Prefeitura.
Ficam meus parabéns para os responsáveis pelo projeto
tanto pelo lado do Palmeiras quanto pelo lado da
W/Torre!
Cyrillo / Tchiro
A nova arena do Palmeiras ainda não saiu do papel,
mas a construtora WTorre já fechou contrato para a
comercialização do estádio, que deverá começar a ser
construído em 2010. A Traffic Arenas, braço do grupo
comandado por J. Hawilla, foi contratada para vender
propriedades comerciais da arena.
O acordo foi confirmado por Mauro Holzmann, diretor
da Traffic Arenas, durante palestra sobre gestão de
arenas na II Semana de Marketing Esportivo,
organizada pela Máquina do Esporte em conjunto com a
Empresa Júnior da Escola de Educação Física e Esporte
da USP.
Segundo o executivo, as duas empresas já estão
trabalhando em conjunto sobre o projeto palmeirense.
Inclusive a Traffic já sugeriu algumas alterações,
com o objetivo de aumentar o potencial de venda da
arena, tornando-a mais rentável.
"Esse é o trabalho que devemos realizar. Dar esse
olhar comercial para os projetos", afirmou Holzmann
durante sua apresentação na USP.
Criado no início do ano pela Traffic, o departamento
de arenas primordialmente trabalhará na
comercialização de propriedades nos novos estádios
que deverão ser construídos no país nos próximos
anos. O maior objetivo é a venda de camarotes
corporativos e de patrocínios.
Holzmann, porém, diz que a empresa já começa a
estudar se não será importante trabalhar também na
gestão dos estádios de futebol. De acordo com o
executivo, uma gestão pouco profissional da arena
pode colocar por terra toda o projeto de
comercialização do estádio.
"Nosso expertise é a comercialização de estádios, e
não a gestão. Só que, se não houver uma gestão
profissional do estádio, esse trabalho não renderá
frutos. A gestão é muito importante. Nós estamos
fazendo estudos para ver como a Traffic poderá estar
presente nessa gestão. Como não é nosso negócio, a
gente olha parcerias que podem ser feitas", disse.
O executivo, porém, é cético em relação à entrada de
grandes grupos internacionais para trabalharem como
gestores de arenas. Para ele, a realidade de público
e de fontes de receita no Brasil é diferente do que
acontece nos Estados Unidos e na Europa, o que pode
fazer com que o investidor estrangeiro tenha
dificuldades na gestão da arena no país.
"Eu não acredito nesse sonho da vinda das
multinacionais e das pessoas de fora que vêm fazer a
gestão de estádios no Brasil. E há até um motivo
simples, que mostra como aqui é diferente: como pode
um estrangeiro entender que aqui você corre o risco
de ter o seu estádio vendido inteiro com
meia-entrada? Sua previsão de receita cai pela
metade", exemplificou.
A palestra de Holzmann encerrou o segundo dia da II
Semana de Marketing Esportivo organizada pela Máquina
do Esporte em conjunto com a Empresa Júnior da Escola
de Educação Física e Esporte da USP. Na quarta-feira
o seminário prossegue com duas palestras.
Às 9h haverá a apresentação de Marco Siqueira,
sócio-diretor da Gol de Ouro, agência de marketing
esportivo especializada na área de licenciamento
esportivo. Siqueira falará sobre o mercado de
licenciamento no esporte. Na sequência, é a vez de
Fabiano Redondo, diretor de marketing da Confederação
Brasileira de Handebol (CBHb), falar sobre o
marketing de uma das principais modalidades
esportivas do país.
Fonte:
Maquina do
Esporte
Quem
vem acompanhando o blog já sabia que a Traffic seria
a empresa que comercializaria os camarotes, cadeiras
cativas e o Naming Rights da Arena.
O Mauro Holzmann comentou que não acredita em uma
empresa multinacional gerindo uma arena multi uso
aqui no Brasil, em razão da diferença da nossa
cultura com os países europeus. Eu não concordo com o
ponto de vista dele nesse assunto, pois mesmo na
Europa essas empresas estão acostumadas a trabalhar
com culturas completamente diferentes e não seria
muito difícil uma adaptação por parte delas para
gerir um complexo desses no nosso país.
Esse assunto é um dos que mais me preocupa no projeto
da nossa Arena, eu sempre comento com o Tchiro e o
Claudio Baptista Jr. sobre a necessidade do Palmeiras
ter um Project Manager estrangeiro contratado pelo
clube para fiscalizar a obra e passar a experiência
de gestão de um estádio europeu para nós aqui no
Brasil. Infelizmente temos poucas pessoas com
experiência nessa área atuando na America do Sul, o
meu amigo Ricardo Araujo é um deles.
Junior Gottardi
A WTorre fez um acordo com um shopping vizinho ao
clube, para aumentar a oferta de vagas de
estacionamento em dias de jogo, quando a Arena
Palestra estiver pronta. A construtora erguerá um
prédio-garagem na frente do estádio, mas já percebeu
que ele não será suficiente para atender à demanda.
Fonte:
Lance
Essa
noticia é da semana passada, mas vale a pena publicar
para quem ainda não leu. No projeto da Arena Palestra
Itália teremos dentro do clube 1500 vagas que irão
ajudar bastante o nosso torcedor em dias de jogos e o
pessoal que irá frequentar o complexo nos shows e
eventos.
Eu não sabia desse projeto da WTorre de construir um
prédio de estacionamento para ampliar ainda mais o
bom numero de vagas que já temos contando com o
Bourbon e o West Plaza. Seria bom eles construírem
esse prédio na avenida Matarazzo para desafogar um
pouco a circulação da Rua Turiaçu em dias de jogos.
Vou tentar me informar melhor sobre o assunto e
depois eu publico aqui no blog.
Junior Gottardi
Hoje vou abordar um assunto que é a preocupação de
muitos palmeirenses em relação à Arena Palestra
Itália que é a elitização do nosso futuro estádio.
Muitas pessoas me perguntam se depois da Arena pronta
os preços dos ingressos serão reajustados a preços
exorbitantes e com isso o pessoal de poder aquisitivo
mais baixo não terá condições de ir aos jogos do
Palmeiras.
A minha resposta é não!
Desde que a nossa diretoria planeje um bom sistema de
sócio torcedor, em que o afiliado consiga pagar
mensalmente uma mensalidade baixa e tenha preferência
e um desconto nos ingressos, igual ao que acontece
com a maioria dos times na Europa e alguns aqui no
Brasil. O que eu quero dizer é que não precisamos dar
50% de desconto nas entradas como o Internacional de
Porto Alegre faz, mas um desconto de 20% já seria
suficiente para esse torcedor continuar acompanhando
os jogos na nossa futura casa.
Essa é uma maneira de conseguir manter o palmeirense
de renda mais baixa assistindo os jogos no Palestra
Itália e dessa forma a diretoria iria premiar também
aquele torcedor mais fanático pelo Palmeiras e que
vem sempre acompanhando o time nos piores momentos do
clube. Também incluindo a preferência na compra dos
tickets no programa de ST eliminaríamos com o
problema do torcedor de final, que “rouba” o ingresso
do palmeirense que assistiu todas as partidas do
Palmeiras e não conseguiu a sua entrada para os jogos
decisivos da nossa “squadra”.
Essa seria uma solução simples que não atrapalharia o
faturamento do clube e daria um grande presente para
esses fanáticos que muitas vezes privilegiam o
Palmeiras no lugar de suas vidas pessoais.
Outro ponto polêmico que muitos me perguntam é que
com a Arena a torcida não poderá fazer a festa como
hoje é feita no Palestra Itália por causa da
“elitização” e do formato do estádio. Andei
pesquisando sobre o assunto e vou dar dois exemplos
distintos para vocês terem uma idéia de como as
torcidas participam na Europa.
O primeiro exemplo é do Arsenal, que recentemente
construiu o belíssimo Emirates Stadium para sua
fanática torcida. Gostaria de lembrar que a
Inglaterra foi o pior foco de violência na Europa nos
anos 80/90 e que só após uma repressão muito forte do
governo inglês que a situação voltou ao normal é a
classe média voltou aos estádios.

Levar as bandeirinhas para o campo é o máximo que as
autoridades inglesas permitem as “firmas” (torcidas
organizadas) de lá levarem aos jogos. Outro detalhe
importante é que todos os lugares tem cadeiras com
encosto, o que torna mais difícil o pessoal que gosta
de assistir os jogos em pé torcer para o time!
Realmente essa solução encontrada pelos ingleses não
é a ideal na minha opinião, pois restringe muito a
liberdade de uma parte da torcida que vai para o
campo com a intenção de empurrar o seu time e
assistir a partida da sua maneira a que já está
acostumada!
O segundo exemplo vem da Alemanha, na minha visão
esse é o modelo que deveríamos adotar na nossa futura
Arena Palestra itália!

Vocês podem ver na foto que atrás dos gols nos dias
de jogos as cadeiras são retiradas para dar a
liberdade aos torcedores alemães de torcerem do jeito
que eles gostam, que é em pé. Dessa forma também o
Shalke 04 protege as suas cadeiras que são retiradas
e guardadas para shows que serão realizados na
Veltins Arena!
No vídeo podemos ver a bela festa que a torcida
organizada do Shalke faz para o time, podendo entrar
com bandeirões, bandeiras e etc... Mesmo em um país
de primeiro mundo eles conseguiram encontrar o
equilíbrio e atender tanto ao pessoal que gosta de
assistr os jogos em pé quanto os torcedores que
preferem ver o jogo confortavelmente sentando em uma
cadeira central ou em um dos luxuosos camarotes da
Arena.
Junior Gottardi
Fonte:
Site Oficial do
Palmeiras
Pessoal, essa é a nova maquete eletrônica da Arena
Palestra Itália! Já está tarde e estou morrendo de
sono… amanhã eu falo mais sobre ela.
Junior Gottardi
Apesar de sempre desconfiar das informações de Marcos
Kleine, nessa ele acertou. (Brincadeira pessoal, o
cara tem contatos a torto e direito)
Estava segurando esta informação mas aparentemente a
WTorre decidiu que ela já pode ser divulgada.
Depois do projeto ser aprovado na CEUSO, agora foi a
vez da CAIEPS (Comissão de Análise Integrada de
Edificações e Parcelamento do Solo) aprovar o projeto
da Arena. A próxima batalha burocrática a ser travada
será no dia 2 de Julho, quando se reúne a CTLU
(Câmara Técnica de Legislação Urbanística), última
das comissões preliminares.
Sendo aprovado na CTLU, o projeto passará a tramitar
como qualquer outro projeto na prefeitura, passando
por diversas comissões técnicas de áreas bem
específicas.
Ficamos agora na torcida por um parecer favorável da
CTLU, talvez o último real empecilho burocrático na
Prefeitura de SP.
Cyrillo / Tchiro
O meu amigo Marcos Kleine postou a seguinte
informação em seu Twitter:
“Arena Palestra Itália - O projeto já foi aprovado no
Caeps, comitê da prefeitura que analisa parâmetros
urbanísticos.”
“Faltam mais duas comissões, mês que vem é uma delas,
e as obras começam.”
Fonte:
Twitter Marcos
Kleine
Alvo de dúvidas e discussões nos últimos meses, a
Arena Palestra Itália estará pronta em 2012. Quem
garante é Solano Neiva, presidente da WTorre, a
construtora responsável pela reforma. E ainda por
cima, ele procura abafar uma preocupação dos
palmeirenses ao anunciar: as alterações realizadas no
projeto deixarão o complexo do estádio ainda melhor.
"Fizemos algumas modificações com base no que as
autoridades nos pediram", afirma Solano Neiva, em
resposta a críticas de conselheiros alviverdes. "O
projeto ficou melhor, tem uma área verde maior ao
associado do Palmeiras, beneficiou o conjunto de
quadras do clube. O ginásio também será totalmente
reformado", emenda.
Em entrevista exclusiva à GE.Net, Solano Neiva também
encerrou com todas as dúvidas sobre a demora no
início das reformas, que tinham o início previsto
para o ano passado. Na aprovação do projeto, a
parceria Palmeiras-WTorre reclama da burocracia
encontrada junto a órgãos municipais.
Segundo Solano Neiva, o investimento nas modificações
da futura casa palmeirense chega a R$ 300 milhões. A
promessa é de um estádio moderno, totalmente adequado
às exigências da Fifa. Contudo, a WTorre quer que a
arena continue atendendo a todos os segmentos
sociais: ricos e pobres.
"Haverá diferentes tipos de lugares, desde os mais
refinados, com restaurantes, opções diversas, mas não
esqueceremos das cadeiras populares", promete o
presidente da construtora.
GE.Net: Por que houve tanto atraso nas obras da
Arena?
Solano: É uma história longa e que precisa ser
esclarecida. Há 12 anos, o Palmeiras conseguiu a
aprovação de um projeto que tratava de uma arena para
as necessidades da época. Dentro daquela lei, a
aprovação deveria ser atualizada a cada ano. O
Palmeiras conseguiu isso com a alegação de que fazia
as obras lentamente, um pouco a cada ano. Só que na
gestão da prefeita Marta Suplicy, houve uma mudança
na legislação, com um novo plano diretor para São
Paulo, novas leis para uso e ocupação do solo, uma
revisão no Código de Obras. Nós achávamos que a
autorização antiga era válida, mas fomos obrigados a
começar a coletar documentos e provas para mostrar
que o Palmeiras tinha um direito adquirido, por isso
foi necessário um tempo de espera.
GE.Net: O Palmeiras agora espera o aval da prefeitura
para começar a obra. Qual a previsão?
Solano: São Paulo é uma cidade mais complexa do que
as outras, os assuntos passam por diversas instâncias
que são extremamente separadas, você conversa com as
secretarias de forma separada. Em nosso entendimento,
esse projeto estará completamente licenciado entre
outubro e dezembro deste ano.
GE.Net: O presidente Belluzzo chegou a dizer que
poderia procurar até o prefeito Gilberto Kassab para
agilizar o processo. Isso é possível?
Solano: O prefeito pode reunir todos os secretários e
pedir urgência na aprovação. Se isso ocorrer, a gente
iniciaria as obras em 30 dias.
GE.Net: No Palmeiras, conselheiros fizeram críticas
fortes a essa nova arena. Eles alegaram que o projeto
inicial tinha problemas graves, não era compatível
com a área disponível. Isso é verdade?
Solano: Não é verdade. Fizemos algumas alterações com
base no que as autoridades nos pediram. Trocamos
alguns detalhes. Para se entender melhor, é como se
você trocasse de lugar uma janela na construção de
uma casa. Mas o projeto ficou melhor, tem uma área
verde maior ao associado do Palmeiras, beneficiou o
conjunto de quadras do clube. O ginásio será
totalmente reformado, com uma quadra dentro das
normas da Fifa. Poderemos receber, por exemplo, a
seleção brasileira de futsal.
GE.Net: Você esteve recentemente no Palmeiras em uma
reunião do Conselho Deliberativo para prestar
esclarecimentos do projeto. O que foi discutido? A
parte política do clube é uma preocupação da WTorre?
Solano: Na assembléia, ficou discutido que haverá uma
série de reuniões setoriais públicas em um intervalo
de 25, 30 dias, com a presença do nosso corpo
técnico. Estamos à disposição para qualquer
esclarecimento. Se for necessário, irei outras vezes
ao Palmeiras para conversar. Sobre a política do
Palmeiras, é uma situação que não nos pertence.
GE.Net: O ex-presidente Mustafá Contursi fez uma
crítica de que a atual administração de Luiz Gonzaga
Belluzzo está dando o patrimônio do Palmeiras a
terceiros. Como você encara essa afirmação?
Solano: O Mustafá está equivocado. Todo time moderno
deve mudar seu patamar para ter seu patrimônio
atualizado. Isso ocorre no mundo inteiro. O Palmeiras
será o primeiro clube brasileiro dotado de uma arena
dentro das normas exigidas pela Fifa. Atualmente, não
há ninguém com esse desenvolvimento.
GE.Net: Então o contrato é vantajoso ao Palmeiras?
Solano: O contrato é confiável para o clube. Qualquer
analista econômico aprovaria. Desde o momento zero do
contrato, o Palmeiras ganha uma porcentagem. Vamos
explorar a Arena Palestra Itália por 30 anos. Mas, a
cada ano, a participação do Palmeiras vai aumentando.
GE.Net: E para os investidores, quais as vantagens?
Solano: A ideia é ter uma remuneração de mercado, com
14% ou 15% de rentabilidade. É claro que existe um
risco em todo esse investimento. Ninguém garante que
as comercializações feitas na arena serão pelos
preços que estamos estimando.
GE.Net: A torcida do Palmeiras teme que a Arena mude
o perfil dentro do estádio, beneficiando aqueles com
maior renda. Os torcedores mais humildes serão
prejudicados?
Solano: Com certeza, o estádio não deixará de ser
popular. O que a arena pretende trazer são espaços
para um público que atualmente não frequenta as
partidas por falta de estrutura dos locais. Haverá
diferentes tipos de lugares, desde os mais refinados,
com restaurantes, opções diversas, mas não
esqueceremos das cadeiras populares, já que o futebol
é um esporte de massa.
GE.Net: Sobre a Copa do Mundo de 2014, a Fifa já se
mostrou preocupada com o projeto de reforma do
Morumbi. A Arena Palestra Itália pode rivalizar com o
estádio do São Paulo para ser o palco dos jogos na
capital paulista?
Solano: Se precisar, a Arena Palestra Itália está aí,
com um investimento que chegará a R$ 300 milhões. Não
comportaria o jogo de abertura, por exemplo, como
quer o São Paulo. Até onde eu sei, o projeto do
Morumbi foi rejeitado. Mas deixo claro que o novo
estádio é parte da obrigação que temos com o
Palmeiras, atendendo ao caderno de encargos da Fifa,
para receber um público de 42 mil pessoas.
Fonte:
Gazeta
Esportiva
Basicamente
o que o Solano falou a gente já sabia, mas foi
interessante alguns comentários dele sobre o projeto.
Eu achei legal e passou muita transparência ele
passar a informação sobre a possibilidade do
Kassab(se tiver vontade) poder acelerar o processo de
aprovação da obra nos diversos departamentos da
prefeitura de SP.
Também vale ressaltar ele comentando que a futura
Arena Palestra Itália será um estádio para todo o
palmeirense, desde o mais rico até o mais pobre!
Já não estamos mais aguentando de tanta ansiedade
para o inicio das obras, espero que dessa vez esse
cronograma seja cumprido e que a obra comece ainda
nesse ano!
Junior Gottardi